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Continente - Discriminação social no atendimento prioritário


Obteve resposta
7591817

Exmos. Srs. Responsáveis
do Continente da ALAMEDA (Antas)
Venho por este meio informar que apresentei queixas aos organismos do Estado Português e perante uma grande Reflexão e aconselhamento a nível jurídico, pedi uma inspeção urgente pela DESCRIMINAÇÃO que estamos a ver sobre os cidadãos com DEFICIENCIA MOTORA, todos nós sabemos que os despachos dos governos têm OMISSÕES, mas dentro dos parâmetros da LEI ainda existem pessoas que pretendem adulterarem os objetivos da LEI, vejamos tudo o que diz a jurisdição do diploma de ATENDIMENTO PREFERENCIAL «Dec. Lei 135/99» de 22 de Abril pela qual fazia menção de designar que todos os espaços do ESTADO ou com capital de ESTADO, com a devida alteração faz referencias bem vincadas tanto no seu atendimento bem como as suas COIMAS a serem aplicadas «Decreto Lei 58 de Agosto de 2016» tudo está bem esclarecido. Em conformidade com a LEI vigente não coloca DEFICIENTES de 1ª ou 2ª todos são portadores de DEFICIENCIA independentemente do seu grau, pois estamos a viver lacunas pelo «CONTINENTE DA ALAMEDA(ANTAS)» estando a separar os graus de incapacidades, tudo isto a nível jurídico é sem dúvida muito grave e nunca poderá acontecer tal ato. Todos são DEFICIENTES seja qual for o seu grau, mas o que acontece neste CONTINENTE é que só tem passagem exclusiva para pessoas portadoras em CADEIRAS DE RODAS, mesmo que só tenham 60/65/70% de incapacidade motora, todas as pessoas com múltiplas deficiências têm que passar para a frente da bicha de atendimento normal desde que coloque um CARTAZ ou PLACA em que diz «ATENDIMENTO PRIORITÁRIO, será que vamos colocar ao pescoço ou na testa ou até levantar os braços dizendo sou «DEFICIENTE» neste último parágrafo existem pessoas com INCAPACIDADE MOTORA PERMANENTE DE 80 e mais % mas conseguem mover-se outros meios de auxilio em canadianas, perante estes factos discriminatórios para as pessoas com DEFICIENCIA, nunca se viu tal matéria neste País bem como em toda a EUROPA, só posso considerar igual ao 3º mundo bem como a nível jurídico uma situação DEPLORÁVEL. Na igualdade de oportunidades, bem definida pela ONU como o processo pela qual os diversos sistemas da sociedade e do meio envolvente, se tornam acessíveis a todos e em especial sem qualquer descriminação do acesso das pessoas com deficiência ou incapacidade aos mais variados contextos da sociedade. Perante o disposto no presente decreto lei aplica-se a todas as pessoas, públicas e privadas, singulares e coletivas que prestem atendimento presencial ao público.
Com os melhores cumprimentos
António Gomes Neto


Esta reclamação tem um anexo privado

Respostas

em 2017-01-09 14:06 Caro(a) Cliente,

A situação que nos relata está, a partir deste momento, a ser acompanhada pela equipa responsável.
Informamos que sempre que necessitar de entrar em contacto connosco, poderá fazê-lo diretamente através de ajuda@continente.pt

Com os nossos cumprimentos,
Apoio ao Cliente Continente
em 2017-01-10 18:19 Boa tarde,

O processo N. Refª 931019 / N. 7591817 encontra-se encerrado. Já tivemos oportunidade de contactar o Cliente e prestar os devidos esclarecimentos.

Com os nossos cumprimentos,
Apoio ao Cliente Continente

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