Banca e Seguros

Banco CTT - Resposta a uma reclamação


Obteve resposta
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No passado dia 07 de Dezembro preenchi uma reclamação numa dependência do Banco CTT acerca de uns valores que me debitaram da conta e NINGUÉM me soube explicar a razão,nunca obtive resposta nem do Banco nem de nenhum funcionário do Banco apesar de me deslocar lá pessoalmente várias vezes.

Respostas

em 2018-02-14 17:09 Exmo. Senhor Pieter Triana,

Informamos que a resposta à sua questão foi remetida no dia hoje através de email.

Para qualquer esclarecimento adicional, estamos totalmente disponíveis.

Agradecemos o seu contacto, com os melhores cumprimentos

Mara Fernandes
Banco CTT

Comentários


Vitor Oliveira

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/banco-de-portugal-o-que-mudou-e-vai-mudar-para-os-clientes-bancarios-em-2018-256693



Outra novidade é que as plataformas de e-commerce também passaram a ter de se registar como intermediários de crédito e estar sob fiscalização do Banco de Portugal.

Neste momento já se encontram registados no Portal Bancário alguns bancos que desempenham igualmente a função de intermediários de crédito (atuam por conta de outras entidades) – e estes não carecem de autorização prévia do regulador, no entanto são também obrigados a comunicar que desempenham essa atividade. São eles:

o Banco CTT que comercializa crédito ao consumo de outra entidade, do BNP Paribas Personal Finance;

a CGD que comercializa crédito da Caixa Leasing; o BEST; o BIG (que é intermediário de crédito na Unicre, por causa dos cartões de crédito); o Activo Bank; a Abanca; o Banco Carregosa; e o BBVA.

Há também bancos estrangeiros a desempenhar essa função em Portugal, que são também obrigados a comunicar. Os bancos estrangeiros podem conceder crédito à habitação em Portugal ao abrigo do passaporte europeu.

Para identificar o elevado número de intermediários de crédito o Banco de Portugal conta com a colaboração das associações setoriais. Para além da APB e da ASFAC, também da APED e da ACAP.

Outra grande novidade deste ano é a questão dos pequenos litígios, quando são até 5.000 euros, e que passa a abranger os contratos de crédito ao consumo, à habitação e até as contas de serviços mínimos. Até ao fim do mês os bancos terão de disponibilizar no Portal Bancário dois meios alternativos de resolução de litígios para estes serviços financeiros. Isto é, os bancos terão de contratar avenças com dois centros de resolução extrajudicial de litígios, um deles tem de ter cobertura nacional. São os chamados Centros de Arbitragem. Até agora já estava disponibilizado para alguns serviços financeiros, mas passa a ser alargado ao crédito hipotecário, ao crédito ao consumo e às contas de serviços mínimos. O litígio é sem custos para o cliente e pretende ser uma forma de resolução célere de danos.

Assim se tiver uma queixa relativa a um produto ou serviço que adquiriu pode recorrer a uma entidade de resolução alternativa de litígios, em vez de se dirigir ao tribunal.

A lista e os contactos das entidades de resolução alternativa de litígios de consumo autorizadas são disponibilizadas também no Portal Bancário.

Mas há mais. Como é já conhecido os bancários têm de ter competência técnica certificada para vender crédito. Os funcionários com mais de três anos de atividade podem continuar a desempenhar a função de comercialização de crédito à habitação até março de 2019, os novos não podem desempenhar até que surjam entidades formadoras certificadas pelo Banco de Portugal. Desde janeiro que é assim. Neste momento ainda não há entidades formadoras certificadas, o que cria um problema para os bancos novos, porque, ou têm funcionários que foram buscar a outras instituições de crédito com três anos de experiência ou não têm ninguém para vender o crédito aos balcões. Por exemplo o Banco CTT está entre as instituições novas que estarão ávidas para que haja formadores certificados para mandar os seus bancários novos para formação (que é de curta duração).

Em abril de 2019 todos os bancários têm de ter este curso, mesmo os que têm 3 anos de experiência. Isto explica-se porque o crédito à habitação e outros créditos hipotecários têm novas regras. Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 74-A/2017, a 1 de janeiro de 2018: A ficha de informação normalizada europeia (FINE), com as principais caraterísticas do crédito, substitui a ficha de informação normalizada (FIN) no âmbito da informação pré-contratual, e deve ser entregue ao cliente bancário e ao fiador.

Os bancos passaram ainda a ter de divulgar planos de reembolsos do crédito, incluindo cenários de risco (onde é usada a Euribor a 5%), para o cliente tomar a decisão no acto da contratação do crédito.




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