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AMGCar - Erro de Reparação

Sem resolução
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Florbela Monteiro apresentou a reclamação

Na sequência do acidente que ocorreu no dia 19/7/2015, solicitei que a minha viatura fosse encaminhada para a AMG Car de Setúbal para reparar os danos decorrentes do sinistro.
Depois de um processo bastante demorado, o carro foi me entregue por volta das 18.00 horas do dia 10 de Agosto de 2015.
Ao efectuar a viagem deparei-me com uma chiadeira na parte traseira da viatura e com a direcção mais pesada do que o habitual, não sendo mecânica não fazia a mínima ideia do que se tratava.
Na manhã do dia seguinte enviei um e-mail para a oficina (e-mail que anexo), ao qual a oficina me respondeu que não era necessário comunicar a fidelidade que deveria passar na oficina logo que me fosse possível.
Na quinta- feira dia 13 de Agosto de 2015, desloco-me a oficina, onde fui testar a viatura com o chefe da oficina. Ele alegou que não ouvia nenhum ruido significativo, que o problema da direcção pesada poderia estar na origem da reprogramação da Centralina, pois ao reprogramarem poderiam ter ajustado para os valores padrões e a minha viatura na altura andar com alguma folga.
Quanto ao ruido poderia estar na origem de falta de lubrificação, pelo que me solicitaram que deixasse o carro, para verificar do que se tratava.

Voltei a levantar a oficina no dia 18 de Agosto de 2015 ao final da tarde, disseram que não haveria problema algum com a viatura, que efectuaram todos os testes e apenas lubrificaram.
Contudo, ao efectuar a viagem de regresso a casa notei que o carro por vezes não respondia nas ultrapassagens como habitualmente e que continuava a efectuar o barulho na parte traseira do carro.
Como confiava na oficina e me disseram que efectuaram os testes ao carro e estava tudo bem, não dei importância.
O resto da semana apenas efectuei deslocações curtas na ordem dos 30 kms diários, o que não deu para verificar o estado real do carro.
No Domingo dia 23 de Agosto de 2015, ao efectuar uma viagem mais longa, o barrulho no carro acentua-se. O carro começou a perder a força e a efectuar um consumo excessivo, ao verificar o nível do óleo encontrava-se abaixo do mínimo.
Chamei o reboque e encaminhei-o novamente para a referida oficina.
Diagnóstico da referida oficina: Turbo partido.
Solicitei explicações junto da referida oficina, pois antes do sinistro o carro não apresentava qualquer ruido e saí da oficina com problemas.
Refutaram qualquer responsabilidade afirmando trata-se de um problema de desgaste e não de um problema de má reparação.
Solicitei por diversas vezes informação sobre as intervenções que foram efectuadas ao carro no âmbito do sinistro, tanto junto da oficina, como junto da companhia de seguros, nunca obtive qualquer resposta.
Em conversa com um mecânico amigo, ele alertou-me para o facto de uma má reprogramação da Centralina ou mesmo uma má instalação do escape podem provocar danos no turbo e levar a quebra do mesmo.
O que sei é que o meu carro antes do acidente não apresentava qualquer problema, e saiu da oficina com vários.
Todas as revisões do carro foram efectuadas na referida oficina. Se foi um problema de desgaste com a referida oficina alega, porque não foi detectado na revisão que o carro fez em Maio.
Em Junho solicitei que fosse efectuado um teste a viatura (anexo respectivas facturas), foi me comunicado que o carro estava em perfeitas condições. Como não é detectado o desgaste do turbo?
Detectei a posterior que o carro não fecha os vidros dianteiros com a chave, enviei um e-mail para a oficina e não obtive resposta.
No dia em que fui levantar o carro, solicitei que me fosse entregue o turbo antigo, informaram-me que teria que efectuar um pagamento de cerca de 200€ + Iva, para poder levar o tubo que se encontrava danificado e que pertencia ao meu carro, pois o turbo antigo era enviado para a BMW para ser reconstruido.
Como é óbvio efectuei uma reclamação no livro de reclamações pois considero que o turbo antigo me pertencia.
Tenho informação através da DECO que deveria ter assinado o relatório da reparação, na altura da reparação da viatura e após testar a viatura. Nunca tive conhecimento da existência de tal relatório, não assinei nada, nem me foi dada a oportunidade de testar o carro quando foi entregue.
No mesmo relatório deve constar as reparações efectuadas e as peças substituídas, bem como a garantia por escrito das peças colocadas e do serviço realizado, para efeitos de garantia que tem o prazo de 24 meses definidos por lei.
Considero que houve um erro grosseiro, da parte da oficina na reparação do meu carro e que a mesma não quer assumir tal facto.
O facto de se negarem a prestar informação escrita sobre as reparações que efectuarem, bem como me negarem o turbo que substituíram, indicia que tem conhecimento de que efectuaram uma má reparação e não querem assumir o erro.
Recebi um email da oficina em resposta a minha reclamação que anexo que não me deixou convencida. Até porque alegam que o problema dos vidros dianteiros se encontra resolvida, o que não é verdade.
 

27 ago 2020
A reclamação foi considerada "Sem Resolução" por falta de atividade
Esta reclamação foi considerada sem resolução

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