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ANTRAL - Motorista agressivo e mal educado

Sem resolução
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Ana Costa apresentou a reclamação

A dia 5 de Março de 2020 apanhei um táxi à frente do hospital CUF Descobertas (pelas 12:10) com o meu filho de dois anos. Destino Rua de Arroios.

A viagem foi feita (péssima condução, perigosa, com travagens bruscas e tentativas de se tecer entre carros parados) e à chegada ao destino, sugeri ao Sr. condutor que parasse uns metros à frente do jardim da Igreja de S. Jorge de Arroios, por ser um local fácil.

Assim que sugeri, o Sr. condutor respondeu-me aos berros que não, que eu não mandava nele, que o condutor era ele, e já tinha iniciado marcha (tinha sinalizado) para estacionar.

Fiquei calada. O meu filho começou a chorar, assustado e transtornado, a dizer que estava zangado com o condutor. Transtornada fiquei, quando este se pôs aos berros com o meu filho. Saímos do táxi numa troca de gritos.

Tenho testemunhas que ouviram o homem aos berros enquanto estacionava e enquanto sabíamos do veículo.

Tenho comprovativo do percurso tomado através de GPS.

O condutor partiu sem emitir factura.

A matrícula, é a 59 OP 38 , confirmei com o vosso serviço de atendimento ao cliente, e está registrado na ANTRAL

Tratava-se de um condutor de idade.
05 mar 2020
Ana Costa editou a reclamação
06 mar 2020
Ana Costa editou a reclamação
09 mar 2020
ANTRAL adicionou uma resposta

Bom dia,

Começo por referir que as associações patronais não têm qualquer poder sancionatório sobre os motoristas de táxi.
A entidade sancionatória é o IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes), com sede na Avenida das Forças Armadas, 40, 1649-022 Lisboa, ( imt@imt-ip.pt ).
Assim, qualquer reclamação deverá ser feita, junto desta entidade.
Como deve calcular, num universo de mais de 16.000 motoristas de táxi, ocorrem, por vezes, situações passíveis de reclamação, que não podemos deixar de muito lamentar.
Infelizmente, porém, a intervenção das associações limita-se, praticamente, a uma actuação pedagógica que exercemos quer junto dos empregadores quer junto dos motoristas, por forma a prevenir a ocorrência de situações como esta.
Posso garantir que a Antral aproveita todas as oportunidades para sensibilizar os associados e respectivos trabalhadores nesse sentido.
Assim, quer nos cursos de formação para obtenção do certificado profissional de motorista de táxi quer nos cursos para a renovação do mesmo certificado, privilegiamos as componentes de formação sócio-cultural, como a comunicação e as relações interpessoais, visando o desenvolvimento pessoal, profissional e social.
Por outro lado, aproveitamos as inúmeras reuniões que efectuamos a nível distrital, concelhio ou outra, para prosseguir esta campanha de sensibilização do sector.
Devo referir que, inicialmente, o procedimento interno da Antral, quando recebia uma reclamação, era averiguar se o proprietário do táxi em causa era nosso associado e nos indicava o nome do motorista, a quem procuraríamos sensibilizar, para evitar a repetição de comportamentos como o que foi objecto da reclamação.
Na totalidade das situações, éramos confrontados com versões totalmente diferentes e até contraditórias da que era apresentada pelo reclamante.
Considerando, no entanto, que é absolutamente necessário punir os infractores, passamos a aconselhar a apresentação das reclamações directamente às entidades competentes, tanto mais que, como referi, as associações patronais não têm qualquer poder sancionatório sobre os motoristas de táxi.
Nestas circunstâncias, lamentando, profundamente, o ocorrido, reitero o conselho para se dirigir ao IMT.
Apresento os melhores cumprimentos,
João Chaves
Assessor da Direcção

27 dez 2020
A reclamação foi considerada "Sem Resolução" por falta de atividade
Esta reclamação foi considerada sem resolução

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