Arcada Imobiliária

Arcada Prime - Mediação Imobiliária, Lda

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Arcada Imobiliária
Arcada Imobiliária respondeu à reclamação de Anabela Gomes
há 4 semanas
Em tratamento
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Arcada Imobiliária

Arcada Imobiliária - Reserva de imóvel

«A nossa proposta ficou em 2º lugar, como garantia» - tal e qual.
Ficou em 2º lugar, a vossa proposta.
Aguardando o resultado da primeira proposta, que entretanto demorou por motivos que nos são estranhos.
Entretanto devolvemos o valor entregue para aceitação da proposta, a V/ pedido.
A imputação de prejuízos à Arcada é descabida, ofensiva e ilegítima.
O prejuízo alegadamente sofrido é o risco inerente à proposta, e os reclamantes provam nesta resposta que estavam cientes desse risco, dessa eventualidade, pois ninguém lhes deu garantia de nada.
O assunto, da nossa parte, está resolvido.
Continuamos ao dispor para auxiliar na procura de uma outra solução,
Cumpts.

Arcada Imobiliária
Arcada Imobiliária respondeu à reclamação de Anabela Gomes
há 4 semanas
Em tratamento
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Arcada Imobiliária

Arcada Imobiliária - Reserva de imóvel

De referir o seguinte: o pedido de simulações de financiamento por parte da Arcada, correspondeu a um pedido dos clientes, para que pudessem confirmar ou não a sua capacidade para a aquisição proposta.
Inseriu-se no procedimento de qualificação bancária, no âmbito da intermediação de crédito.
Não significa que a Arcada tratou do processo bancário. O e-mail é tão só o envio da lista dos documentos necessários, conforme havia sido solicitado pelos clientes e combinado com a consultora. Há um trabalho prévio de qualificação e análise do perfil dos clientes. Não se chegou, naturalmente, a tratar do empréstimo.

Em relação às mobílias, mais do mesmo: foi levantada a questão pelos clientes reclamantes, a consultora colocou-a aos proprietários e, posteriormente, seria um assunto a resolver. Nunca ninguém garantiu o que quer que fosse.

A proposta destes clientes reclamantes era, como bem sabem, condicionada à aprovação do pedido de crédito.
Caso não fosse aprovado, os proprietários teriam que lhes devolver o sinal e o CPCV a celebrar, seria dado sem efeito. Estes seriam os termos do negócio.
Os proprietários não aceitaram esta proposta feita desta maneira, com esta incerteza.

Temos apenas a lamentar o atraso na resposta dada pelos mesmos, facto ao qual a Arcada é alheia.

Arcada Imobiliária
Arcada Imobiliária respondeu à reclamação de Anabela Gomes
há 1 mês
Em tratamento
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Arcada Imobiliária

Arcada Imobiliária - Reserva de imóvel

Conforme já foi explicado aos clientes, o que eles realizaram foi tão só uma proposta de compra de um imóvel a 06.06.2020. É regra do Grupo Arcada que as propostas têm que ser acompanhadas da entrega de um valor pecuniário (2.500,00€) para poder ser considerada «realizada», para todos os efeitos legais. Essa entrega do valor apenas foi concluída por transferência bancária a 15.06.2020. Existia já outra proposta de outros interessados para o mesmo imóvel, no entanto por um valor inferior, pelo que foi informado aos clientes reclamantes, que a mesma poderia vir a ser rejeitada. Entretanto, a mesma foi renegociada e aceite pelos proprietários, encontrando-se neste momento, também a aguardar a aprovação do financiamento bancário, razão pela qual ainda não foi celebrado CPCV, pelo que, em teoria, ainda é passível de não ser «fechado o negócio». Este compasso de espera já foi, pela Arcada, explicado aos reclamantes. Em consequência deste atraso, os reclamantes pediram explicações, as quais lhes foram prestadas. Uma vez exigirem uma decisão definitiva em relação ao assunto, e visto que ainda tal não é possível, o valor da quantia transferida para formalização da proposta, foi-lhes devolvido.

Arcada Imobiliária
Arcada Imobiliária respondeu à reclamação de Emanuel Ribeiro
há 8 meses
Em tratamento
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Arcada Imobiliária

Arcada Imobiliária - Devolução caução arrendamento

A Arcada Imobiliária foi a empresa de mediação que arrendou o apartamento em causa ao queixoso.
A 06.07.2017, a advogada da empresa, mencionada repetidamente pelo queixoso, recebeu, em CC, o seguinte e-mail (dirigido pelo queixoso ao consultor comercial directamente envolvido no arrendamento):
«Olá *****,
Tal como te falei ao telefone depois de me instalar no T0 fui-me apercebendo de algumas pequenas coisas que não estão em muito boas condições de funcionamento.
As principais questões são as que já tinhamos falado: a máquina de lavar roupa e o exaustor. A máquina da roupa, quando está a centrifugar faz um barulho enorme e vai-se deslocando para o centro da cozinha. Estive a experimentar no sábado de manhã e, estas condições de funcionamento da máquina de lavar roupa deu logo origem ao protesto de um vizinho.
Quanto ao exaustor, para além de estar cheio de gordura, está também partido como podes ver nas imagens que anexo.
Outra questão é a condição em que estão as quatro cadeiras da cozinha. Deixo também fotografias.
Questões menos importantes são a porta da despensa que está partida, mas funcional e a cómoda do quarto que tem algumas gavetas que não estão a funcionar muito bem com alguma dificuldade a abrir e a fechar.
Feito o ponto inicial do estado geral da casa aproveito para te pedir o contacto do condomínio e da pessoa que vai ficar responsável pela gestão destas pequenas questões com a casa.
(...)
Obrigado,
Abraço.»
Ora, neste e-mail, nem a questão do dano na porta de entrada é referido como «questão menos importante», nem sequer é referido como «questão» sequer.
Todas as questões de que reclamou foram sanadas, designadamente a reparação da máquina de lavar e a substituição do extractor da cozinha.
A 18.07.2019, depois de cessar o arrendamento, depois de ter sido confrontado com a existência do dano e depois de lhe ter sido comunicado que lhe não seria devolvida a caução, o queixoso enviou à referida advogada o seguinte e-mail:
«Bom dia Catarina,
em conversa com o meu irmão ele lembrou-se que, quando foi comigo ver a casa que eu tinha acabado de arrendar, tinha tirado várias fotografias à casa e que ainda as tinha guardado. Felizmente ele encontrou-as e conseguiu enviar para eu poder partilhar convosco.
Queira por favor encontrar em anexo estas imagens. Repare que, nestas imagens já aparecem muitos dos estragos pelos quais agora me estão a responsabilizar, nomeadamente muitos dos furos e pregos nas paredes e as duas portas partidas.
Algumas destas imagens foram-lhe enviadas por e-mail no dia 6 de Julho de 2017. Tal como lhe disse ao telefone, apenas lhe enviei, nessa altura, as imagens dos estragos que não tinham sido vistas com o vosso técnico que me foi mostrar o apartamento uma vez que, acreditava eu, que os restantes problemas/estragos do apartamento seriam identificados e referenciados pelo referido técnico.
Assim sendo, peço-lhe que reencaminhe este e-mail e estas imagens para Dr. João Machado, para que ele possa confirmar que, de facto, eu entreguei o apartamento nas mesmas condições em que o recebi, sendo a única alteração que é da minha responsabilidade, a instalação das prateleiras na despensa.
Com os melhores cumprimentos, »
Quando o apartamento foi entregue, foram tiradas fotografias, como o queixoso refere.
O estado do apartamento era o que se vê nas fotografias juntas a esta resposta.
O queixoso pretende que o proprietário lhe devolva uma caução cuja função é precisamente garantir a reparação de danos da sua responsabilidade.
Pior ainda, pretende o queixoso fazer crer que o dano era pré-existente, quando dele não deu nota sequer.
A fotografia alegadamente tirada pelo seu irmão, na data do início do contrato, não permite verificar o dano na porta,.
Não obstante, a sociedade de mediação imobiliária, no cumprimento do seu dever de mediação, enviou ao proprietário a fotografia em causa, o qual, no exercício do seu legítimo direito, persiste na convicção de que não é para devolver a caução.
Inconformado, o queixoso, formaliza uma queixa contra a Arcada Imobiliária, quando a Arcada Imobiliária não é sujeito da relação contratual controvertida e a ela não é legítimo assacar nenhuma responsabilidade.
Trata-se de um ato de enxovalho e descredibilização gratuito.

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