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Centro Nacional de Pensões - Corte indevido do pagamento da pensão de sobrevivência

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Flávia Oliveira apresentou a reclamação

No dia 7 de Março de 2018 recebi uma carta por parte do centro nacional de pensões a afirmar que a minha pensão tinha sido cortada por falta de prova escolar, situação que não é verídica uma vez que a prova escolar foi entregue no dia 13/11/2018 na segurança social de Gondomar.
Dirigi-me no dia 8 de Março de 2019 ao centro de segurança social de Gondomar para fazer uma reclamação sobre o acontecimento, foi enviada um pedido de regularização.

No dia 8 de Abril ainda sem sinal de reporem a pensão, liguei para o serviço de atendimento, no serviço de pensões a assistente Maria José afirmou que encontrou o papel e que procedeu então a um novo pedido de regularização e afirmou que devia esperar o próximo mês .

No dia 8 de Maio ainda sem reporem a pensão, liguei de novo para os serviços de pensão no qual a assistente afirma que existem atrasos na secção que deviam esperar para o próximo mês

No dia 4 de junho sem reposição da pensão ainda, nova chamada para o serviço de pensão em que a assistente Maria José afirma que vai fazer de novo uma reclamação e pedido de reposição para a secção, foi enviado ainda no mesmo dia a explicar esta situação para o endereço das pensões nacionais, e elaborada uma reclamação no portal das queixas.

No dia 11 de junho uma nova chamada e assistente Angela afirma que ainda está sem resolução e um novo email para os serviços do centro nacional de pensão a reportar a situação

No dia 18 de junho obtive apenas a resposta a dizer que estão a analisar a questão.

No dia 9 de julho foi enviada uma declaração de honra para o ano letivo 2019/2020

No dia 18 de julho nova chamada para os serviços e afirmam que estão ainda a analisar a situação.

No dia 23 de julho nova chamada e situação repete-se

No dia 24 de julho nova chamada e a assistente Maria José afirma que ainda não consegue verificar se vou receber ou não a pensão no mês de agosto, e para esperar e ligar na próxima semana, ou seja, 31 de julho, algo que não faz sentido porque as pensões de agosto já tinham sido fechadas no dia 22/23, afirma ainda que não consegue ver no meu processo se a pensão está ainda caducada.

No dia 25 de julho a a chamada anterior repete-se e de novo a assistente Maria José afirma na parte de manhã que ainda não consegue aceder ao meu processo para ver se já ia receber pensão no mes de Agosto, a qual eu tenho vindo a afirmar desde de Abril que preciso para pagar as minhas propinas.
No mesmo dia 25 de julho dirigi-me á segurança social de gondomar, atendida pela assistente Adelaide Sousa, a qual tentou uma chamada que não foi atendida pelos serviços, e verificou-se inconsistências no meu processo e atendimentos por vossa partem, a vossa assistente Maria José nunca poderia ter dito que não conseguia verificar que se ja ia receber no mes de agosto porque os processos já haviam sido fechados e processados, voltei então a ligar para os vossos serviços e a assistente Maria José foi quem me atendeu e eu expos lhe o que me foi dito na segurança social de gondomar e a senhora afirma que afinal já consegue ver e que não vou receber no mês de Agosto a minha pensão.
Ainda na segurança social de gondomar foi enviado um email para a responsável do processo no centro de nacional de pensão a expor a situação.

Foram enviados mais de 10 emails e foram feitas mais de 20 chamadas para os vossos serviços do centro nacional de pensão a expor o meu caso, não existem desculpas que justifiquem o vosso atraso, ainda mais que eu recebo abono no meu nome e os meu processos de abono estão deferidos e em dia, foi enviado ainda para os vossos serviços o comprovativo de entrega de prova escolar, e ainda um email a explicar a urgência em receber as minhas prestações da pensão uma vez que tenho propinas para pagar e o prazo de pagamento acaba no final do mês de agosto.

Alguém se devia responsabilizar pelo facto de as minhas propinas estarem em atraso e eu não ter como pagar uma vez que o erro foi inteiramente vosso, e a lentidão para o resolverem tem sido exagerada e abusiva, espero obter em breve uma resposta muito diferente da vossa parte em vez de apenas afirmarem que o meu caso esta a ser analisado, espero que resolvam um problema simples que de nada eu tenho culpa, uma vez que tenho tudo entregue dentro dos prazos legais, já passaram 6 meses desde que a pensão foi cortada e a primeira reclamação foi processada e ainda não há uma resposta para este processo, já é inconstitucional.

Esta reclamação tem um anexo privado
11 Jun2019
Flávia Oliveira editou a reclamação
29 Jul2019
Flávia Oliveira editou a reclamação
Flávia Oliveira está a aguardar resolução da marca

Comentários (4)

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Armando José Menino da Silva

O argumento recorrente de que os estudantes beneficiários de pensões de sobrevivência não entregaram os certificados de matrícula para lhes cortarem a pensões quando isso é falso em tantos casos é mais uma prova de que o estado trata os cidadãos abaixo de cão. Sendo tratados desta maneira só nos resta a possibilidade de votar nulo ou de nos abastermos nas eleições.

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Miguel Silva

Cara Flávia Oliveira, aconteceu-me exatamente o mesmo, os documentos sumiram assim do nada e também ando desde Março a pressionar para que me reponham a pensão. Já entreguei 2ª e 3ª vias dos documentos (comprovativo de matrícula e respectivo comprovativo), em Abril e Maio. Este mês tenho atendimento marcado e procederei novamente à entrega dos documentos e serei o mais chato possível para que entendam que com o povo não se brinca. Eu tenho direito à pensão até ao verão de 2020 e já ponho em causa se adianta continuar a estudar na esperança de que um dia me voltem a pagar o que devem com os retroactivos ou se vou ter de ir trabalhar mais cedo... :(

Mantenha-me a par da sua situação, se for possível :)

Com os melhores cumprimentos

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Flávia Oliveira Autor

Caro Miguel, infelizmente pelo o que eu tenho observado aqui está muita gente nesta situação, alegam que muitos de nós não entregaram os comprovativos, nao entendo como é que demoram tanto tempo a corrigir um erro que foi deles, imagino se alguém cometer um erro no ordenados deles que a demora nao deverá ser assim tão grande, enquanto isso nós é que temos de ter as propinas em atrasos.

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Armando José Menino da Silva

Cara Flávia, não acredito que os cortes das pensões de sobrevivência dos estudantes por alegada falta de entrega de documentos seja um erro da SS. São demasiados erros todos iguais e por isso sistematizados como se pode ver neste portal. A meu ver isto só pode ser uma estratégia para "resetear" o sistema, forçar os estudantes a procurarem emprego e, em qualquer caso, atrasar meses ou anos a concessão das pensões até que desista uma boa parte dos requerentes.
O mínimo que se pode dizer é que não é séria a forma como o governo está a gerir a conceção das prestações sociais.