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Comunidade Vida e PazN/A

Comunidade Vida e Paz - Expulso da comunidade injustamente

Resolvida
rui manuel da silva fernandes
rui fernandes apresentou a reclamação
25 de novembro 2013

boa tarde estive em tratamento na comunidade vida e paz durante um ano por ter sido ex toxicodepente alcoolico sem abrigo queria muito lutar contra este vicio nesta comunidade ajudadram me muito fiz tudo o que me era sugerido queria mesmo recuperar a minha vida estava feliz porque ja estava no fim do tratamento e nao passava pela minha cabeça voltava as drogas e ao alcool nesta parte tenho muito agra decer a esta instituiçao ja estava na parte de reenserçao vinha a casa de familiares que me acolheram de acordo com a comunidade para poder começar a procura de trabalho sempre vim e voltava feliz da minha vida e agradecendo a deus por mais um dia sem drogas , numa das ultimas saidas a casa voltei como sempre bem fui fazer testes de despistagem e deu positivo nem queria acreditar no que me estava acontecer nao podia ser verdade nao tinha consumido nada mas quem vai acreditar no ex toxicodepente , implorei logo na mesma altura que me levassem ao hospital de leiria para me poderem fazer uma contra analize que eu pagava do dinheiro que tinha junto nesta instituiçao do meu rendimento minimo , foi me dito que nao era sugerido levarem me ao hospital ja era tarde passei a noite ali e de manha voltaram me a fazer os mesmos testes continuava dar positivo a voltei a pedir por tudo para me levarem a fazer uma analise ao sangue voltaram me outra vez a negar esse direito sinplesmente puseram me na rua com 3 mochilas as costas com 17,90 que 11,50 era para o bilhete da camioneta para lisboa sobrava 6 eur para comer dormir e fazer a minha vida e deram me 72 horas para provar que nao tinha consumido drogas consegui que um familiar me deixasse dormir em casa dele e logo no dia seguinte como tinha aconsciencia tranquila desloquei me ao hospital curri cabral onde sou assistido e pedi para me fazerem a tal analize ao sangue foi me dito pela dra que me atendeu que a nalize para detetar opiacios faz se a urina entao fiz a analize deu negativo como era de esperar dirigi me ao espaço aberto da comunida situada em chelas mostrei as analizes enviara me para a fatima e a resposta de la foi que nao serviam nesse mesma altura fizeram me mais um teste no espaço aberto e continuou a dar positivo tinha mesmo que fazer analize ao sangue voltei no dia seguinte a dirigir me ao hospital expliquei a situa çao o porque de nao aceitrem a analize mais uma vez foi me dito no hospital que a analize correcta era a urina e neste hospital nao fazem este tipo de analize voltaram me a fazer analize a urina com a presença da emfermeira na casa de banho deu negativo desloquei me novamente ao espaço aberto nao aceitaram novamente tinha mesmo que ser ao sangue note se que eu implorei para ir ao hospital fazer esta analise no dia da ocorrencia ,pedi entao para retirarem dinheiro que era meu para me darem para poder fazer analize procurei um laboratorio e o custo era de 40 eur como e que eu podia pagar 40 eur por uma analize se nem sequer dinheiro para comer note se que tudo isto fiz no prazo indicado por eles entao no espaço aberto disseram para no dia seguinte ir buscar o dinheiro e ir fazer a analize no dia seguinte estava as 8 da manha neste espaço fiquei a espera que abrisse qual e o meu espanto dizem que ja nao me davam o dinheiro porque ja tinha passado 24 horas tinham me dado 72horas estou muito revoltado se nao quisesse ter uma vida digna a esta hora supostamente ja estava nas drogas novamente pois eles puseram me na rua sem nada nao tenho meios de sobrevivencia ando a procurar trabalho mas com 50 anos e dificil e o mais grave ainda ficaram com o dinheiro da minha reenserçao queria que me ajudassem a perceber como posso resolver esta situaçao uma das coisas que me imcomoda e que fiz tudo para ter a confiança das pessoas e esta instituiçao tirou me tudo o que consegui mas de uma coisa tenho a certeza drogas nunca mais obrigado pelo tempo que possam despensar para esta minha revolta

Data de ocorrência: 25 de novembro 2013
Comunidade Vida e Paz
28 de novembro 2013
Assunto: Resposta à reclamação do utente Rui Manuel da Silva Fernandes


A admissão de utentes na comunidade terapêutica inicia-se com a celebração de um contrato terapêutico entre o utente e a comunidade, onde constam os direitos e deveres de ambas as partes e as condições em que a Comunidade Vida e Paz se obriga a prestar o serviço e o utente se obriga a cumprir o regulamento interno em todos os seus pontos em vigor na Comunidade Terapêutica.
O regulamento interno, afixado em diversos locais do Centro, estabelece no seu número 20.1 que os utentes devem “Pautar o seu comportamento em conformidade com os objectivos do programa terapêutico, as exigências básicas para a frequência do mesmo (não consumo de drogas, álcool e psicofármacos não prescritos)…”

O Sr. Rui Manuel da Silva Fernandes foi admitido a 27/11/12 na comunidade terapêutica do Centro de Fátima da Comunidade Vida e Paz.
De acordo com a legislação em vigor (despacho n.º16683/2008 de 14 Julho de 2008) o financiamento do seu tratamento era assegurado pelo Ministério da Saúde, através de convenção celebrada para o efeito em 80% do valor estabelecido, sendo os restantes 20% assegurados pelo próprio através da utilização do seu rendimento social de inserção. A legislação prevê que a Instituição possa cobrar, a título de dinheiro de bolso 15% do preço máximo estabelecido, para fazer face às despesas pessoais (tabaco, semanadas, deslocações ao exterior, etc.) este valor era assegurado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa- Serviço de Emergência Social e pelo próprio entre Novembro de 2012 e Janeiro de 2013, sendo que a partir de Fevereiro de 2013 este valor passou a ser assegurado integralmente pela Sta. Casa da Misericórdia, em virtude do valor do RSI ter sofrido alterações, passando de 189,52€ para 178,15€.
Em Setembro de 2013, a prestação do RSI foi suspensa pela Segurança Social, sendo que a Sta. Casa da Misericórdia passou a assegurar o financiamento da responsabilidade do utente na totalidade (comparticipação- 20% e despesas pessoais -15%).

O utente Rui Fernandes fez o seu percurso de tratamento até à fase de reinserção, onde se encontrava à data da expulsão. Nesta fase e de acordo com o projecto de vida do utente, que passava por ser reinserido em termos profissionais e habitacionais na zona de Lisboa, iniciou a 28/10/13 a procura ativa de emprego, deslocando-se para Lisboa, tendo regressado ao Centro a 31/10, de acordo com o regulamento interno e como já vinha sendo habitual nas outras saídas realizou testes de despistagem de substâncias (cocaína, opiáceos, metanfetaminas, THC) à urina (a partir de testes de tira) e testes ao álcool com resultados negativos. No plano de reinserção seguinte, de 05/11/13 a 12/11, regressou ao Centro e de acordo com o procedimento fez testes de despistagem, dando resultados positivos a opiáceos, tendo sido feita a contra-analise por duas vezes, dando resultado positivo. O Sr. Rui Fernandes quando confrontado com o resultado referiu não ter consumido qualquer tipo de substância, no entanto, relatou que durante a sua ausência do Centro esteve próximo de um individuo que estaria a fumar haxixe. Apesar do resultado positivo dos testes foi-lhe permitido pernoitar no Centro. No dia seguinte, 13/11 o utente voltou a fazer testes de despistagem de substâncias à urina tendo apresentado novamente resultado positivo, fez contra-análise, verificando-se o mesmo resultado.
Considerando todos os acontecimentos relatados e de acordo com o regulamento interno foi-lhe comunicado que não reunia condições para continuar o tratamento neste Centro, tendo-lhe sido dada a possibilidade de encaminhamento para outra resposta, recusada de imediato pelo utente, contudo ainda permitimos que caso reconsiderasse esta decisão no prazo de 72 horas poderia dirigir-se à nossa resposta Espaço Aberto ao Diálogo em Chelas- Lisboa, para eventual encaminhamento. Tendo em conta que o utente verbalizava que não tinha consumido qualquer tipo de substância e que queria fazer análises ao sangue, foi-lhe transmitido que teria 24horas após a saída do Centro para realizar essas análises.
Antes da sua saída do Centro foram feitos vários contactos para o encaminhar para uma instituição onde pudesse permanecer, tendo em conta que a familiar contactada referiu que não o recebia por não confiar no Sr. Rui, foi-lhe dada a possibilidade de ficar na Associação VITAE ou no Centro de Acolhimento de Alcântara, tendo recusado.
Atendendo a que o utente recusou todas as alternativas por nós sugeridas ainda lhe permitimos que efectuasse um contacto com a Associação Companheiro que o utente conhecia. Foi-lhe dada a verba, como é procedimento habitual, para o transporte para Lisboa e excepcionalmente para se deslocar no dia seguinte. Mais tarde, já depois de o utente ter saído do Centro fomos contactados pela Associação Companheiro que pretendia falar com o Sr. Rui. Quando a informamos que o mesmo já tinha saído, comunicaram-nos que o iriam contactar para lhe transmitir que não era possível acolhê-lo nesse dia.
No dia seguinte 14/11, o utente contacta-nos dizendo que estava na nossa resposta EAD e que já tinha feito análises ao sangue com resultado negativo, pedimos que nos enviasse por email. De acordo com o documento enviado, verificámos que não se tratava de uma análise ao sangue, mas sim à urina efectuada através de uma colheita externa. Informamos o Sr. Rui que não iriamos considerar por se tratar de uma análise à urina. Nesse mesmo dia fez testes de despistagem de substâncias no Espaço Aberto ao diálogo com resultados positivos. O utente em causa reagiu desajustadamente e pediu que lhe fosse autorizada verba para voltar a fazer testes, foram-lhe entregues 20€ e foi-lhe transmitido mais uma vez que teria de efectuar análises ao sangue nesse mesmo dia, atendendo ao prazo de 24 horas, conforme lhe tinha sido transmitido aquando da sua saída. No dia seguinte, sexta-feira (15//11) voltou a enviar resultados de análises feitas à urina com resultado negativo. Foi-lhe transmitido de novo que não validávamos e que já tinham passado 48 horas desde que tinha saído do Centro. Neste mesmo dia e no dia 18/11 volta a insistir no pedido de verba para realizar testes ao sangue, foi-lhe transmitido que o seu processo já tinha sido encerrado, contudo se quisesse ser transferido para a nossa outra Comunidade iriamos ajudá-lo, voltou a recusar a ajuda.
Depois do seu processo ter sido encerrado, verificámos que apresenta uma divida do utente no valor de 585,17 referente à comparticipação do seu tratamento e um crédito nas despesas pessoais no valor de 392,83. Tendo em conta que o seu tratamento era suportado pela Sta. Casa da Misericórdia de Lisboa e que nos foi transmitido telefonicamente pela sua técnica de referência que atendendo à saída do Sr. Rui do Centro de Fátima, o valor em causa nas despesas pessoais não seria para o utente, em virtude de não ter concluído o tratamento com alta clinica e que seria destinado a regularizar uma parte do montante em divida. A técnica de referência da Sta. Casa da Misericórdia informou-nos de que iria transmitir ao Sr. Rui o procedimento a destinar à verba. Posto isto, o utente solicitou-nos uma declaração de internamento para efeitos de requerimento de rendimento social de inserção, tendo-lhe sido emitida e enviada a 25/11/13.
Ao longo do tratamento, até à data dos factos o utente foi submetido à aplicação de testes de despistagem de substâncias por 12 ocasiões com resultados negativos.

Fátima, 27 de Novembro de 2013


A Diretora do Centro de Fátima

Renata Alves
rui fernandes
28 de novembro 2013
boa tarde em primeiro lugar o dinheiro que me foi dadoi no espaço aberto foi pedido para os transportes para me deslocar ao hospital sr Parente pode comfirmar apesar de me terem dado um recibo a dizer analizes feito com maldade. a analise ao sangue sra diretora e 40 eur nao 20 2º lugar nunca disse que tinha feito analise ao sangue sempre frizei que nao tinha dinheiro para as fazer e insisti muito para as fazer no centro na altura da ocorrencia 3º lugar o meu tratamento e pago pela santa casa nao pelo meu rendimento nao percebo porque teem que ficar com ele e porque e que ainda nao foi devolvido a sra diretora esqueceu se de frizar que as analizes feitas no hospital por pessoas competentes deram negativas ou sera que esta a por em causa a credibilidade destes profissionais de saude, 3º lugar como tinha um saldo positivo a media de 6oo eur no dia5 de novembro e agora tenho media de 600eur negativos sem ter mexido no dinheiro algo de muito estranho se passa sr diretora voçes nao dao nada a ninguem assumam os vossos erros eu continuarei a lutar esta em causa a minha dignidade e por ela faço tudo obrigado pela sua resposta com mentiras pelo meio mas agradeço na mesma apesar de quererem que eu recaisse para voltar mais um ano para a vossa instituiçao continuo limpo e sobrio graças a Deus muito atenciosamente r
Rui Fernandes
rui fernandes
28 de novembro 2013
sra diretora as minhas analises foram apresentadas dentro do prazo fui expulso no dia 13 pelas 16h eas ultimas analises foram apresentadas no dia 15 por essa hora tambem a hora do registo das analises foram efectuadas as9.30 e obvio que nao tenho logo o resultado tive que esperar 6 horas para obter o resultado sao analises sra diretora com profissionais de saude a faze.las
Esta reclamação foi considerada resolvida
Comentários
28 de novembro 2013

Sr. Rui, "Força Nisso"!

Cumprimentos e Boa sorte.

Num sistema sócio-económico capitalista como o nosso, o ambiente e o ser-humano têm pouco valor. Karl Marx tinha razão. As pessoas estão cegas pelo dinheiro, algo que é subjetivo. O que é real e importante na vida está sendo posto de lado em nome do dinheiro.

ATENÇÃO
Esta "comunidade" é altamente danosa para a dignidade das pessoas!
Apontem-me um só utente, excluindo os acomodados, que se refira a essa instituição como participadora no seu novo modo de vida digno e próspero? ??