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Telefone: 219199988

Morada
Rua Quinta do Paizinho nº3,
2794-067 Carnaxide

E-mail
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Website
http://www.feuvert.pt

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Feu Vert - Assumir reparação do carter

Resolvida
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Paula RODRIGUES apresentou a reclamação

Boa noite, caros senhores.

À data de 26-03-2019, eu, Paula Rodrigues, dirigi-me às instalações da Feu Vert Portugal, Lda, citas na Rua Quinta do Paizinho, 3, Carnaxide, por forma a proceder a uma revisão - Super T2 - , e cuja intervenção técnica, simples, e feita por profissionais, conforme atestado e plasmado em todas as peças de comunicação institucional, tinha por objectivo, único, a substituição do óleo do motor e respectivo filtro, e filtro de ar.

Já no interior das instalações, fui prontamente atendida pelo vendedor, Sr. PGON, que preparou toda a documentação necessária para o efeito, tendo esta operação resultado no resguardo de depósito/or nº 1087699, onde é possível atestar as informações contidas neste parágrafo, e também pelas quais me regi no momento de concordar com o valor da intervenção ali mencionado, que era de 84,98€. Prontifiquei-me, no imediato, para liquidar esse valor, com o qual concordei e estava em conformidade, mas fui informada que apenas o poderia fazer no final, coincidindo com o levantamento da viatura - Smart Fortwo, de cor branco e matrícula 67-MH-85.

Foi-me dado um tempo de intervenção estimado de uma hora, tendo eu facultado o meu número de telefone pessoal, para que pudesse ser contactada, enquanto esperava no exterior das instalações, conforme sugerido. Entre a hora registada no resguardo de depósito, 16:34h e a chamada que recebi, 17:52h, passou 01:18h, o que serve apenas para efeitos de registo temporal para o que viria a suceder depois.

Assim que recebi a chamada, como era expectável, perguntei "se o carro já estava pronto?", a reposta que obtive, e que me viria a inquietar, foi a de que "havia um problema com o carro, e que era melhor falarmos pessoalmente". Após desligar a chamada, dirigi-me, novamente, as instalações.

Já no seu interior, foi abordada pelo vendedor, Sr. JD, que me disse haver um problema com o carter da viatura e cuja reparação mandatória, na medida em que sem tal intervenção a viatura estava impossibilitada de andar, teria de ser efectuada, perguntando, ainda, "o que queria fazer?"

Uma vez que estava acompanhada pelo meu namorado, fizemos a pergunta central e inequívoca, e que ajudará, de forma antecipada, a compreender o desfecho desta reclamação/ pedido: "como foi que isto aconteceu?".

A resposta que obtive por parte do vendedor, Sr. JD, acompanhado pelo mecânico, Sr. AA, foi a de que "ao apertar ou desapertar o bujão, tal poderia ter acontecido" e que "sem a substituição do carter", a viatura estava impossibilitada de sair do local.

Ora, sendo eu leiga na matéria em causa, e não convencida com tal explicação, pois por motivos empíricos tinha a garantia de que a viatura não tinha nenhuma fuga de óleo, apressei-me a fazer alguns contactos para confirmar aquele diagnóstico. Aquilo que me foi dado como garantido, por pessoas insuspeitas e tão qualificadas no sector como aquelas com quem conversava, foi: se a viatura já tivesse tal dano, a montante da intervenção, estaria a perder óleo à chegada à oficina.

Apurado esse facto, verdadeiro, não existia nenhuma fuga a montante da intervenção, comprovava-se assim as palavras do vendedor, Sr. JD e do mecânico, Sr. AA. Foi no manuseamento do bujão, apertar ou desapertar, que tal tinha acontecido.

A danificação do carter é-me totalmente alheia e inimputável pela inexistência de relação causa efeito.

A danificação do carter é fruto de uma relação causa efeito, ao apertar ou desapertar o bujão, causa, o carter danificou-se, efeito, logo, o ónus da reparação recai sobre quem nela interveio, neste caso, a Feu Vert.

Reitero, para que fique claro: caso o dano existisse a montante da intervenção, a viatura perdia óleo. Não havia nenhuma fuga, o carter estava intacto quando deixei a viatura nas instalações. Tal facto foi por mim confirmado e nunca foi referido pelas pessoas responsáveis pela intervenção, o que, em minha opinião, denota, de forma cristalina, a aquilo que sucedeu durante a intervenção: houve mau manuseamento, incúria, distracção ou um simples azar, recorrente desta e de qualquer outra actividade.

Aquilo que pretendo com esta exposição é: o assumir da substituição do carter por parte da Feu Vert, inserido em orçamento nº5246679, conforme apresentado e identificado pelo vendedor, Sr. JD, pelos motivos que atrás descrevi. Tal orçamento, no valor total de 524,00€, tem como valor assumido para o carter 282,04.

Aquilo que pretendo com esta exposição é: liquidar, de forma voluntária, o valor de 84,98€, resultante da revisão que solicitei.

Aquilo que pretendo com esta exposição é: contribuir para o esclarecimento cabal desta situação da qual sou totalmente alheia.

Aquilo que pretendo com esta exposição é: continuar a confiar numa marca internacional, cujos valores que defende, de idoneidade e seriedade, não se fiquem por meros chavões, mas que ganhem outra forma, a de assumir a responsabilidade por um erro cometido, que lamento e percebo, mas cuja responsabilidade jamais me poderá ser assacada.

Na certeza de que esta exposição contribuirá, de forma célere, para o desfecho deste caso, cujos efeitos a nível pessoal, profissional e familiar, aqui não estão contabilizados, agradeço a sua resolução urgente, por favor.

Cumprimentos

Paula Rodrigues

27 Mar2019
Feu Vert adicionou uma resposta

Exmo(a). Senhor(a),

Em nome da Feu Vert Portugal lamentamos, desde já, o sucedido.

Acusamos a recepção do seu e-mail o qual neste momento está a ser analisado pelo Departamento de Atenção ao Cliente.

Tentaremos ser o mais breves possíveis numa resposta.

Caso queira entrar em contacto connosco pode sempre fazê-lo através do e-mail: clientes@feuvert.pt

Muito Obrigado

Atenciosamente os melhores cumprimentos,
Feu Vert Portugal

11 Abr2019
Feu Vert adicionou uma resposta

Boa tarde Sra.Paula,

Desde já agradecemos o seu contacto e lamentamos qualquer transtorno por nós causado.

Iremos entrar em contacto consigo pelos nossos canais internos.

Com os melhores cumprimentos

11 Abr2019
Feu Vert alterou o estado para Resolvida
11 Abr2019
Paula RODRIGUES adicionou uma resposta

"Tudo o que foi escrito entre aspas - " - é de minha responsabilidade, e configura a resposta ao vosso entendimento sobre a reclamação. Optei por responder, parágrafo a parágrafo, para vossa melhor compreensão"

Boa tarde Sra.Paula Rodrigues,


Desde já agradecemos o seu contacto, e lamentamos qualquer transtorno por nós causado.

"Agradeço o lamento, pois, de facto, foram os senhores a causarem o transtorno, e, já agora, agradeço a confissão"



Após analise do que nos reporta, vimos por este meio responder ao seu pedido.

Os danos verificados na viatura à data do acontecimento, apresentavam sinais físicos evidentes de quebra de parte da rosca do carter de retenção do óleo do motor.

"Tal não é possível, como afirmam, pois o carro não derramava óleo, como bem sabem, e foi depois da vossa intervenção que o dano se deu"

Por norma este dano é causada por excesso de aperto do parafuso de drenagem do óleo. Que infelizmente devido ás suas características próprias acaba por mascarar a fuga de óleo. Pois no momento do aperto excessivo a peça em si fica fragilizada, paralelamente com a força exercida e com o restante da rosca ainda em boas condições consegue segurar o parafuso na sua posição normal.

"Não assumir o vosso erro, com a objecção de por norma é causado por excesso de aperto, é colocar esta situação ao nível de outras, ai sim, que por norma, acontecem. Não foi isso que sucedeu. Num mero exemplo académico, todas as situações deste tipo, que por norma acontecem no aperto, palavras vossas, seriam imputadas a quem interveio no veículo pela última vez, ou então, por ignorância, ao proprietário, como este caso vem a comprovar", nunca havendo responsabilidades assacadas a quem, na realidade o danificou: os senhores.”

No momento da remoção do parafuso de drenagem do óleo, esta força é aliviada fazendo com que todos os pontos que estão fragilizados acabem por ceder e quebrar saindo assim da sua posição original, neste caso saindo parte da rosca junto ao parafuso de drenagem do óleo.

"Estando eu de acordo com a explicação técnica e mecânica, não é isso que contesto. Mais, como é por vós sabido, e pelo sector, este tipo de intervenção acarreta esse risco nesta viatura em particular. Uma vez que deixei o meu carro nas mãos de profissionais experientes, podiam, obviamente, antecipar esse aspecto, informando o cliente desse procedimento,e assim, na altura do desaperto, mostrar, in loco, ao cliente, que o dano já existia a montante da intervenção. Não foi isso que aconteceu.

Infelizmente por se tratar de um dano interno não é possível ser detectado numa primeira fase, pois para a sua detecção será sempre necessário retirar o parafuso de drenagem do óleo.

“Uma vez que deixei o meu carro nas mãos de profissionais experientes, podiam, obviamente, antecipar esse aspecto, informando o cliente desse procedimento,e assim, na altura do desaperto, mostrar, in loco, ao cliente, que o dano já existia a montante da intervenção. Não foi isso que aconteceu.”

Tal como se sucedeu no caso da intervenção da sua viatura nas nossas oficinas, assim que o parafuso de drenagem foi retirado, o técnico verificou o dano interno e pediu que a Sra.Paula fosse chamada ao local, tal como nos reporta.

Uma vez que deixei o meu carro nas mãos de profissionais experientes, podiam, obviamente, antecipar esse aspecto, informando o cliente desse procedimento,e assim, na altura do desaperto, mostrar, in loco, ao cliente, que o dano já existia a montante da intervenção. Não foi isso que aconteceu.”



Pelos motivos que apresentamos em cima não nos será possível assumir a responsabilidade de um dano que nunca poderia ter acontecido no momento em que a pressão é aliviada com o desapertar do parafuso de drenagem do óleo, pois este tipo de quebra só acontece por excesso de força ou um impacto elevado.

“Pelo facto de não ter assistido a algo previsível, palavras vossas, e por ter a certeza, de que foi nas vossas instalações que tal aconteceu, não só por não haver dano quando a viatura entrou, mas também pelas palavras usadas por um dos vossos responsáveis - que já expus na primeira reclamação - não aceito, novamente, a vossa posição.”

Por se tratar de uma peça de alumínio a mesma não poderá ser reparada em segurança e será sempre necessária a sua substituição.

"A substituição da peça, no caso em ferro e não alumínio, julgo eu que não sou especialista, já foi efectuada, sendo que todos os custos a essa operação, vos serão imputados pelas vias legais ao dispor do consumidor"

Para isso foi lhe apresentado um orçamento que mais tarde por um motivo de cortesia comercial e por compreendermos que tal situação não será de fácil compreensão para o cliente, propusemos cobrir toda a mão de obra envolvida na reparação.

"Chamar cortesia comercial ao assumir metade do erro, e não a sua totalidade, com a agravante de ser o cliente a não ter compreensão para o sucedido, é de tão mau gosto que me abstenho por aqui de me referir a tal parágrafo".

Que foi prontamente recusada por si.

"Evidentemente, chamo-lhe coerência e reacionalidade"

Mais uma vez lamentamos qualquer transtorno causado
“Agradeço, uma vez mais, o lamento, e aproveito para informar V.Exas de que o valor alusivo à reparação, através de entidade relevante para o apuramento da verdade nestes casos, vos será remetido. Até lá, considerarei aberta esta reclamação.

Cumprimentos

Paula Rodrigues

11 Abr2019
Paula RODRIGUES reabriu a reclamação
09 Jul2019
Feu Vert alterou o estado para Sem resolução
10 Jul2019
Paula RODRIGUES avaliou a marca

1/10

Não

Voltaria a fazer negócio?

Uma vergonha de marca que engana os clientes. Deviam ter as portas fechadas.

20 Nov2019
Feu Vert alterou o estado para Resolvida
Esta reclamação foi considerada resolvida pela marca, e aceite pelo utilizador

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