Performance da Marca
52.2
/100
Razoável
Razoável
Índice de Satisfação nos últimos 12 meses.
Taxa de Resposta
78,8%
Tempo Médio de Resposta
36,5%
Taxa de Solução
53,8%
Média das Avaliações
44,3%
Taxa de Retenção de Clientes
52,4%
Ranking na categoria
Associações e Instituições Privadas
3 SUCH 61.9
...
Fundação INATEL52.2
Fundação INATEL
  • A Fundação INATEL pela sua história e natureza institucional, é uma organização singular na sociedade portuguesa que se afirma por uma missão, visão e valores organizacionais distintivos, que pretendem contribuir para o bem-estar integral e o desenvolvimento pessoal de cada um, bem como para a inclusão social de todos cidadãos.
    Criada em 1935 como Fundação Nacional para Alegria no Trabalho (FNAT), a Fundação INATEL, hoje tutelada pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, desenvolve atividades de valorização dos tempos livres nas áreas do turismo social, da cultura popular e do desporto amador, com profundas preocupações de humanismo e elevados padrões de qualidade.
    Está presente em todo o país com uma rede de 27 INATEL Locais, 17 Unidades Hoteleiras INATEL, um Parque de Jogos INATEL, vários pavilhões desportivos e o Teatro da Trindade INATEL, em Lisboa.

    A ação da Fundação INATEL envolve uma massa associativa que ronda os 250 mil associados individuais e os 3500 associados coletivos (Centros de Cultura e Desporto).

    A Fundação INATEL é a organizadora de referência, em todo o território nacional, das atividades de ocupação dos tempos livres e de lazer dos jovens, dos trabalhadores, dos seniores, das famílias e das comunidades através de propostas sustentáveis em todos os domínios da sua intervenção.

    Missão
    A missão da Fundação INATEL consiste na promoção das atividades de tempos livres e lazer dos jovens, dos trabalhadores e dos seniores, as quais contribuem para o bem-estar integral e o desenvolvimento pessoal de cada um, bem como para a inclusão social de todos cidadãos.

    Visão
    A INATEL quer ser o organizador de referência em todo o território nacional das atividades de ocupação dos tempos livres e de lazer dos jovens, dos trabalhadores, dos seniores, das famílias e das comunidades através de propostas sustentáveis nos domínios do turismo social, do apoio à cultura popular e da prática do desporto amador. Para tal, deve oferecer serviços diversificados de elevada qualidade e disponibilizar, nas melhores condições, os equipamentos especializados que opera e que melhor apoiam tais atividades.

    Valores
    A INATEL oferece aos seus beneficiários associados e à população em geral serviços que direta ou indiretamente permitem desfrutar, de forma positiva, do lazer propiciando a melhor ocupação dos tempos livres pela conjugação de qualidade e preços acessíveis a todos, praticando a discriminação positiva relativamente aos mais desfavorecidos, o que contribui para a maior inclusão social.
    A INATEL privilegia o reforço da relação de confiança que desenvolveu historicamente com a sociedade portuguesa, a qual se expressa na ampla e diversificada base associativa vinculada à Fundação. Ao mesmo tempo, observa na sua ação profundo respeito pela tradição cultural popular portuguesa, que procura preservar em toda a sua autenticidade

  • 210027000
    Chamada para a rede fixa nacional
  • Calçada de Santana, 180
    1169-062 Lisboa
  • inatel@inatel.pt

Fundação INATEL - Passeio porto

Sem resolução
2/10
Maria Crispim
Maria Crispim apresentou a reclamação
26 de setembro 2018
Passeio Temático Porto – Cultural – 22 e 23 de Setembro 2018
Este passeio foi no mínimo uma vergonha para uma Instituição com o conhecimento e experiência da Instituição Inatel.
Não conhecendo a cidade do Porto, e tendo disponibilidade muito limitada, ao ver a informação deste passeio achei interessante e uma forma de ter uma vista geral da cidade e dos pontos mais emblemáticos. Assim o demonstrava a propaganda á data em que contratei o passeio e que passo a transcrever.
“1ª dia – Partida em direção ao Porto. Panorâmica pela cidade, com passagem pelos principais pontos turísticos. Paragem junto á Sé Catedral para visita. Almoço em restaurante. De tarde, visita guiada ao Palácio da Bolsa. Após visita, continuação do passeio pedonal até aos Aliados Check-in em hotel em Matosinhos. ….Embarque em cruzeiro pelas 6 pontes com jantar bordo.
Não foi prestada qualquer informação sobre horários e apenas o da partida nos foi indicado aquando do pagamento final. 7 horas da manhã.
De Setúbal partimos antes da hora. Todos foram pontuais.
O primeiro percalço acontece em Santarém. O motorista não sai na auto-estrada e fizemos alguns Km até poder voltar atrás, recolher as pessoas e continuar.
Segundo percalço acontece em Coimbra. A mesma situação. Engano na saída, voltamos atrás, mais tempo perdido.
Em face deste atraso é-nos sugerido almoçar, visitar o Palácio da Bolsa e seguir directamente para Gaia para o passeio e jantar a bordo. Logicamente não foi aceite.
Com cerca de uma hora de atraso, a chegada prevista para as 12.30 acontece perto das 14 directamente para o restaurante, aqui ressalvo que o horário de almoço nos foi referido no início da viagem. Uma refeição que já aguardara mais que o tempo normal, comida á pressa, a maioria dos cafés tomados no corredor a caminho da saída.
Havia pressa para cumprir o horário de visita ao Palácio da Bolsa.
No percurso do Palácio da Bolsa para o hotel deveríamos, de acordo com o segundo programa, ter uma “vista panorâmica” de Matosinhos. A viagem foi rápida, por auto-estrada e com grandes chamadas de atenção para as horas, mais uma vez. Até ao momento todos tínhamos cumprido escrupulosamente e nenhum atraso tinha sido da nossa responsabilidade.
Refiro aqui segundo programa porque entretanto percebemos que o programa que serviu de base á nossa reserva tinha sido alterado. Já tinha sido eliminado a “vista panorâmica” do Porto e o passeio a pé.
A chegada ao cais de Gaia foi, segundo me pareceu, no horário que estava previsto. E para quê? Para passarmos 3 HORAS para trás e para a frente, de noite, num percurso debaixo das seis pontes. Algo que poderia ter sido reduzido permitindo assim o tal passeio a pé.

Segundo dia:
Mais uma vez muita pressão para nos despacharmos.
Tínhamos visita agendada á Fundação Serralves e não podia haver atrasos.
O passeio panorâmico prometido no dia anterior estava esquecido.
Chegámos á porta da Fundação às 9.20 para constatar que íamos esperar 40 minutos ao portão. Só abria às 10.
Finda a visita e o almoço que se seguiu deduzimos que a tarde livre mencionada no programa nos permitia alguma margem para ver algo mais.
Não foi assim.
A “guia” informa-nos (nem sabíamos qual o percurso seguinte) que não podíamos passar nos Aliados e que por isso iriamos parar próximo ao café Majestic, que iriamos a pé até lá espreitávamos pela janela e voltávamos por não haver tempo para mais.
Estava o Porto cultural visto.
Fica uma sensação de constante corrida, sem informação, os poucos pontos de interesse foram-me indicados por colegas de viagem. A guia raramente informa sobre os mesmos e, quando chamada á atenção mostrava-se incomodada.
No regresso a casa não houve enganos no caminho.
Ainda assim restavam-nos mais algumas surpresas. Ao aproximar de Lisboa a guia “sugere” vários locais de paragem para deixar os colegas de Lisboa em locais mais acessíveis. Chegados ao Colombo – ultima paragem de Lisboa – ouvimos no ar que teríamos uma paragem de meia hora, imperativos legais para o condutor que compreendemos.
O que não compreendemos é porque se é do conhecimento do Inatel que existem estes imperativos, não foram tomadas medidas para não prejudicar as pessoas que partiram de Setúbal e que foram as mais prejudicadas neste passeio. Não só pelas alterações verificadas no programa como nas impostas no percurso e maior tempo de viagem.
Somos informados em Lisboa que o programa não era exequível e daí os cortes nos passeios e que só com dois motoristas poderíamos fazer a viagem sem paragem e ainda (esta informação foi dada pelo motorista enquanto esperávamos passar a meia hora, a guia já tinha partido) que ele sugeriu fazer essa pausa de meia hora em Santarém em zona comercial e com sanitários mas foi a mesma recusada pelas pessoas de Lisboa que pretendiam chegar mais rápido a casa.
Queremos assim demonstrar o nosso total desagrado pela forma como fomos tratados pelo Inatel nesta visita demasiado cara para a qualidade da mesma.
O Inatel tem o dever moral de ressarcir estas pessoas porque:
Organizou um passeio que não era exequível mesmo com as alterações, segundo palavras da guia e que facilmente ficou comprovado.
Foi mal programado e mal preparado.
As pessoas foram enganadas, pagaram uma viagem de autocarro por um preço exorbitante, pouco mais tiveram que isso.
Deste passeio fica a pouca ou nenhuma vontade de repetir algo associado ao Inatel em passeios deste género.
Data de ocorrência: 26 de setembro 2018
Fundação INATEL
15 de outubro 2018
Ex.ma Senhora,
Tomamos nota das suas observações no Portal da Queixa, as quais mereceram a nossa melhor atenção.

Muito lamentamos os enganos do motorista na viagem de ida, e os respetivos atrasos, que levaram a dilações no começo das atividades previstas no Porto, e que também afetaram os restantes clientes. Este contratempo e a respetiva responsabilidade já foram imputados ao fornecedor em causa.

Relativamente à guia acompanhante, lamentamos que não tenha sido seu total agrado; no entanto, nunca tivemos queixas relativamente ao trabalho da mesma.

Somos solidários com a sua insatisfação, embora a apreciação da viagem dos outros clientes não tenha sido negativa.

Lastimamos uma vez mais o seu mal-estar nesta viagem, mas mantemos a expectativa de a poder rever em futuras viagens INATEL.

Atentamente.
Maria Crispim
Maria Crispim avaliou a marca
2 de janeiro 2021

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