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GNR - Paragem na autoestrada sem condições de segurança

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Pedro Falcão apresentou a reclamação

Venho por este meio expor uma reclamação à brigada de transito, aos guardas presentes neste dia(21/06/2020 por volta das 19horas), cuja identificação guardo.
Sítio/lugar em questão: KM17-18 da autoestrada A7 sentido V.N.Famalicão-Vila do Conde na berma da autoestrada que se encontrava a diminuir porque abre/aparece uma nova via (passa de 2 para 3)
A minha reclamação prende-se com a questão de segurança em que me mandaram parar como passo a descrever:
1º O espaço na berma era claramente insuficiente para parar o meu carro com segurança. Tanto o meu carro como o da brigada de transito ficou com as rodas direitas/ face lateral direita do carro já no limite do alcatrão da berma como posso comprovar por prova fotográfica. Do lado contrário não conseguia abrir a porta sem que comprometesse a via da direita da autoestrada.
2º O guarda **** orientou-me para sair do carro quando não tinha espaço para sair sem que entrasse na faixa de rodagem o que é um atentado à minha segurança e à segurança de outros condutores que passavam naquele momento naquela via. O mesmo voltou a acontecer quando entrei no carro.
3º Fui orientado para iniciar marcha atrás do veículo da brigada de transito para a faixa de rodagem que estava a começar a abrir/aparecer sem que tivesse espaço na berma para entrar na autoestrada a uma velocidade adequada (superior a 50km/h, o mínimo nesta autoestrada). Entrei na autoestrada a cerca de 20km/h uma vez que não tinha espaço para conseguir acelerar mais, provocando, assim, mais uma situação de risco para mim, para a minha irmã que estava no lugar de passageiro e para todos os utilizadores da autoestrada naquele momento.
4º Além da sinalização do próprio carro da brigada de transito, não foi colocado nenhum sinal de perigo a avisar outros condutores que haveria viaturas paradas na pequena berma em que estávamos parados, o que agrava ainda mais a situação em questão.
5º Desde o momento em que parei até iniciar marcha passaram cerca de 25 longos minutos naquela berma, não sei se houve alguma dificuldade técnica, mas vi que o guarda *** a falar durante algum tempo ao telemóvel o que prolongou o tempo de intervenção e, consequentemente, o risco de estar naquele local.
6º Perante tal situação decidi tirar fotografias que pudesse utilizar como prova do sucedido. Neste momento, o outro guarda, condutor do veículo e colega de trabalho do guarda ***, saiu do seu carro a correr em direção ao meu para autoritariamente me obrigar a mostrar o meu telemóvel para ver as fotografias alegando que não as poderia tirar, o que constitui um atentado à minha liberdade e privacidade. Se por algum momento ele desconfiou que infringi a lei quando tirei as fotos de certeza que abrigar-me a mostrar a minha galeria de fotos não é o correto, porque teve acesso a outras fotos que estavam no rolo e que eram privadas. Pedi naquele momento que me explicasse porque não poderia tirar foto do sucedido ao que me respondeu com toda a prepotência “não tenho que lhe explicar o código penal, senão estaria aqui o dia todo”. Voltei a perguntar mais alguma vezes porque não poderia tirar foto ao lugar e, após várias tentativas, acabou por me deixar tirar fotos e alegando que não poderia apanhar os guardas nem a matrícula ao que respondi “quando as tirei no primeiro momento tive esse cuidado porque sei que não o posso fazer”.
Termino a minha exposição e reclamação com a mensagem de que toda esta situação de perigo poderia ter sido evitada se os guardas me tivessem orientado para a próxima estação de serviço, saída de autoestrada, para uma berma que recolhesse condições para parar os carros (e, consequentemente, iniciar a marcha de novo) ou me enviassem o auto por carta para casa. Tanto eu como a minha irmã sentimos que a nossa integridade física foi posta em risco pelos guardas que decidiram parar naquele sitio/lugar.
Na minha opinião, não consigo ainda perceber porque o fizeram uma vez que poucos quilómetros depois aconteceu o mesmo com outro veículo, que desta vez foi orientado durante vários quilómetros até à saída da autoestrada.
Todos os anos morrem pessoas na berma das autoestradas e este foi sem dúvida uma situação que poderia ter acabado desta forma. Repudio extremamente as condições a que fui exposto por estes guardas da brigada de transito.
Para acesso ao material de prova, dados recolhidos ou alguma explicação não hesitem em contactar por correio electrónico.
26 Jun2020
Pedro Falcão editou a reclamação
Pedro Falcão está a aguardar resolução da marca

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