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Groupama Seguros - Resolução de sinistro

Sem resolução
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Joao Vieira apresentou a reclamação

Eu, Irina Mafalda Ramos Pedroso, vossa segurada, vítima e lesada de um sinistro ocorrido em 23 de Dezembro de 2018, venho até vós, através do presente e-mail, demonstrar a minha efectiva preocupação com o demorado e penoso desenvolvimento do processo de sinistro supramencionado, que do qual presenciei e fiz parte.



Quase decorridos mais de 6 meses do sinistro, aguardei de forma paciente e “dentro do possível” para que toda esta situação encontrasse um desfecho aceitável, justo e sobretudo real, visto que ando há mais de 150 dias a viver uma irrealidade que se baseia na crença de recuperar a minha viatura com o arranjo feito ou um valor plausível e razoável face aos prejuízos causados.



Em contacto directo e por escrito, com a companhia OCIDENTAL, responsáveis por mediar um acordo de arranjo ou perda total da minha viatura, desde o dia 22 do passado mês de Março, que elaborei 4 comunicações, tendo sido a última enviada e recebida na passada 5ª feira , dia 11 de Abril. Nada aconteceu…



Após a notificação da OCIDENTAL, onde me foi dito que iria ser accionado a Perda Total, solicitei uma nova reapreciação de analise, uma vez que o pretendido seria o efectivo arranjo. Como resposta, foi-me solicitado que indicasse um valor que me parecesse justo, uma vez que aquele que me foi colocado à disposição, não cobria nem o arranjo da viatura, nem cobria o crédito que ainda me encontro a pagar, associado à compra prestacional da viatura em epigrafe.



Perdi o direito ao carro de substituição a partir do momento em que recebi a notificação de Perda Total, com valores apresentados longe dos possíveis que me permitissem resolver a situação. A deslocação do meu espaço de trabalho até minha casa e às horas em que termino o meu fecho, só me é permitido fazer recorrendo a transportes de circulação privados (táxis e ubers) tendo estes uma despesa extra de 10 a 15 por viagem, valores que são incomportáveis para mim, ou através do motociclo do meu marido e da sua disposição para me levar até casa. Assim tem sido até ter sofrido um novo sinistro onde um carro colidiu na mota em que eu estava e que me deixou sobre baixa médica desde então. (Pergunto-me a mim mesma, se em 4 meses e meio, toda esta situação já não poderia estar regularizada?...)



Após o acidente voltei a escrever à OCIDENTAL onde dei conta do sucedido , bem como já me colocava na disposição de aceitar os 2.641 euros (que pela companhia mencionada foram propostos) desde que me cobrissem o restante valor do crédito do carro que está por pagar (mencionado no meu último email enviado para apreciação da gestora do processo).



Assim sendo, tudo tentei fazer para que esta situação se regulariza-se a bem. Fui paciente além do possível e tolerante muito além do impossível. Visto que a OCIDENTAL aparentemente não demonstra qualquer intenção de resolver a situação ao ponto de que a todas estas 4 exposições por escrito, em nenhuma e já longe dos prazos que tinham para se manifestar, recorro aos vossos serviços no sentido de me ajudarem a regularizar esta situação inclusive, obterem uma resposta por parte da OCIDENTAL uma vez que lamentavelmente optaram por um voto de silencio face a todas as minhas exposições.



A juntar a esta situação, no decorrer destes já passados 5 meses fiquei grávida , expus essa situação à OCIDENTAL no sentido em que tivessem em conta o meu estado físico. Mais uma vez, a companhia demonstrou-se indiferente à situação. Nem feedback face ao processo nem viatura de substituição…
27 ago 2020
A reclamação foi considerada "Sem Resolução" por falta de atividade
Esta reclamação foi considerada sem resolução

Comentários (1)

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Carlos

A Groupama não pode interferir na (má) gestão da Ocidental. Ponto final. Em último caso, resta-lhe a via judicial.