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Marca do Mês
Agosto 2020
Melhor Índice
de Satisfação

Categoria
Sites de Reservas de Viagens

Telefone: 910027058

Morada
Rua 28 de Janeiro, n.º 350, Candal Park
4400-335 Vila Nova de Gaia

E-mail
geral@icligo.com

Website
https://www.icligo.com

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iCliGo respondeu à reclamação de Alda Sá
há 1 mês
Em tratamento
Nova resposta
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iCliGo - Reembolso de reservas canceladas por motivo covid-19 (cruzeiros nas caraíbas)

Ora, no caso em concreto e, desde a primeira hora, a empresa manteve uma atitude responsável , cooperante, preocupada e assertiva nas soluções apresentar junto da cliente, prova dessa mesma postura, e muito antes da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, a empresa tentou encontrar soluções que fossem exequíveis, atento a situação criada com a pandemia.Todavia, e dado que o produto contratado é prestado directamente por operador turístico, ora, a consequente emissão de voucher está dependente da aprovação daquele. Logo, toda e qualquer reclamação tem que ser imputada diretamente à traveltool, como no caso em concreto assiste e não à empresa ICLIGO, como erradamente foi realizado. Sendo que, e, sem prescindir, pela empresa icligo continua a ser prestada um cuidado permanente na resolução do problema reportado pelo cliente, sendo sua obrigação como lhe assiste, desde a primeira hora, apresentação de soluções face à situação pandémica que atravessamos, que permitam agilizar e coadunar a todas as partes envolvidas, sob pena do assacamento de responsabilidade apenas uma das partes . Logo, e com relevância para o caso concreto, como em muitos outros, a justeza de uma medida e o critério aplicável à mesma, depende do conjunto de variações que esta decorre, logo, a permanência do sistema macro económico no setor do turismo é fundamental e pedra basilar da atividade comercial das empresas que operam neste setor, mas também , peça fundamental para que consumidor possa usufruir dessas mesmos produtos no seu dia-a-dia. Pelo que, critérios de razoabilidade são fundamentais para uma permanência deste setor no sistema nacional. A equipa ICLIGO

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iCliGo respondeu à reclamação de Manuel Santos
há 4 meses
Resolvida
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iCliGo - Não devolução do dinheiro, cancelamento devido ao Covid

Exmo. Senhor,

No seguimento do contato já endereçado pela nossa equipa de suporte, foi remetido de acordo com o Decreto Lei n.º 17/2020, vale/voucher do valor liquidado por V. Exa, aquando de reserva de viagem na nossa agência, para poder utilizar até 31/12/2021.

Ora, em caso de não ter rececionado devidamente toda a documentação em apreço, iremos remeter, mais uma vez, todos os documentos necessários, nomeadamente, vale/voucher, dado ser essa a sua pretensão, como já manifestado junto do nosso departamento de suporte.

Sem mais de momento,

A equipa ICLIGO.

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iCliGo respondeu à reclamação de Ana Vieira
há 4 meses
Resolvida
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iCliGo - Reagendamento

Exma. Sr.ª Ana Paula Vieira

No seguimento da situação epidemiológica que atravessamos derivado da doença COVID-19, a qual, determinou abruptamente uma mudança nefasta no nosso quotidiano social, pessoal e profissional, vimos irremediavelmente o setor do TURISMO sofrer um enorme revés na sua atividade, e, mais ainda, todos os nossos clientes, fruto da não efetivação das viagens planeadas ou devido ao cancelamento das mesmas por fato imputável ao surto da pandemia da doença COVID-19.

Ora, no caso em concreto e, em muitos outros, com situações semelhantes a V. Exa, desde a primeira hora, a empresa tem mantido uma atitude responsável , cooperante, preocupada e assertiva nas soluções apresentar junto de todos os seus clientes, prova dessa mesma postura, e muito antes da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, foram disponibilizados VOUCHER dos valores então pagos pelo cliente, aquando da reserva da viagem , para serem utilizados até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Na verdade, esta tomada de posição da empresa visada desde logo garantir o direito e reserva do consumidor/cliente, face à "tempestade" que se avizinhava, o que assim sucedeu.

E, em bom rigor, efetivando-se o propósito apresentado, muito recentemente com a publicação do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, comprovou-se que a solução inicialmente apresentada pela empresa, correspondeu em grande medida ao que o legislador consagrou, enquanto direito dos viajantes a serem ressarcidos em caso de não realização de viagem programada entre o período de 13 de Março de 2020 a 30 de Setembro de 2020, por fato imputável à doença COVID-19, através da utilização do mesmo método de reembolso, ou seja, emissão de VOUCHER/VALE ou possibilidade de reagendamento da viagem até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Assim, certos que desde a primeira "hora" mantivemos e continuamos a ter uma postura responsável, sóbria e equitativa, para solucionar todas as questões que nos são apresentadas junto do nosso departamento de apoio ao cliente, vimos, informar que iremos contatar a V. Exa, e, em cumprimento dos requisitos elencados no disposto dos artigos 2 e 3º, n.º 1 do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, de modo apresentar junto de V. Exa, a melhor solução para o caso evidenciado, desde logo, emissão de vale ou reagendamento da viagem até 31/12/2020.

Por fim , destacar que toda e qualquer resposta apresentada junto do nosso back office support está a ser ultimada com máxima celeridade possível, face à conjectura que atravessamos, de modo a promover uma solução eficaz em cada caso que nos é apresentado.

Sem mais de momento,

A Equipa ICLIGO

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iCliGo respondeu à reclamação de Alda Sá
há 4 meses
Resolvida
Nova resposta
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iCliGo - Reembolso por cancelamento de viagem / reserva 21342

Exma. Sr.ª Alda Ferreira Sá

Os nossos respeitosos cumprimentos,

No seguimento da situação epidemiológica que atravessamos derivado da doença COVID-19, a qual, determinou abruptamente uma mudança nefasta no nosso quotidiano social, pessoal e profissional, vimos irremediavelmente o setor do TURISMO sofrer um enorme revés na sua atividade, e, mais ainda, todos os nossos clientes, fruto da não efetivação das viagens planeadas ou devido ao cancelamento das mesmas por fato imputável ao surto da pandemia da doença COVID-19.

Ora, no caso em concreto e, em muitos outros, com situações semelhantes a V. Exa, desde a primeira hora, a empresa tem mantido uma atitude responsável , cooperante, preocupada e assertiva nas soluções apresentar junto de todos os seus clientes, prova dessa mesma postura, e muito antes da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, foram disponibilizados VOUCHER dos valores então pagos pelo cliente, aquando da reserva da viagem , para serem utilizados até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Na verdade, esta tomada de posição da empresa visada desde logo garantir o direito e reserva do consumidor/cliente, face à "tempestade" que se avizinhava, o que assim sucedeu.

E, em bom rigor, efetivando-se o propósito apresentado, muito recentemente com a publicação do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, comprovou-se que a solução inicialmente apresentada pela empresa, correspondeu em grande medida ao que o legislador consagrou, enquanto direito dos viajantes a serem ressarcidos em caso de não realização de viagem programada entre o período de 13 de Março de 2020 a 30 de Setembro de 2020, por fato imputável à doença COVID-19, através da utilização do mesmo método de reembolso, ou seja, emissão de VOUCHER/VALE ou possibilidade de reagendamento da viagem até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Assim, certos que desde a primeira "hora" mantivemos e continuamos a ter uma postura responsável, sóbria e equitativa, para solucionar todas as questões que nos são apresentadas junto do nosso departamento de apoio ao cliente, vimos, solicitar que contate o nosso departamento para que possa o quanto antes, e, em cumprimento dos requisitos elencados no disposto dos artigos 2 e 3º, n.º 1 do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, apresentar junto de V. Exa, a melhor solução para o caso evidenciado, desde logo, emissão de vale ou reagendamento da viagem até 31/12/2020.

Sem mais de momento, e inteiramente ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional.

A Equipa ICLIGO

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iCliGo respondeu à reclamação de Rogério Silva
há 4 meses
Resolvida
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iCliGo - Cancelamento de viagem

Exmo. Sr. Rogério Silva

No seguimento da situação epidemiológica que atravessamos derivado da doença COVID-19, a qual, determinou abruptamente uma mudança nefasta no nosso quotidiano social, pessoal e profissional, vimos irremediavelmente o setor do TURISMO sofrer um enorme revés na sua atividade, e, mais ainda, todos os nossos clientes, fruto da não efetivação das viagens planeadas ou devido ao cancelamento das mesmas por fato imputável ao surto da pandemia da doença COVID-19.

Ora, no caso em concreto e, em muitos outros, com situações semelhantes a V. Exa, desde a primeira hora, a empresa tem mantido uma atitude responsável , cooperante, preocupada e assertiva nas soluções apresentar junto de todos os seus clientes, prova dessa mesma postura, e muito antes da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, foram disponibilizados VOUCHER dos valores então pagos pelo cliente, para serem utilizados até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Na verdade, esta tomada de posição da empresa visada desde logo garantir o direito e reserva do consumidor/cliente, face à "tempestade" que se avizinhava, o que assim sucedeu.

E, em bom rigor, efetivando-se o propósito apresentado, muito recentemente com a publicação do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, comprovou-se que a solução inicialmente apresentada pela empresa, correspondeu em grande medida ao que o legislador consagrou, enquanto direito dos viajantes a serem ressarcidos em caso de não realização de viagem programada entre o período de 13 de Março de 2020 a 30 de Setembro de 2020, por fato imputável à doença COVID-19, através da utilização do mesmo método de reembolso, ou seja, emissão de VOUCHER/VALE ou possibilidade de reagendamento da viagem até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Assim, certos que desde a primeira "hora" mantivemos e continuamos a ter uma postura responsável, sóbria e equitativa, para solucionar todas as questões que nos são apresentadas junto do nosso departamento de apoio ao cliente, vimos, solicitar que contate o nosso departamento para que possa o quanto antes, e, em cumprimento dos requisitos elencados no disposto dos artigos 2 e 3º, n.º 1 do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, apresentar junto de V. Exa, a melhor solução para o caso evidenciado, desde logo, emissão de vale ou reagendamento da viagem até 31/12/2020.

Sem mais de momento,

A Equipa ICLIGO

iCliGo
iCliGo respondeu à reclamação de Manuel Santos
há 4 meses
Resolvida
Nova resposta
iCliGo

iCliGo - Não devolução do dinheiro, cancelamento devido ao Covid

Exmo. Sr. Manuel Duran Ferreira dos Santos.

No seguimento da situação epidemiológica que atravessamos derivado da doença COVID-19, a qual, determinou abruptamente uma mudança nefasta no nosso quotidiano social, pessoal e profissional, vimos irremediavelmente o setor do TURISMO sofrer um enorme revés na sua atividade, e, mais ainda, todos os nossos clientes, fruto da não efetivação das viagens planeadas ou devido ao cancelamento das mesmas por fato imputável ao surto da pandemia da doença COVID-19.

Ora, no caso em concreto e, em muitos outros, com situações semelhantes a V. Exa, desde a primeira hora, a empresa tem mantido uma atitude responsável , cooperante, preocupada e assertiva nas soluções apresentar junto de todos os seus clientes, prova dessa mesma postura, e muito antes da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, foram disponibilizados VOUCHER dos valores então pagos pelo cliente, aquando da reserva da viagem , para serem utilizados até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Na verdade, esta tomada de posição da empresa visada desde logo garantir o direito e reserva do consumidor/cliente, face à "tempestade" que se avizinhava, o que assim sucedeu.

E, em bom rigor, efetivando-se o propósito apresentado, muito recentemente com a publicação do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, comprovou-se que a solução inicialmente apresentada pela empresa, correspondeu em grande medida ao que o legislador consagrou, enquanto direito dos viajantes a serem ressarcidos em caso de não realização de viagem programada entre o período de 13 de Março de 2020 a 30 de Setembro de 2020, por fato imputável à doença COVID-19, através da utilização do mesmo método de reembolso, ou seja, emissão de VOUCHER/VALE ou possibilidade de reagendamento da viagem até ao dia 31 de Dezembro de 2021.

Assim, certos que desde a primeira "hora" mantivemos e continuamos a ter uma postura responsável, sóbria e equitativa, para solucionar todas as questões que nos são apresentadas junto do nosso departamento de apoio ao cliente, vimos, solicitar que contate o nosso departamento para que possa o quanto antes, e, em cumprimento dos requisitos elencados no disposto dos artigos 2 e 3º, n.º 1 do Decreto Lei n.º 17/2020, de 23 de Abril, apresentar junto de V. Exa, a melhor solução para o caso evidenciado, desde logo, emissão de vale ou reagendamento da viagem até 31/12/2020.

Sem mais de momento,

A Equipa ICLIGO

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