Venho exprimir o meu descontentamento com os manuais entregues.
Conforme a plataforma MEGAMANUAIS nos informou, fomos levantar os manuais reutilizados.
Os manuais nesta etapa de escolaridade não apresentam condições para serem reutilizados, nem foram concebidos tendo em conta esta finalidade, bem como nesta faixa etária é difícil exigir a uma criança de tão tenra idade, entre os 6 e 9 anos, que não risque que não pinte os manuais, inclusive que rasgue uma folha ou outra etc. Assim como seria de esperar, encontrei os manuais devidamente identificados com o nome do anterior utilizador, com exercícios resolvidos por apagar, com texto sublinhado, figuras pintadas com lápis de cor, e determinados exercícios apesar de estarem apagados percebe-se perfeitamente o conteúdo das respostas etc., pelo que, atendendo ao exposto, não posso aceitar estes manuais quando os danos comprometem as finalidades pedagógicas a que se destinam.
Diz bem Ivone. Os manuais não foram pensados na sua concepção para serem utilizados; têm autocolantes, quadros para desenhar e outras coisas normais para quando um livro é para não ser utilizado. A informação passada às escolas, professores, educadores, etc. foi deturpada, logo temos livros rasgados e pintados, apagados e por apagar com certos e errados feitos pelos próprios professores que agora "passam" para novos utilizadores. Temos muito que aprender nesta materia.
Livros danificados: como reclamar
Face ao elevado número de situações em que os livros são entregues com problemas, o Ministério da Educação esclareceu que,
quando os danos “possam comprometer as finalidades pedagógicas a que se destinam, devem os encarregados de educação dirigir-se às escolas
e solicitar que este tipo de situações sejam corrigidas”. Ou seja, se os livros não estiverem realmente em condições de serem reutilizados,
apresente o caso à escola.
Caso não haja abertura do estabelecimento de ensino para substituir os manuais, pode recorrer à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
O contacto é feito pessoalmente (entre as 9 e as 17 horas), por correio (morada: Praça de Alvalade, n.º 12, 1749-070 Lisboa) ou por via eletrónica.
Aconselhamos a expor o caso por escrito, para haver registo da queixa. Pode até anexar fotografias das páginas danificadas.
Note, no entanto, que a escola e a DGEstE não estão obrigadas a cumprir um prazo para dar resposta à reclamação
Esta página não representa o sítio oficial online da entidade. Se desejar poderá apresentar diretamente a sua reclamação através dos canais disponibilizados pela entidade e/ou pelos canais dos reguladores ou organismos de resolução de conflitos. Todas as informações de contacto, imagem ou logótipos visíveis, são apresentados de acordo com a informação enviada pelos utilizadores e/ou com os sinais distintivos que a marca apresenta no mercado e na sua comunicação.
Comentários (2)
Mário Alves •
Diz bem Ivone. Os manuais não foram pensados na sua concepção para serem utilizados; têm autocolantes, quadros para desenhar e outras coisas normais para quando um livro é para não ser utilizado. A informação passada às escolas, professores, educadores, etc. foi deturpada, logo temos livros rasgados e pintados, apagados e por apagar com certos e errados feitos pelos próprios professores que agora "passam" para novos utilizadores. Temos muito que aprender nesta materia.
Tânia Lopes •
A DECO explica:
Livros danificados: como reclamar
Face ao elevado número de situações em que os livros são entregues com problemas, o Ministério da Educação esclareceu que,
quando os danos “possam comprometer as finalidades pedagógicas a que se destinam, devem os encarregados de educação dirigir-se às escolas
e solicitar que este tipo de situações sejam corrigidas”. Ou seja, se os livros não estiverem realmente em condições de serem reutilizados,
apresente o caso à escola.
Caso não haja abertura do estabelecimento de ensino para substituir os manuais, pode recorrer à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
O contacto é feito pessoalmente (entre as 9 e as 17 horas), por correio (morada: Praça de Alvalade, n.º 12, 1749-070 Lisboa) ou por via eletrónica.
Aconselhamos a expor o caso por escrito, para haver registo da queixa. Pode até anexar fotografias das páginas danificadas.
Note, no entanto, que a escola e a DGEstE não estão obrigadas a cumprir um prazo para dar resposta à reclamação
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