Boa Tarde;
Como pai de uma aluna do 3º ano recebi um voucher no agrupamento de escolas e levantei no mesmo local dois manuais reutilizados, relativamente aos manuais, nesse sentido tenho que juntar a minha voz de protesto à de muitos outros outros pais, pois acho em primeiro lugar que a medida é extremamente pertinente, no entanto, os manuais nesta etapa de escolaridade não apresentam condições para serem reutilizados, nem foram concebidos tendo em conta esta finalidade, bem como nesta faixa etária é difícil exigir a uma criança de tão tenra idade, entre os 6 e 9 anos, que não risque que não pinte os manuais, inclusive que rasgue uma folha ou outra etc. Assim como seria de esperar, encontrei os manuais devidamente identificados com o nome do anterior utilizador, com exercícios resolvidos por apagar, com texto sublinhado, figuras pintadas com lápis de cor, folhas rasgadas e determinados exercícios apesar de estarem apagados percebe-se perfeitamente o conteúdo das respostas etc., pelo que, atendendo ao exposto, não posso aceitar estes manuais quando os danos comprometem as finalidades pedagógicas a que se destinam.
Mas tive mais surpresas, entregaram à minha esposa um voucher para levantamento de um manual novo de inglês junto de uma das papelarias convencionadas, sendo que, ao utilizarmos o citado voucher no estabelecimento amavelmente foi nos comunicado pela funcionaria que o voucher estava bloqueado. Assim dirigimos-nos novamente à escola para tentar perceber o que se passava com o voucher, na qual nos foi comunicado que o voucher tinha sido cancelado, pelo que, a duas semanas do inicio das aulas a minha filha ainda não tem o livro de inglês e ainda não sabemos qual vai ser o desfecho.
Fico Aguardar uma resposta, relativamente às duas situações que supra aludi.
Comentários (1)
Tânia Lopes •
A DECO explica:
Livros danificados: como reclamar
Face ao elevado número de situações em que os livros são entregues com problemas, o Ministério da Educação esclareceu que,
quando os danos “possam comprometer as finalidades pedagógicas a que se destinam, devem os encarregados de educação dirigir-se às escolas
e solicitar que este tipo de situações sejam corrigidas”. Ou seja, se os livros não estiverem realmente em condições de serem reutilizados,
apresente o caso à escola.
Caso não haja abertura do estabelecimento de ensino para substituir os manuais, pode recorrer à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
O contacto é feito pessoalmente (entre as 9 e as 17 horas), por correio (morada: Praça de Alvalade, n.º 12, 1749-070 Lisboa) ou por via eletrónica.
Aconselhamos a expor o caso por escrito, para haver registo da queixa. Pode até anexar fotografias das páginas danificadas.
Note, no entanto, que a escola e a DGEstE não estão obrigadas a cumprir um prazo para dar resposta à reclamação
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