Meu Super

Modelo Continente Hipermercados S.A.

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Categoria
Hiper e Supermercados

Telefone: 214244202

Morada
Rua João Mendonça nº505
4460 Senhora da hora
Matosinhos

E-mail
meusuper@sonaemc.com

Website
http://www.meusuper.pt

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Meu Super - Tentativa de agressão por uma funcionária

Resolvida
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Maria Correia apresentou a reclamação

Tinha vindo de fazer umas análises na Affidea da Almirante Reis e dirigi-me ao supermarcado Meu Super da Rua de Arroios, igualmente para fazer umas compras e tomar o pequeno almoço, pois estava em jejum. É uma loja onde vou habitualmente pois ando na fisiterapia mesmo ali perto.

Pedi, como de habitual- uma sandes em pão-mole de queijo fresco e um galão. A rapariga, que conheço de vista, começa a preparar o pão. Serve-me a sandes que levo para a mesa mesmo ali perto, ficando de costas para ela. A seguir ela serve-me o galão. Começo a comer calmamente e ela a atender vários clientes. Isto eram cerca de 9.30 da manhã. Daí a pouco começo a ouvir, em som muito alto, a voz dela a pedir para lhe pagarem não sei quanto. Nem percebi para quem era. Estava de costas, o local cheio e já tinha comido metade do pão. Continua a gritaria, até que me viro, por mera curiosidade e vejo que ela estava a dirigir-se a mim! Pergunto-lhe se era comigo, pois eu estava a tomar o pequeno almoço e não me tinha pedido pagamento prévio nenhum. Ela desata a gritar ainda mais e começa a colocar-me em xeque perante toda a gente. À s tantas diz: "você julga que é mais que as outras, ou diferente das outras, para não pagar? " E insiste na ordinarice e estupidez: Isto é pré-pagamento!". Eu apenas lhe respondo que pré-pagamento quer dizer isso mesmo- pagamento antes de servir. Não significa pagamento durante a refeição. Ela insiste na gritaria, aumenta de tom e desata a ser ordinária e a fazer escãndalo, com a repetição de "Você julga-se mais que os outros?". Eu aí respondo-lhe- sim- sou diferente, não sou porca. Não vou agora interromper o pequeno almoço para pegar em dinheiro porque se não me pediu na altura certa- antes de me servir- agora vai esperar que eu acabe de comer e pago no fim. E repito- sou cliente da casa, todos v.s me conhecem, até já me levaram compras a casa. A sujeita não se cala, não se acalma e volta ao berreiro público ordinário para me fazer passar por vigarista e diz: "isso cliente todos dizem que são"!. O histerismo dela aumentou de tom e eu digo-lhe que falava assim em casa com a mãezinha ou o paizinho mas não falava assim comigo que tenho 66 anos de idade e não sou da família dela. A partir daí a coisa foi de tal ordem que tentou atirar-se a mim. E dizia que eu lhe tinha insultado a mãe por repetir o que ela me estava a chamar a mim. A estupidez maior foi esta. Ela sabe que me estava a insultar e por isso considerou insulto dizer o mesmo à mãe mas a mim não. Foi agarrada várias vezes pelos funcionários e levada para dentro de uma outra dependência. Soltava-se de lá e vinha que nem um animal para cima de mim. Eu cheguei a ter de me recolher dentro de um balcão para não ser agredida. Depois desaparece. Aproveito e vou a sair e está doida na esquina do supermercado, à porta a fazer-me uma espera- avança para me agredir. Só não agrediu porque novamente foi agarrada pelas raparigias colegas e um outro rapaz colega que lá estava. Eu chamo a polícia. O dono da loja não estava lá. Esperei longo tempo pela polícia. O dono da loja aparece ainda com a polícia lá e junta-se áquela grupo de mentirosos e encobridores e ainda se ri e goza comigo. De dentro da loja diz que não tem que dialogar comigo e volta à imbecilidade que a ordinária disse- que pré-pagamento é pré-pagamento e que eu não queria pagar. Isto é um escândalo. Foi feita participação policial da agressora. Quero igualmente fazer participação do dono desta loja em franshising do Continente. Sem estar presente. Sem ter assistido a nada, apenas aproveitou a grosseria natural para agredir verbalmente e cobardemente uma senhora de 66 anos. Tudo o que a sujeita agressora disse aos polícias é pura mentira. Ainda ouvi ela a aldrabar e a dizer que até me disse para eu acabar o pequeno almoço e que eu é que a tentei agredir e ameaçei de fazer a folha- Se não fosse caricato isto ser dito por uma avantesma de uns 20/30 anos acerca de uma senhora frágil e cardíaca de 66, era a prova provada que o mundo está mesmo às avessas. Este dono desta loja é um grosseirão, machista e ordinário que aproveitou a tourada da funcionária para ainda gozar com o caso.
25 Mai2018
Maria Correia editou a reclamação
05 Jun2018
Maria Correia editou a reclamação
05 Nov2018
Meu Super alterou o estado para Resolvida
05 Nov2018
Maria Correia avaliou a marca

1/10

Não

Voltaria a fazer negócio?

Não sei a que título consideraram a reclamação resolvida, já que ninguém se dignou sequer a responder, quanto mais a pedirem desculpa e punirem o brutal comportamento.

Esta reclamação foi considerada como resolvida pela marca, e aceite pelo utilizador

Comentários (4)

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Maria Correia Autor

Conte lá o que viu e quem é que não teve respeito por quem!
Faça favor ou está a levantar falsos testemunhos!
Eu estava descansadíssima a tomar o pequeno almoço- preparado e servido pela funcionária. Acaso ela me pediu para pagar alguma coisa antes de servir, ou enquanto servia?
Serviu a sandes. Perguntou se eu queria mais alguma coisa- eu disse que queria um galão. Passou-me o galão para a mesa, frente ao balcão, onde eu estava sentada. Estou a comer tranquilamente. Agora conte lá ao que assistiu enquanto eu estava a tomar este pequeno almoço num local onde vou habitualmente e onde todos me conhecem.
Força porque vai ter de contar ou então apenas demonstrar que está a mentir e pelo simples motivo de ser amiga dela.

Tudo o que eu escrevi é a mais pura verdade. A brutalhona foi estúpida e insistiu- de forma imbecil- na estupidez de querer que eu interrompesse o pequeno almoço para lho pagar, dizendo que era pré-pagamento, Como eu respondi que se era pré- então tivesse pedido antes e agora ia esperar que eu acabasse- o que é que a dita gerente do supermercado (como ela acabou por dizer que era) fez? Calou-se? pediu desculpa? ou ainda fez pior e desatou a dar espectáculo, chamando a atenção sobre mim, como se eu- que estava sentada na mesa, estivesse a fugir sem pagar?
O que é que ela fez? o que é que ela disse?
Vá, conte lá!

Ela desata a gritar ainda mais e, com ar ordinário e provocador - diz: " mas v. julga-se mais que as outras pessoas para não pagar o pré-pagamento?" - V. é diferente das outras pessoas?

E foi a partir daqui que tudo descambou. Porque eu respondi-lhe que não era porca e não ia sujar as mãos. E que ela ia era falar daquele modo com a mãezinha dela e não comigo.

E foi por causa desta frase onde entrou a mãezinha que a labrega se atira a mim, dizendo que eu lhe estava a insultar a mãe.
A imbecil nem percebeu que se alguém estava a insultar a mãe dela era ela própria, pois o que me estava a dizer era impróprio para dizer à mãe, mas não era a uma senhora bem mais velha e cliente que devia atender com delicadeza.

A partir daqui marrava desencabrestada pela loja e tinha de ser manietada por colegas e fechada numa divisão do supermercado. Soltou-se várias vezes. Foi agarrada várias vezes porque vinha em minha direcção para me bater e repetiu o mesmo em espera na rua. Só foi travada depois de eu ser obrigada a chamar a polícia para sair dali.

Isto é de loucos e o problema dessa mulher há-de ser mais que falta de educação. É uma demente.

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Maria Correia Autor

V. é uma aldrabona. Nem sequer é a funcinária grávida que costuma fumar à porta e que também a agarrou. É uma mentirosa.

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Maria Correia Autor

É parecida com a funcionária grávida que fuma à porta. Lá isso é, mas nem me interessa.

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Maria Correia Autor

Um dos rapazes ainda tentou travar e até disse que eu tinha razão. A única que não se meteu nem reparei ter prestado declarações à polícia, foi uma rapariga morena, de tranças, óculos e com aparelho nos dentes, com quem até já tinha tido conversa bem agradável. Eu trato sempre toda a gente bem. O que nunca na vida assisti foi uma gerente de supermercado interromper um pequeno almoço de uma cliente para fazer uma cena ordinária e obrigá-la a pagar a meio da refeição.
Isto é que é uma loucura e só alguém drogado, bêbado ou totalmente imbecil faz uma coisa destas e ainda insulta a cliente por estar a comer tranquilamente o pequeno almoço que lhe serviu.

A outra moça uma vez até teve uma conversa gira por causa de uma saca das compras que ela explicou que era típica na terra dela e que as mulheres usavam no campo para as batatas. Estivémos a falar sobre isso, de forma civilizada, enquanto eu comia uma sandes igual e sem nunca ter a estúpida ideia de me interromper a refeição para me obrigar a pagar justificando que era pré-pagamento!
Foi esta frase que só um analfabeto pode dizer que o responsável da loja acabou a repetir de lá de dentro para mim, que estava cá fora, quando apareceu por causa da polícia.

Isto é mais que analfaetismo e mais que falta de profissionalismo- é que eu disse- gente a quem nunca ninguém soube educar em família. Não é a profissão que vai conseguir alterar a grunhice que têm entranhada e o modo ordinário como se dirigem a pessoas mais velhas como se tudo fosse colega da escola.