Minipreço

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Categoria
Hiper e Supermercados

Telefone: 808 200 795

Morada
Rua Dr. José Joaquim de Almeida, 2,
2780-337 Oeiras

Website
http://www.minipreco.pt

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Minipreço - Géneros alimentícios impróprios para consumo

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maria marques apresentou a reclamação

Exmos Senhores
Encontro-me desde Janeiro do corrente, impossibilitada de me movimentar devido a um acidente que sofri. Assim sendo solicitei à dona do referido supermercado por tlm pessoal, (visto o contacto do estabelecimento estar permanentemente ligado ao fax e por isso, não conseguir ligar em tempo útil) tenho contactado desde há 3 meses para o particular no envio de sms e de viva voz, a listagem dos produtos que pretendo para o mês. Pela prestação desse serviço tenho pago 5€ por minha iniciativa, em vez de ficar em favor. Ora desde Fevereiro, têm vindo produtos que encomendo, nomeadamente fruta, batata doce, leite, iogurtes, etc . Estes vêm com 3 dias do limite do prazo, e foi-me respondido quando reclamei que os podia comer até 1 mês além do prazo da embalagem - embora eu faça sempre referência a que mandem com o máximo da data para dar pelo menos para 15 ou 20 dias. Quanto à fruta e batatas doces, além de podres ou tocadas, fui obrigada a deitar quase 4kg no lixo, de várias espécies durante este período. Sempre me queixei do facto e pedi que na encomenda seguinte fossem repostos os mesmos produtos ou descontados na factura. Nunca o fizeram. Há praticamente 2 anos e meio a esta parte, que a qualidade veio descambando, mas os preços mantém-se. A fruta tem mau aspecto e não possui os requisitos exigidos pela Comunidade Europeia. Depois de não ter sido ressarcida do que gastei e não consumi, enviei sms e falei de viva voz, a comunicar a situação e a resposta foi que os fornecedores eram os mesmos e que ninguém se queixava e que assim era melhor não continuar a fornecer-me e se todos fossem assim tão exigentes....nem ela teria fornecedores.
Isto não são respostas que se dêem a quem lesaram, e está doente, incapacitada de escrever num livro de reclamações, porque nestes 2 anos as queixas foram bastantes e agora pior, visto não sair de casa. Avisei que iria participar á ASAE e a resposta foi que "na semana passada (a esta data, 13/5/2019) já lá tinham ido. Por isso, coloquei a mesma questão à ASAE, para me certificar da veracidade dos factos. Pretendo pois que a verba dos produtos que paguei e não consumi por estarem impróprios e outros que vieram sem os ter solicitado e que aguardam que os venham buscar. Aqui nesta queixa, apenas apresentei 1 dos 4 números de facturas em meu poder. Mais as sms a informar de que tipo de fruta, quantidade e valor deveriam ter reposto e o resultado, foi, pasme-se, deslocarem-se ambos (casal) à minha residência, sem aviso prévio no fim de semana 11 deste mês, sem tocaram à campaínha - que se encontra junto ao portão de entrada - abriram-no, subiram as escadas exteriores e bateram à minha porta por volta das 11h - estava eu ainda a descansar. Vieram numa tentativa de me manipularem a não apresentar queixa mas igualmente com discurso intimidatório perguntando "quanto é que me deviam" e se eu "sabia quem ele era" - o dono. Respondi que ambos é que deveriam saber pois eram os proprietários do supermercado e que lhes tinha enviado por sms o valor e quantidade de cada produto. Bastaria terem feito as contas. Depois do escândalo à minha porta, e de lhes ter comunicado que mais tarde lhes daria o valor correcto, e podiam proceder ao pagamento por transferência bancária ou depósito em numerário, a resposta da proprietária do estabelecimento foi: "eu não trabalho com transferências mas com dinheiro"!
Pelos vistos, nem o trabalho é sério por aquilo que vende, e para pagar a quem é lesado como consumidor, também não! Mas já em anos anteriores, eu deixei de trazer legumes, nomeadamente bróculos por estarem já amarelados, a abóbora seca ou já melada, iogurtes fora prazo, e falhas constantes de produtos que não tinham nem em armazém. Pensei como era a dona da loja que metia as compras nos sacos, providenciaria o que tinha de melhor, porque a responsabilidade em efectuar compras por outrém, traria mais cuidado e atenção. Afinal deu-se o mesmo. Ao fim de 3 dias a fruta estava já com bolor, e mantendo-as eu no frigorífico, enfim...tenho todas as sms para confirmar e as facturas como já referi. E depois de todo o carnaval à minha porta - invasão de propriedade, abuso de confiança e má fé - nem pagaram, nem fizeram depósito nem transferiram 1 cêntimo. Isto é pouca vergonha, vigarice pura e crua e sobretudo incivilidade! - Não se vai a casa de ninguém sem aviso prévio sabendo que a pessoa se encontra doente. E disse-lhes que sabia de clientes que deixaram de adquirir produtos lá pelas mesmas razões mas que não estavam para se incomodar em reclamações e perdas de tempo e outros se calhar também com medo de represálias e como isto é um meio pequeno não quiseram ser alvo de comentários. Deram-se mal comigo, porque eu até nem sou de cá, nasci fui criada, estudei, fui funcionária do Estado em várias governações e não sou pessoa para baixar os braços e silenciar-me, mais a mais perante gente desta casta. Aguardo que me informem se existe LIVRO DE RECLAMAÇÕES porque pedi que me o trouxessem quando viessem cá pela 2ª vez, sem invasão de propriedade, de novo. E pagar em dinheiro como aludiram, já que lhes foi fornecido posteriormente, as contas certas. Devem 19,82€ excluindo juros de mora e indemnização por danos morais, atentado ao meu bom nome, má fé, fraude. O Livro é obrigatório por LEI.
E SER RESSARCIDA DOS PREJUÍZOS TAMBÉM! - nem que fosse 1€. - POR DIREITO!

Maria Manuela Marques

maria marques está a aguardar resposta da marca

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