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Onevet
Onevet respondeu à reclamação de Carlos Gamelas
há 8 meses
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Onevet

Onevet - Vacina contra o parvovírus

Exmo(os). Senhor(es)
No dia 29 de Janeiro de 2022 a Sra. Ana Maria Martins Gamelas, tutora do “Pintas” dirigiu-se à Policlínica Veterinária de Aveiro com o seu animal para a administração das vacinas essenciais felinas ( Parvovírus felino, Herpesvírus felino e calicivírus felino).
Na consulta constatou-se que o Pintas não possuía boletim sanitário oficial e nem tinha microchip aplicado. Foi explicado a obrigatoriedade legal em possuir um boletim sanitário oficial desde o dia 1 de janeiro de 2022, bem como a aplicação de microchip de identificação até Outubro de 2022. Foi também explicado que como o Pintas tem acesso ao exterior e, portanto, a possibilidade de contacto com outros gatos, está também recomendada a vacinação contra a Leucemia Felina.
A tutora decidiu fazer a administração das duas vacinas ao Pintas.
Devido a uma avaria na impressora, foi explicado à senhora Ana Maria Martins Gamelas que não era possível imprimir em papel a fatura, mas que poderíamos enviar por email ou por outro meio. A Sra não colocou nenhuma objeção. No próprio dia, mal o problema informático ficou resolvido a fatura foi emitida e enviada por correio ao senhor José Gamelas.
O Preço da vacina trivalente ( que incluí a vacina da parvovirose felina) é de 31 euros e a aplicação com a da leucemia felina fica em 64 euros ( ver fatura em anexo).

Lamentamos muito este mal-entendido mas, reforçamos que nada foi administrado sem o conhecimento e autorização prévia da Sra. Ana Maria Martins Gamelas.
Estamos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional que considerem pertinente.
Melhores cumprimentos

Onevet
Onevet respondeu à reclamação de Ana Colares
há 9 meses
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Onevet

Onevet - Mau acompanhamento

Exmo(s) Senhor(es)
A Gucci pertencente à Sra Dª Ana Luísa Colares foi consultada no Onevet Hospital Veterinário de Berna em Novembro de 2018 onde foram detetadas algumas alterações neurológicas. No seguimento da mesma, a Gucci foi referenciada para consulta de Neurologia num Hospital de Referência externo à nossa unidade. Foi-lhe diagnosticada uma doença inflamatória de sistema nervoso central e foi recomendado pelo colega de Neurologia (devidamente acompanhado de um relatório) um protocolo para ser realizado no HVB que incluía ciclos de citarabina, de 3-3 semanas, aconselhando o espaçamento em função das melhorias.
Neste protocolo inicial, a interpretação dos colegas que deram início ao protocolo foi de que seriam injeções únicas de 3-3 semanas, uma dose inferior à habitualmente prescrita neste tipo de patologias.
De Novembro 2018 a Novembro 2021, a Gucci foi vista no HVB num serviço de ambulatório, apenas para as referidas injeções de citarabina em que era realizado apenas o ato da administração como um ato de "enfermagem", independentemente de ser administrado por um médico veterinário ou enfermeiro. A frequência das injeções era marcada pela tutora em função do estado da Gucci, com uma frequência nunca inferior a 3 semanas. Durante este período, de Novembro 2018 a Novembro 2021 não foram realizadas consultas pelos médicos veterinários do Hospital Veterinário de Berna. Em todos estes atos nunca foi cobrado qualquer serviço de consulta tendo sido apenas cobrada o valor da administração de citarabina. Os médicos veterinários que administraram as injeções assumiram que a Gucci estaria a ser seguido no centro de referência pelo colega de Neurologia e que ele estaria a dar indicações à tutora de quando deveria vir às injeções. Foram recebidos relatórios das consultas de Neurologia de que seria para continuar injeções em Janeiro 2019 e Fevereiro 2020.

Em Novembro 2021, a Gucci foi reavaliada pelo colega de Neurologia no respetivo centro de Referência que recomendou análises clínicas e a re-intensificação do protocolo de citarabina. Após essa consulta de Neurologia, o colega aconselhou ainda que a tutora da Gucci marcasse no Onevet Hospital Veterinário de Berna uma consulta com um médico veterinário que a pudesse acompanhar no tratamento em simultâneo com o colega de Neurologia, visto não ter um médico veterinário assistente.

Considero que houve uma má interpretação da nossa parte por não verificarmos se o cão estava realmente a ser seguido regularmente no colega de Neurologia e que não deveríamos ter realizado as injeções sem garantir que a Gucci estava a fazer consultas regulares por um Médico Veterinário assistente. Por outro lado, a tutora refere que estava a ser acompanhada por nós, o que reflete falta de comunicação de ambas as partes.

Em relação à Gucci a situação já está regularizada, tendo sido recomendadas consultas regulares de reavaliação e o protocolo de citarabina restabelecido.

Internamente, no Onevet Hospital Veterinário de Berna foram reforçadas as regras para os médicos veterinários do corpo clínico e enfermagem de forma a não serem administrados ou prescritos fármacos, mesmo que de forma crónica, sem os pacientes serem reavaliados em consulta no mínimo de 3 em 3 meses. Foram ainda reforçadas as regras sobre quais os membros do staff a manipular e prescrever citotóxicos. Estamos ainda empenhados em melhorar a comunicação com os Centros de Referência para onde referenciamos os casos de forma a não ocorrerem lapsos de comunicação no tratamento continuado dos pacientes.

Lamentamos o sucedido e iremos fazer o nosso melhor para garantir que situações semelhantes não se repitam.

A direção Clínica do Onevet Hospital Veterinário de Berna

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