Pingo Doce
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Marca do Mês
Performance da Marca
84.5
/100
Óptimo
Óptimo
Índice de Satisfação nos últimos 12 meses.
Taxa de Resposta
100%
Tempo Médio de Resposta
100%
Taxa de Solução
92,5%
Média das Avaliações
50,4%
Taxa de Retenção de Clientes
57,2%
Prémios e distinções
Prémio Marca Recomendada
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Ranking na categoria

Pingo Doce - Publicidade enganosa, preçário manipulado

Resolvida
7/10
Ernesto Carneiro
Ernesto Carneiro apresentou a reclamação
21 de fevereiro 2024
Hoje dia 20 fevereiro de 2024, desloquei-me às instalações do Pingo Doce, sito na Qta Velha, azinhaga dos Pasmados em Vila Fresca de Azeitão a fim de comprar uns orquídeas para oferta. Verifiquei que existia um conjunto delas junto da saída próximo das maquinas automáticas. No entanto nenhuma delas tinha preço afixado. Chamei uma funcionaria e perguntei qual o valor e constando que as mesmas para além do vaso em plástico estavam envasada num de cerâmica, que não estava interessado em comprar, disso fiz referencia à funcionaria, a qual quando me indicou o preço, 12,99 euros dizia que só vendiam o conjunto completo.
Entretanto reparei que num escaparate um pouco mais distante estava publicitado com letras garrafais, orquídeas a 6,99 euros, apenas com o vaso de plastico. Escolhi um dos vasos e reparei então que o tinha um autocolante com um preço de 12,99 euros. Dada a diferença de valores entre o valor apresentado no placard e o colocado na planta. chamei uma funcionaria questionando-a se haveria lapso. Foi-me então referido o vaso que tinha escolhido tinha duas hastes e que lesse com atenção para o placard. De facto em letras pequeninas era referido que o valor dos 6,99 euros era por haste. Embora considerasse que estava perante uma forma pouco leal, aceitei a justificação. Escolhi no conjunto de orquideas expostas, um vaso com uma só haste, no entanto o valor indicado era de novo 12,99 euros. Chamei de novo a funcionaria e chamei a atenção para a necessidade de correção do preço indicado, a qual me respondeu que se tratava de outra especie de orquidea e que era mais cara, no entanto quer as folhas quer o tipo de petalas da orquidea eram todas iguais diferenciando-se apenas pelas cores que apresentavam. Dada a atitude de alguma arrogancia da funcionaria, solicitei a presença de um(a) supervisora, a qual tardou a aparecer e veio com ar contrariado. Tirei entretanto fotografias ao placard bem como às orquideas e respectivo preçário. Quando a responsavel chegou, confrontei-a com a situação, isto é, a discrepancia entre o valor publicitado (já com as letrinhas pequeninas) e o valor colocado na etiqueta. Agora a justificação apresentada pela responsável era porque a orquidea era cor de rosa, e o valor indicado era para as brancas (não existiam, apenas um vaso tinha globalmente uma cor esbranquiçada com laivos de cor) existiam outras da mesma especie de diferentes colorações.
A responsável, com alguma sobranceria referiu-me que "se não estava interessado no preço indicado, ou não tinha dinheiro, era facil ia-me embora". Considerei este tipo de comportamento deplorável e indigno de alguém a quem o Pingo Doce dá responsabilidades: Disse-lhe que sou há muito cliente assíduo daquela loja e que quando questionei quer a funcionaria quer a senhora supervisora, fi-lo em tom de voz normal e com toda a urbanidade. Disse-lhe que aquela pratica de publicidade raiava publicidade fraudulenta e que tal era punido legalmente. Entretanto a funcionaria que estava próximo disse à supervisora que eu tinha tirado fotografias. Nessa altura a Sr, responsável em tom agreste exigiu-me que de imediato apagasse as fotos que tinha tirado.
Perante este tipo de comportamento pedi-lhe de forma educada que me entregasse o livro de reclamações a fim de reclamar. Foi-me referido que só entregaria o livro de reclamações se apagasse as fotos. Perante a minha recusa, disse em tom ameaçador que iria tratar do assunto de outra forma reiterando que a entrega do Livro de reclamações estava sujeito à destruição das fotos. Chamou entretanto um segurança, o qual com ar ameaçador exigiu (palavras dele) que lhe entregasse o telemovel para apagar as fotos. Disse-lhe que não lhe reconhecia autoridade legal para o efeito, e reiterei o meu pedido qt ao livro de reclamações. O segurança invocou que era proibido tirar fotos (não vi à entrada qualquer tipo de alerta para esta situação). Entretanto insisti no livro e disse que se não me fosse entregue iria solicitar a presença da autoridade policial, no presente caso GNR. A responsável pelas instalações saiu e foi buscar o livro de reclamações referindo em tom ameaçador que ela tinha acabado de chamar a GNR.
Preenchi a reclamação, cujo nº já indiquei e chegou entretanto a patrulha da GNR composta por um agente masculino e uma agente do sexo feminino, que sem sequer se inteirar da situação, exigiu-me de imediato que lhe entregasse o telemovel para apagar as fotos, situação que recusei liminarmente. Apenas a agente tinha identificação, o agente nada tinha no dolmen, e dado o modo autoritário como se me dirigiu, exigi-lhe que se identificasse e que cumprisse apenas a sua missão, i.e. lavrar um auto de ocorrência. Enquanto a agente manteve uma atitude de neutralidade, o agente Sr,Dias, tomou as "dores" do Pingo Doce, referindo que não era obrigado a comprar e que eu tinha cometido uma infração muito grave ao tirar fotos numa área proibida (???). Dado o tom perguntei-lhe qual o código/nível/grau de segurança da instalação para tão grande secretismo e que ele tinha como obrigação o principio de neutralidade e não opinar sobre uma matéria que nem tinha assistido, nem sequer tinha ouvido a minha versão. Mais recordei-o que ele enquanto agente da autoridade tinha o dever de lisura, imparcialidade, e tinha que respeitar os meus direitos de cidadão plasmados na Constituição da Republica, quanto aos direitos, liberdades e garantias , bem como a seu pretenso abuso de autoridade ao pretender que lhe entregasse o telemovel (proteção de dados). Mais referi que não sendo propriamente um jovem, tenho 69 anos exigia respeito e urbanidade, exactamente nos termos em que sempre me dirigi a qualquer dos presentes, o signatário embora aposentado, tem formação superior avançada, tendo exercido cargos de Direção e Chefia (mesmo em ambientes de elevada complexidade e daí ter auto controlo emocional e verbal), fui e sou docente universitário em prestigiadas instituições de ensino superior.
Face ao exposto, quero expressar o meu profundo desagrado quanto a:
1- atitude dos funcionários do Pingo Doce quanto à forma pouco cortês, arrogantes e sobranceria como lidaram com uma reclamação verbal;
2- Praticas de publicidade enganosa;
3- Tentativa de coação e recusa de entrega do livro de reclamações
4- Ameaça/tentativa de amedontramento que estaria a praticar um gravissimo delito (tirar fotos), com o "fantasma" que iriam chmar a GNR, e que o melhor seria desistir da queixa, quando exactamente seguro dos meus direitos disse que se não me fosse facultado o livro de reclamações iria solicitar a presença das autoridades
A)- Procedi à reclamação no respectivo Livro
B)- Reclamei junto da ASAE quanto a este tipo de praticas~
C)- Dou-vos conhecimento desta situação para os efeitos que entenderem por convenientes

Por ultimo informo que a situação verificou-se às 14:19 horas e às 18:00 horas quando passei de novo pelo Pingo Doce, já tinha procedido à remoção do placard, ( a consciência (má) é pesada.

Com os melhores cumprimentos
Ernesto Carneiro CC 4580732
Esta reclamação tem um anexo privado
Data de ocorrência: 20 de fevereiro 2024
Pingo Doce
21 de fevereiro 2024
Estimado(a) Cliente Sr.(a)Ernesto Carneiro,

Informamos que estamos a desenvolver todos os esforços para apresentar uma resposta à situação reportada o mais brevemente possível.

Esperamos continuar a merecer a sua confiança e preferência e estamos ao seu dispor para qualquer esclarecimento através da nossa Linha Cliente 212 410 874 ou 808 20 45 45 (chamada para a rede fixa nacional), disponível 24 horas.

Apresentamos os nossos melhores cumprimentos.

Pedro Xavier Santos

Serviço de Apoio ao Cliente Pingo Doce
Ernesto Carneiro
6 de março 2024
Continuo a aguardar uma resposta à minha reclamação quanto a publicidade enganosa/burla- Adulteração de preços. A situação foi particularmente desagradável dado que questionei uma funcionaria qual a razão de estar a ser publicitado com grande evidencia a venda de orquideas 6,99 € por haste e a etiqueta colada no vaso indicava o preço de 12,99 €. Chamei a atenção de uma funcionaria e pedi esclarecimentos sobre a situação, tendo a funcionaria denotando grande falta de urbanidade. Solicitei a presença de uma supervisora, que propositadamente demrou a aparecer e fui de igual modo atendido com despreso e desdem. Solicitei o livro de reclamações para protestar quanto à flagrante ilegalidade (o pingo doce recorrentemente recorre a este tipo de práticas tendo já por várias vezes sido condenado em tribunal superior (relação). A responsavel recusava-se a fornecer-me o livro de reclamações exigindo que lhe entregasse o telemovel para apagar umas fotos que tinha tirado ao placard publicitario e ao vaso com a preço "real???". Só após a chegada da GNR, pude formalizar a reclamação.
Passados quase 15 dias sobre a ocorrencia e apesar das reclamaº+ções feitas quer no livro quer junto da ASEA quer no portal, a atitude do Pingo Doce tem-se pautado por um silencio total, levando-me a entender que com este mutismo o asunto caia no esquecimento, e consequentemente total impunidade. Acho deplorável este tipo de formas de estar perante os clientes-consumidores e todas as monobras de indelicadeza, falta de Urbanidade e até intimidação por parte desta superficie comercial. Daí que na defesa dos principios da verdade, da etica e dever de cidadania, continue a insistir na denuncia deste tipo de praticas de forma a não só avisar/alertar icautos como também impedir que o tempo vá apagando as "memorias" e a impunidade prevaleça.
Ernesto Carneiro
11 de março 2024
È uma total e descarada desinformação por parte do Pingo Doce referir que a minha reclaçaõ está "resolvida(???)", nunca em tempo algum fui contactado pela superficie comercial, embora eles referiram que me escreveram. SE assim é que apresentem provas.
Pode-se concluir que o Pingo Doce, para além da pratica negativa que me levou a reclamar procura com recurso à mentira, induzir o publico que sanou/resolveu o problema. Donde a publicidade enganosa e manipuladora continua. DEPLORAVEL. a impunidade é total.
Ernesto Carneiro
11 de março 2024
È uma total e descarada desinformação por parte do Pingo Doce referir que a minha reclaçaõ está "resolvida(???)", nunca em tempo algum fui contactado pela superficie comercial, embora eles referiram que me escreveram. SE assim é que apresentem provas.
Pode-se concluir que o Pingo Doce, para além da pratica negativa que me levou a reclamar procura com recurso à mentira, induzir o publico que sanou/resolveu o problema. Donde a publicidade enganosa e manipuladora continua. DEPLORAVEL. a impunidade é total.
Ernesto Carneiro
Ernesto Carneiro avaliou a marca
25 de março 2024

Entre a apresentação da reclamação e o primeiro contacto com a marca decorreu quase um mes (24 dias), tendo sucessivamente reiterado a reclamação por 3 vezes e após ter dado tb conhecimento ao portal da queixa que publicitou e amplificou a minha indignação. Apos o contacto a marca procurou dar razão'a minha indignação quando'a acrimonia e descortesia por parte dos funcionários referinfo que e cito " ja tinham tomado as medidas adequadas e outras segui-se-iam(...)", referindo em forma mt abrastrata que iriam dar formação adequada. Quanto'a causa da reclamação ou seja a estar indicado um preço promocional de uma haste de orquidea por 6,99€ e no vaso da mesma era exigido 12,99€, desculparam-se que tinha ocorrido um erro ( erro comum que freqentemente ocorre nesta superficie comercial que já tem dido condenada por tribunais de instâncias superiores. Em suma, no âmbito da minha reclamação a questão do preço ficou "resolvida" com a justificacao de um lapso ( mesmo após ter reclamado verbalmente); quanyo 'a acriomonia, as dificuldades e tentativas de impedimento de fornecerem o livro de reclamações foi reconhecida a ma' pratica e falta de dever por parte dos funcionários, dizendo o Pingo Doce que iriam ser tomadas as medidas adequadas no sentido de sensibilizar/formar os seus coladoradores para lidar com os clientes. Foi satisfeita a minha exigências de pedido formal de desculpas que se ficou por um telefonema, que se pautou por um tratamento muiyo cordato e profissional por parte do colaborador do Pingo Doce do servico de apoio à reclamações. Este notava-se estar devidamente treinado e preparado para falar e ouvir os clientes.

Esta reclamação foi considerada resolvida pela marca, e aceite pelo utilizador
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