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Portal da Queixa - Publicação no portal com falsidades

Resolvida
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Edrive Option apresentou a reclamação

Na qualidade de responsável executivo da EDRIVE-OPTION, marca da Dinastia Motriz Lda., tendo tomado conhecimento do teor do “artigo” subscrito pelo V/ serviços e publicado no V/ portal, em que é colocada em causa qualidade dos N/ serviços e produtos no âmbito da atividade comercial que desenvolvemos, inconformados com o exposto publicamente naquele “artigo” e pela V/ empresa assumido como fidedigno, venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma "portal da queixa", tendo por base os seguintes fundamentos:

1 - A nossa marca/empresa tem sido objeto de registo indiscriminado e infundado de algumas (poucas face ao volume de negócios) reclamações na V/ plataforma, sendo certo que essas reclamações foram todas devidamente analisadas e tratadas internamente, tendo-se apurado que resultam da mera opinião e com base em juízos dentro do livre arbítrio de quem as subscreve, pelo que tivemos o cuidado de apresentar a devida resposta, com base em dados concretos e verificáveis por entidades independentes, no âmbito do exercício do direito a resposta/ contraditório, quando entendemos por bem devam ser merecedoras de resposta, excluindo assim queixas não sérias e descabidas ou com intuitos não comerciais;

2 – Tendo como ponto de partida o atrás exposto, verificamos que as reclamações que pautamos como sérias e merecedoras de resposta, versam, basicamente, em 2 (dois) temas centrais, sobre os quais iremos dar o devido tratamento diferenciado, pois só assim será possível distinguir o que não deve ser confundido, assegurando que os assinantes e leitores do portal, não são induzidos em erro, antes, alertados para situações concretas que devam ser divulgadas publicamente e que se pautam como sérias e credíveis, pois que se pretende que o “Portal da Queixa” tenha esse mérito, evitando ser catalogado como um vazadouro de banalidades e inverdades;

3 – Assim, os referidos dois temas reportam às baterias que incorporam os modelos ZOE da marca Renault, fabricados até ao ano de 2020, e a devolução da quantia entregue a título de sinal e principio de pagamento, quando o negócio não se formaliza por causa unicamente imputável ao comprador, ou seja, por desistência na aquisição do veículo pelo cliente;

4 - No que concerne a este último, a não formalização do negócio de compra e venda de veículo, por desistência do comprador após a entrega da quantia a título de sinal, sempre se dirá que entramos no âmbito da responsabilidade contratual, pois que subjacente a uma negociação iniciada entre as partes, que tem o dever de cumprir com as suas obrigações, sendo a perda do sinal ou a devolução pelo dobro, uma consequência legal sobejamente conhecida mesmo por aqueles que não tem formação jurídica, pois que é pratica corrente na generalidade das atividades comerciais, pelo que não nos merece mais desenvolvimentos ou considerações;

5 – Já no que concerne ao primeiro tema, que reservamos para este momento por ser mais controverso e merecedor de melhor desenvolvimento, salientamos que efetuada uma leitura atenta do que se encontra publicado (e a plataforma é vossa...) todo o enredo do que é veiculado nas publicações, em súmula, sempre gira em torno de 2 a 3 "personagens", seguidos por mais outros tantos, que inconformados com o tratamento dado pela N/ empresa às situações colocada, vem, insistentemente e com longo histórico de "discórdia", sempre temperado com a total indisponibilidade para o diálogo com a N/ Empresa, o que apesar dos nossos esforços não podemos evitar, felizmente, apenas representam uma muito residual percentagem do nosso universo de clientes, privados e corporativos, que normalmente demonstram satisfação com o produto adquirido e o serviço prestado, antes, durante e após venda;

6 – São assim, grande parte das queixas apresentadas e divulgadas no V/ portal, nada mais que a manifestação de desagrado e desânimo, por não conseguirem, através de outras vias, mormente as legais ou consensuais, alcançarem fins que bem sabem não terem qualquer fundamento que os sustente, sendo que por esse motivo, tentam enquadrar factos concretos e falaciosas causas, com o único intuito de induzir em erro ou levantar a suspeita, sobre a prática corrente da N/ Empresa nas relações comerciais com o público em geral, por forma a tentar evidenciar métodos comerciais danosos e, segundo a opinião dos próprios, alegadamente configuráveis com o tipo de crime de "burla", que se assim fosse, sempre deveria ter o devido tratamento judicial, nomeadamente a queixa e a normal investigação pelas entidades competentes, o que, estranhamente, nunca tivemos conhecimento que tenha ocorrido;

7 – No entanto, tais afirmações, sob a forma acusatória, sempre terão as devidas consequências legais, nomeadamente a responsabilização cível e criminal, sobre quem as profere e/ou subscreve... não podendo a Empresa deixar de promover, a seu tempo, o que entender acionar como adequado.

Posto isto, como introito:

8 - Chegamos à atuação do PRÓPRIO PORTAL DA QUEIXA, que optou por fazer por sua livre iniciativa e sem uma prévia investigação quanto à credibilidade dos factos alegados, uma publicação/notícia visando e passamos a citar para melhor entendimento: "A PENSAR COMPRAR UM CARRO ELECTRICO? CUIDADO COM AS BURLAS..." , parecendo assim, dar a entender que perfilham a ideia daqueles que fazem essas acusações e, pior, sendo o próprio portal o autor dessa publicação/ notícia, conferem maior rigor e credibilidade, a fontes que não certificaram a autenticidade e sem dar hipótese ao exercício do prévio contraditório, tecendo considerações e formulando convicções, como algo que efetivamente ocorre como novo e em tom genérico ( "as burlas" - plural...), conduta que não podemos deixar de, veemente, censurar;

9 - Eximimo-nos de citar o artigo, pois sendo da V/autoria, obviamente sabem o que afirmam... porém, em abono da verdade e do cabal esclarecimento do simples leitor, agora confrontado com a situação ou ainda não devidamente esclarecido, somos obrigados a evidenciar - E RECLAMAR, mais uma vez de forma VEEMENTE - que o "plural" não foi cumprido, e mais, ainda, a ÚNICA" menção em concreto em que se referem à N/ marca E-DRIVE, que muito prezamos e pretenderemos preservar com toda a dignidade, é colocada em causa, de forma relevante, sendo colocada a menção em "caixa" nos seguintes propósito com intuito pejorativo: "EDRIVE NO CENTRO DA POLÉMICA"...

10 – Esta técnica de propaganda, não só é absolutamente reprovável, como ainda, por adição, sendo um artigo que assumiram publicar, pejado de vãs citações e que suscitou a disseminação por outros canais de comunicação, que se limitaram, tão-só, a reproduzir as V/ citações e o conteúdo da V "notícia...";

Os danos causados na imagem, honorabilidade da pessoa coletiva e das pessoas singulares que todos os dias desenvolvem um trabalho sério e dedicado, não podem passar incólumes e sem qualquer consequência, pois já o dizia o velho ditado popular: “Quem não sente, não é filho de boa gente!”, sendo esses danos significativos, não só diretos, como colaterais, mas por ora, e concedendo a oportunidade que não nos foi concedida, caso entendam retratar-se, concedendo o elementar "direito ao contraditório", com o posterior esclarecimento a pedido da entidade visada naquele artigo/ notícia, e a consequente reposição da verdade, colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para demonstrar, comprovar e esclarecer esta “situação” incómoda, para a qual não contribuímos e não nos foi dada a hipótese de defesa, a qual, a continuar, sê-lo-á para ambas as partes, mais SOLICITANDO a brevidade que a gravidade e alcance desta "notícia" difamatória, lhes deverá merecer, tendo por assente que não foi precedida da necessária investigação quanto à autenticidade dos factos invocados e das acusações formuladas.

Na certeza da V/ compreensão e resposta, apresento os m/ cumprimentos,

ALBERTO RAMALHO AZEVEDO
ceo / Edrive Option /Dinastia Motriz lda.
29 mar 2022
Portal da Queixa adicionou uma resposta

Caro Alberto Ramalho Azevedo,

Os nossos melhores cumprimentos.

É fundamental entender a experiência dos nossos utilizadores, sejam marcas ou consumidores, para continuarmos a evoluir positivamente a nossa enorme comunidade online.

Por esse motivo, apresentamos desde já os nossos agradecimentos pela sua partilha.

O texto a que se refere aborda um tema que tem despertado preocupação, interesse e discussão crescentes na comunidade do Portal da Queixa, devido à evidente actualidade e relevância do produto em questão. No desenvolvimento do mesmo, limitámo-nos a referir a existência e a citar algumas reclamações publicadas no Portal da Queixa relacionadas com o tema em análise, sem emitir qualquer juízo de valor sobre o teor das mesmas e muito menos sem colocar em causa o direito de resposta da marca visada.

O Portal da Queixa faculta às marcas o acesso gratuito a ferramentas de gestão das reclamações recebidas, possibilitando e promovendo o exercício do direito de resposta, mas permitindo também às marcas reportar as reclamações que considerem violar os termos e condições de utilização da plataforma, pelo seu conteúdo difamatório, calunioso ou falso.

Na eventualidade de não conhecerem o procedimento de reporte, queiram por favor solicitar a ajuda da nossa equipa, através do menu "ajuda" no backoffice de gestão myBO, ao qual têm acesso enquanto gestores da marca.

Face ao exposto na vossa partilha, decidimos suspender a referência a essas reclamações no texto em causa, mantendo, todavia, as mesmas publicadas no Portal da Queixa, para que possam proceder ao seu tratamento e exercer o direito de resposta.

Acreditamos que a sua partilha é fundamental para a nossa melhoria contínua, por isso, colocámo-nos à sua inteira disposição para ajudar na vossa.

Com apreço,
A equipa do Portal da Queixa

Esta reclamação foi considerada resolvida