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Proposta Comum, Lda
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  • Rua Cidade Santos, nº 35 - r/c - A
    Monte Formoso
    3000-112 Coimbra
  • geral@propostacomum.pt

Proposta Comum - Má Administração de Condomínios

Sem resolução
Fernanda
Fernanda apresentou a reclamação
17 de setembro 2017

Quero reportar o que eu considero ser um péssimo serviço da empresa de administração de condomínios Proposta Comum Lda, que gere a Administração do prédio da qual sou proprietária de uma fração.

As principais queixas são:

• Há vários anos que me queixo de humidades nas paredes do quarto da minha fração provenientes do lado exterior ou do lado superior do prédio. Há muito tempo que não chove e as humidades permanecem. Até ao presente ainda não obtive nenhuma solução.

• A empresa Proposta Comum, não responde aos e-mails que lhe são enviados. Um exemplo é do e-mail que enviei a 17 de Julho de 2017 à Proposta Comum Lda a indicar que o chão do quarto da minha fração já abateu cerca de 2 cm e até ao presente não obtive nenhuma resposta.

• A empresa Proposta Comum não faz o que fica decidido na reunião de condóminos. Alguns exemplos:

• Na acta nº 14 tinha-se decidido que a colocação da pedra na entrada do prédio deveria ser colocado pelo condómino de uma fração específica.
Até ao presente a pedra ainda está por colocar.


• Na acta nº 15 tinha ficado decidido que a Administração deveria tirar o título constitutivo atualizado e caso nada conste de uma determinada empresa ou nome de concreto de um condomínio se deveria a avançar com a remoção da construção ilegal verificada nas garagens. O custo da remoção das paredes e do lixo teria um custo de 350€.
Até ao presente ainda não sabemos a quem pertence a construção ilegal e qual o conteúdo que está dentro desse “anexo” no parqueamento vai para vários anos.

Depois de muitos e-mails enviados a reclamar as obras no terraço do r/c, obrigatórias por lei, a dita empresa lá resolveu pedir aos condóminos orçamentos que deveriam ser apresentados na reunião de condóminos para a votação do melhor orçamento.

Nessa reunião a Proposta Comum Lda induziu subtilmente os condóminos a escolherem o orçamento da empresa com a qual a Proposta Comum Lda trabalha, dito pelo administrador.

Mais tarde verificou-se que o valor que essa empresa levava era mais caro que a empresa que ficou em segundo lugar e o material não era indicado para o local a recuperar.

O último caso que considero de má gestão na administração do Condomínio da empresa Proposta Comum Lda foi a falta do pagamento e do franqueamento das portas do prédio para a Comissão de Vistorias da Câmara Municipal da Figueira da Foz para fazer o levantamento do estado em que se encontra o prédio e a minha fração.

A Comissão de Vistorias só foi realizada no dia indicado na carta de notificação da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em que eu e a Administração fomos notificadas, porque eu paguei, caso contrário a vistoria não seria feita.
Até ao presente a administração do condomínio, gerida pela empresa Proposta Comum Lda, não disse nada sobre este assunto e ao que deu a entender a Comissão de Vistoria estamos perante um problema mais grave do que aparentava.

Se por acaso o prédio ruir, sem termos tomado as medidas urgentes de reforço e de recuperação das partes já sinalizadas, a quem pedir responsabilidades pela incúria desta má administração?

Data de ocorrência: 17 de setembro 2017
Proposta Comum
8 de novembro 2018
• A Proposta Comum, segundo o que também indica, não está em falta devido ao facto de ter sido deliberado em assembleia ser um condómino a colocar uma pedra na escada à entrada do prédio; Foi o próprio que se ofereceu para o fazer como tal seria da sua responsabilidade a sua colocação.
• Conforme tem sido referido em todas as assembleias este prédio tem bastantes problemas a nível de estrutura. Assim a administração abriu a porta da construção verificada nas garagens e por conselho de perito deixámos a estrutura uma vez que ajuda na própria sustentação do edifício; esse local como já foi informado em assembleia é de comum a todos os condóminos;
• No que diz respeito às obras e aos orçamentos escolhidos, a administração leva sempre mais que um o orçamento, mas quem decide em assembleia, são os próprios condóminos. A administração não decide por ninguém;
• Como já falado em assembleia, quem pediu uma vistoria à Câmara não foi a administração, nem tão pouco deliberado em assembleia. Essa solicitação foi feita por um condómino em particular e em assembleia ficou decidido essa despesa ser custeada pelo próprio; Essa decisão foi tomada sem sequer se pensar no quanto iria prejudicar os vizinhos ou o próprio condomínio;
• A administração Proposta Comum, fará todas as obras solicitadas pela Câmara desde que haja saldo suficiente para tal. No que diz respeito às obras as mesmas serão feitas mediante o que for decidido em assembleia. Nunca nada foi feito só pela decisão da Administração, mas sim dos condóminos.
Fernanda
28 de novembro 2018
Lamenta-se que passado mais de um ano a empresa Proposta Comum dê resposta à queixa que lhe foi imputada.
Este prédio teve um levantamento de construção deficitária feito por uma empresa de arquitetura, trazida por mim e aproveitada pela Câmara Municipal da Figueira da Foz. Esta administração desvalorizou este trabalho e mais tarde trouxe um perito sem autorização e conhecimento da Assembleia de Condóminos. Só nesse dia é que a porta do anexo ilegal existente no parqueamento é que foi aberta, contudo, todo lixo e material existente ficou no mesmo sítio. Mais uma vez a empresa está a faltar à verdade.
Quero lembrar a esta empresa que obras de recuperação de um prédio são obrigatórias por lei e nenhum condómino se poderá escusar em pagar essas obras conforme a sua permilagem.

A empresa Proposta Comum afirma: “Como já falado em assembleia, quem pediu uma vistoria à Câmara não foi a administração, nem tão pouco deliberado em assembleia. Essa solicitação foi feita por um condómino em particular e em assembleia ficou decidido essa despesa ser custeada pelo próprio”.
• Gostaria de saber em que Acta a empresa Proposta Comum se refere, pois, nas Actas que possuo esse ponto nunca foi debatido em Assembleia.

A empresa Proposta Comum afirma: “essa decisão foi tomada sem sequer se pensar no quanto iria prejudicar os vizinhos ou o próprio condomínio”.
• Também gostaria que a empresa Proposta Comum esclarecesse qual foi o prejuízo que a comissão de vistoria da Câmara causou aos vizinhos e ao próprio condomínio. Refere-se aos condóminos com obras ilegais no terraço superior e que foram obrigados a apresentar um projeto de alteração para uma possível legalização?
Esta reclamação foi considerada sem resolução
Comentários
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6 de dezembro 2017

A atividade de administração de condomínios não está regulamentada o que leva a que algumas empresas não cumpram a Lei e não possam ser fiscalizadas por qualquer Entidade (exceto os Tribunais). Para os visados, enviem um email, através do Portal Parlamento, a todos os grupos Parlamentares, para a Lei de Regulamentação que está em "lume brando" finalmente seja aprovada.