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Proposta Comum, Lda
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Proposta Comum - Mau serviço, negligência e incúria na administração de condomínio

Sem resolução
1/10
Maria V.
Maria V. apresentou a reclamação
6 de setembro 2018 (editada a 7 de setembro 2018)
Venho reportar o que eu considero ser um péssimo serviço, negligência, incúria e incompetência da empresa de administração de condomínios Proposta Comum Lda, que gere a Administração do prédio de fracção da qual sou proprietária.

As queixas têm vários anos, e apesar de discutidas nas sucessivas assembleias do condomínio, a empresa mantém a sua postura.

As principais queixas são:

1) A empresa Proposta Comum, não responde aos e-mails que lhe são enviados, e o funcionário responsável pelo condomínio em causa escusa-se, frequentemente, a atender o telefone e resolver os problemas do prédio;

2) A empresa Proposta Comum não cumpre, desde a constituição do condomínio, o estipulado na legislação quanto à orçamentação e constituição do fundo de reserva do condomínio;

3) A empresa Proposta Comum estava eleita para a administração do condomínio de Junho de 2017 a Maio de 2018, com orçamento aprovado para esse período; encontrando-nos em Setembro de 2018, só a 3 de Setembro de 2018 envia, por email:

a) uma convocatória, SEM assinatura, para nova assembleia a 13 de setembro (8 dias úteis após o envio da convocatória) para eleição da nova administração para o exercício de Junho de 2018 a Maio de 2019;

b) uma convocatória para nova assembleia, para aprovação das contas do exercício anterior, sem fazer-se acompanhar de apresentação de contas, e respectivo balanço; quando contactada pelo telefone e por email para solicitar o envio desta documentação e solicitando a marcação de visita às instalações da empresa para consulta das facturas e das contas, escusaram-se marcar essa data, remetendo para o dia e hora da assembleia a apresentação de contas;

c) uma convocatória para nova assembleia a 13 de setembro, para aprovação do orçamento para o exercício de Junho de 2018 a Maio de 2019, sem enviar o orçamento para análise e consulta; quando contactada pelo telefone e por email para solicitar o envio desta documentação escusaram-se enviar essa documentação em tempo útil, remetendo para o dia e hora da assembleia a entrega do orçamento;


4) A empresa Proposta Comum não faz o que fica decidido na reunião de condóminos. Alguns exemplos:

a) Foi decidido na assembleia de Junho de 2016, e novamente na assembleia de Julho de 2017, agir judicialmente para efectuar cobrança coerciva das dívidas ao condomínio dos construtores e dos ex-condóminos e actuais condóminos; A empresa não actuou, não cobrou as dívidas, e não agiu judicialmente conforme deliberação, nem deu conhecimento de qualquer diligência nesse sentido.

b) Foi decidido que deveria a empresa Proposta Comum enviar aos condóminos, mensalmente, o extracto bancário da conta do condomínio; nunca essa deliberação foi cumprida e o funcionário respondeu, por telefone no início do ano de 2018 que não tinha autorização do Administrador do condomínio para cumprir essa deliberação da assembleia;

c) Foi decidido que as reparações e outras despesas não previstas no orçamento a efectuar pelo condomínio deveriam ser orçamentadas e o orçamento deveria ser colocado à consideração dos condóminos antes de efectuar essas reparações e despesas; nunca essa deliberação foi cumprida, apesar das reparações que foram sendo feitas ao longo do ano;

d) Foi decidido contratar um seguro do condomínio do prédio e fracções aderentes em 2015. Apesar de ter sido deliberado em 2015, esteve o prédio sem seguro até ao ano seguinte, altura em que foi constituído o seguro e enviada a apólice, após vários contactos telefónicos e por email para assegurar que esta deliberação era cumprida e a solicitar a apólice;

e) Foi decidido contratar um serviço de manutenção do elevador, e orçamentado o serviço de manutenção do elevador e de linha telefónica do elevador para entrar em contacto com a empresa de manutenção em caso de emergência. O elevador teve várias avarias, sem resolução, ao longo do exercício de Junho de 2017 a Maio de 2018, tendo várias pessoas ficado presas no elevador. A linha telefónica que deveria ser accionada ao pressionar o botão de alarme não funcionou. Ao telefonar pelo telemóvel para a empresa de manutenção de elevadores, o seu representante afirmou que o serviço de manutenção de elevador deste condomínio não estava contratado.

f) Foi decidido agir junto dos construtores para accionar a garantia do prédio, face às inúmeras infiltrações que foram reportadas em Maio de 2017. A empresa Proposta Comum foi mandatada para accionar a garantia do prédio e contactar os construtores, o que só veio a ocorrer em Outubro de 2017 por carta, após vários telefonemas e emails que efectuei e enviei à Proposta Comum solicitando o cumprimento do decidido em assembleia. Após visita dos construtores e técnico do condomínio ao prédio e fracções, no mês seguinte, o Administrador deu garantias de que iria negociar com os construtores e de que daria notícias das suas averiguações e inspecção, por carta, no prazo de um mês. Em 05 de setembro de 2018 a Administração do condomínio ainda não fez qualquer diligência ou deu conhecimento de ter efectuado qualquer diligência com respeito a este tema, nem deu conhecimento do resultado de qualquer diligência.


5) A empresa não marcou assembleia de condóminos devida por lei, após a conclusão do exercício que cessou em Maio de 2018, mesmo após ter sido contactada por telefone e por email em Maio e em Julho solicitando a marcação da assembleia de condóminos. Só em setembro de 2018 marcaram a assembleia, com convocatória não assinada, enviada por email, com 8 dias úteis de antecedência.

6) Apesar do exercício de Junho de 2017 a Maio de 2018 já ter expirado há 3 meses, pelo que a empresa Proposta Comum Lda não está mandatada para administrar o condomínio no exercício de Junho de 2018 a Maio de 2019, nem tem contas do exercício anterior ou orçamento para o corrente exercício aprovados, continua a empresa a agir como se estivesse mandatada - tivesse sido reeleita - e tivesse contas e orçamento aprovado.
Data de ocorrência: 6 de setembro 2018
Proposta Comum
8 de novembro 2018
• A empresa Proposta Comum não veta a informação aos condóminos, antes pelo contrário dá a resposta necessária aos condóminos que a solicitam;
• O programa que utilizamos não permite que as convocatórias sejam assinadas, com o envio da mesma por email;
• Os orçamentos anuais são aprovados pelos condóminos presentes e não pela administração;
• A administração marcou a assembleia mediante agenda interna da empresa, não sendo possível marcar para uma data mais perto da data de términos da vigência;
• De acordo com o Código Civil (artigo 1432º ponto 1º) assembleia é convocada por meio de carta registada, enviada com 10 dias de antecedência, ou mediante aviso convocatório feito com a mesma antecedência, desde que haja recibo de recepção assinado pelos condóminos. Deste modo informamos que a convocatória foi enviada dia 03/09/2018 para ser realizada assembleia no dia 13/09/2018, desta forma a convocatória foi enviada dentro do prazo estipulado por lei.
• As avarias que existiram foram comunicadas pela Proposta Comum à empresa que faz manutenção ao elevador, tendo sido resolvidas pela mesma;
• Relativamente às garantias do construtor do prédio, a Proposta Comum pôde verificar que este, logo que vendeu as frações extinguiram a empresa não sendo possível deste modo acionar a garantia de obra. No entanto a administração tudo fez para tratar desta situação e resolver o assunto a pensar no interesse de todos os condóminos.
Maria V.
20 de julho 2020
Como se vê pelas queixas de vários condomínios, a empresa não atende os telefones, não responde a emails, não envia as contas para apreciação e aprovação.

Em outros condomínios, alegadamente e segundo as queixas apresentadas neste mesmo portal, terá ficado com dinheiro de outros condomínios, tendo deixado dívidas relativas a água e electricidade, entre outros.

O problema no nosso condomínio só se resolveu com a destituição desta administração e eleição de outra empresa. Mesmo assim, a empresa Proposta Comum, ao que nos foi dito, ofereceu resistência à entrega de toda a documentação relativa ao nosso condomínio, tendo sido necessárias várias diligências.
Maria V.
Maria V. avaliou a marca
30 de dezembro 2020

Péssimo. Mais tarde, ficamos a saber pela nova administração do condomínio, que o dono desta empresa fugiu, e que tinha deixado outros condomínios sem dinheiro e sem documentos.

Esta reclamação foi considerada sem resolução
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