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Categoria
Mediação Imobiliária - Redes

Telefone: 210041141

Morada
Beloura Office Park, Edificio 3, Piso 1, Escritório 5, 2710-693 Sintra
Edifcio Tower Plaza, Via Engenheiro Edgar Cardoso, 23, 5º C e D, 4400-676 Vila Nova de Gaia

E-mail
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Remax - Reclamação de serviços (não) prestados

Em tratamento
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Maria Reis apresentou a reclamação

De: Maria João Reis Enviada: 4 de fevereiro de 2019 01:37
Para: latina@remax.pt; qualidade@remax.pt Cc: DECO PROTESTE; geral@impic.pt; Sérgio Belo
Assunto: Reclamação de serviços prestados

Exmos. Senhores,

Serve a presente para tecer algumas considerações que julgamos ser relevantes relativamente ao contrato assinado com a Re/Max Latina para a Mediação Imobiliária da venda do nosso imóvel.
No dia 29/11/2018 procedemos à assinatura de Contrato de Mediação Imobiliária com a Re/Max Latina (Contrato 6692/18, correspondente ao imóvel 121011246-61), imóvel este angariado pela consultora comercial Sra. Maria do Céu Ayiku.
O contrato estipulava como valor de venda do imóvel € xxxxx.
Desde sempre ficou salvaguardo com a referida consultora, que a venda do nosso imóvel não teria qualquer carácter de urgência, bem como deveria ficar estipulado com eventual interessado no nosso imóvel, que qualquer transacção deveria ser feita de forma a que tivéssemos tempo e possibilidade de conseguir encontrar uma outra casa para adquirir dentro daquilo que procurávamos.
Este pedido faz ainda mais sentido pelo facto de termos 2 filhos (um de 9 anos, outro de 1 ano) e, como tal, termos de gerir a nossa vida familiar também em função dessa situação.
Esta situação foi, na altura, perfeitamente compreendida e aceite pela referida consultora.
Foram realizadas 2 visitas à nossa casa, as quais deram origem à apresentação de 2 propostas para a aquisição da mesma.
No dia 30/12/2018 recebemos proposta para venda do imóvel no valor de € xxxxx, a pronto pagamento e com sinalização de 10% do valor.
A proposta foi analisada por nós e pela consultora, sendo que no dia 31/12/2018 decidimos aceitar a mesma.
Com o objectivo de avaliar a nossa capacidade financeira para aquisição de nova habitação, foi-nos sugerido pela consultora uma reunião com a Max-Finance, na pessoa do Sr. Luís Paixão, uma vez que o mesmo era referenciado pela sua experiência e boa capacidade de negociação com os Bancos, no sentido de conseguirmos as melhores condições de financiamento junto dos mesmos.
Esta situação foi de pronto aceite por nós, visto que nos sentiríamos mais confortáveis, de forma a podermos ser ajudados e aconselhados por um profissional na área.
Foi tentada a marcação da reunião com o Sr. Luís Paixão durante a primeira semana de Janeiro, a qual não foi possível, tendo a mesma ficado marcada para o dia 07/01/2019, às 15h.
Neste entretanto, fomos contactados pela consultora no sentido de marcar a assinatura do CPCV para o dia 09/01/2019, às 18h, alegando esta que a compradora do nosso imóvel tinha urgência na assinatura do referido CPCV.
Na altura, alertámos de novo a consultora que ainda não tínhamos tido a reunião com o Sr. Luís Paixão, a qual se revelava importante para podermos saber até que valores poderíamos procurar uma nova habitação.
Foi-nos comunicado pela referida consultora que o CPCV teria o prazo de 60 dias + 30 dias de opção, e que o prazo seria suficiente para encontrarmos a nossa nova casa.
No dia 07/01/2019 reunimos nas instalações da Re-Max Latina, com o Sr. Luís Paixão.
Nessa reunião, e de acordo com a apresentação de toda a nossa actual situação financeira, foram efetuados cálculos (que sabemos estarem sempre dependentes da aceitação das entidades bancárias), mas que de acordo com a experiência e conhecimento da realidade do Sr. Luís Paixão, obviamente julgámos sempre serem viáveis.
Inclusivamente, durante esta reunião, existiu um contacto telefónico com a CGD no qual o Sr. Luís Paixão facultou alguns dos nossos dados para que a referida entidade bancária pudesse efectuar desde logo uma simulação para a nossa situação (sempre com a necessidade de envio posterior da restante documentação).
Em nenhum momento, nos foi transmitido que seria inviável a obtenção de crédito para os valores que necessitaríamos.
Para o efeito, o Sr. Luís Paixão prontificou-se a solicitar as simulações em várias entidades bancárias.
Era igualmente do conhecimento do Sr. Luís Paixão que a assinatura do nosso CPCV estava marcada para o dia 09/01/2019.
Reunimos toda a documentação que nos solicitou e no dia 09/01/2019, às 9h54, a mesma foi remetida via email para o Sr. Luís Paixão.
Ao final do dia, assinámos o CPCV nas instalações da Re-Max Latina, em Mafra.
Na ausência de notícias por parte do Sr. Luís Paixão (nem propostas de concessão de financiamento, nem tão pouco informação se a documentação enviada teria sido bem recepcionada), enviámos email no dia 15/01/2019, às 10h45, no sentido de saber em que estado estava o nosso processo de consulta de financiamento bancário.
No mesmo dia, pelas 12h16, obtivemos a seguinte resposta; “Procedemos à validação dos documentos enviados e estamos a consultar bancos com vista a obter confirmação dos montantes que poderão ser financiados em CH e respectiva pré-aprovação. Pretendo obter as decisões ainda esta semana e logo que tenha as decisões dar-lhe-ei nota.”
No dia 22/01/2019, foi-nos remetido ponto de situação e condições de aprovação por parte de algumas entidades bancárias, sendo que as mesmas eram completamente diferentes das apresentadas na reunião com o Sr. Luís Paixão, e com valores que nunca nos permitiriam comprar casa dentro das condições que pretendíamos e que foi sempre a condição obrigatória para a venda da nossa casa.
No dia seguinte, coloquei via email várias questões ao Sr. Luís Paixão no sentido de perceber o motivo de tão grande discrepância entre aquilo que foi simulado na reunião e os valores que os Bancos realmente estariam dispostos a financiar.
Não me foi dada qualquer explicação para a situação.
No dia 24/01/2019, recebo as restantes propostas de financiamento que estavam em falta.
Escusado será dizer que foi mais do mesmo… valores de financiamento sempre longe do que precisaríamos.
Dado acharmos toda esta situação muito estranha, resolvemos indagar junto das entidades bancárias consultadas pelo Sr. Luís Paixão as datas de receção dos pedidos de simulação de financiamento e as datas de resposta aos mesmos.
Apurámos o seguinte:
- Banco BPI: receção do pedido a 16/01/2019, às 19h02; resposta a 17/01/2019, às 10h10;
- CGD: receção do pedido a 16/01/2019; resposta a 18/01/2019;
- Novo Banco: receção do pedido a 24/01/2019, pelas 10h; resposta a 24/01/2019, pelas 13h.
Ora, convém relembrar que a assinatura do CPCV estava marcada para 09/01/2019 e que toda a documentação foi remetida por nós ao Sr. Luís Paixão na manhã desse mesmo dia….
Pergunto:

1. Qual o motivo do envio da documentação para os Bancos 7 dias depois da recepção da mesma?...
2. Qual o motivo de nos ter respondido a 15/01/2019 (data em que o questionámos) que “estava a consultar bancos” quando se percebe agora que ainda não o tinha sequer feito?...
3. Que sensibilidade e sentido de responsabilidade teve este senhor, sabendo que tínhamos um CPCV para assinar e que tínhamos a nossa vida dependente destas respostas?...
Entretanto, no dia 23/01/2019 falámos telefonicamente com a consultora e transmitimos o nosso descontentamento pela forma como a nossa situação foi orientada (quer pela Re-Max Latina quer pela Max-Finance).

Nesse mesmo contacto, foi por nós informado que, por quebra de confiança, não pretendíamos mais os serviços da RE-Max Latina na procura da nossa nova habitação.
Acresce dizer que, durante todo este processo, a consultora nos mostrou 2 imóveis… mesmo sabendo da nossa urgência, visto que o prazo do CPCV já estava a decorrer…
Pergunto:

1. Não deveria ter a Re-Max Latina, composta por profissionais a quem confiei a mediação da venda do meu imóvel, a preocupação de salvaguardar os interesses dos seus clientes e alertá-los que não deveria ser assinado um CPCV sem uma pré-aprovação de crédito?
2. Porque não apresentou a Re-Max Latina soluções para aquisição de nova habitação, com a mesma urgência com que foi efetuada a venda do nosso imóvel?
Não posso deixar de lamentar a situação em que a Re-Max Latina nos deixou…

Neste momento, não temos ainda para onde ir com os nossos filhos e a situação não se afigura de fácil resolução, uma vez que todo o tempo que estivemos a aguardar respostas nos inviabilizou a possível concretização de algum negócio.
Quero ainda deixar claro que, após as respostas dos bancos acima referenciados, tomámos a liberdade, através da Imobiliária Land&Glam, de procurar ouras alternativas sendo que à data, e em 48 horas, tivemos aprovação de financiamento para os valores que solicitámos, estando agora numa corrida contra o tempo na procura de uma possível solução para o problema que nos criaram…
Uma vez que sentimos que fomos vítimas de falta de ética e profissionalismo por parte da Re-Max Latina e Max-Finance, damos a conhecer esta situação às entidades competentes.

Maria João Reis
Sérgio Belo


De: Olga Costa - RE/MAX Portugal Enviado: 15 de março de 2019 11:17
Para: Maria João Reis Cc: 'Sandra Baptista'; 'Cátia Ribeiro - RE/MAX Portugal'
Assunto: FW: Reclamação de serviços prestados

Exma. Senhora
D. Maria João Reis,

Antes de mais as nossas desculpas caso tenham havido algum desencontro de informação, no entanto, recebemos, no passado dia 11 de Fevereiro, a indicação que teria sido enviado um esclarecimento, por parte do nosso franchisado, com o seguinte teor que passamos a transcrever:

“EXMOS. SENHORES,
MARIA JOÃO REIS
SÉRGIO BELO

Exmos. Senhores,
Tomámos conhecimento, do teor da Reclamação por V.Exa. apresentada, relacionada com os serviços de promoção imobiliária da SOLD – Mediação Imobiliária Lda- Remax Latina - Mafra .
- Cumpre-nos, desde já, lamentar a sua insatisfação, e informar V. Exa. de que iniciámos diligências internas, no sentido de apurar eventuais irregularidades na promoção do imóvel com o ID- 121011246-61 – CMI 6692/18.
- Segundo apurámos, V. Exas. terão contactado com esta agência em Abril de 2017, através da consultora Maria do Céu Ayiku, solicitando um estudo de mercado para o v/imóvel, tendo concluído que não seria ainda oportuna a venda do mesmo.
- Em Outubro de 2017, houve um novo contacto da v/parte, para colocarem o imóvel à venda, mas após reunirem com o consultor financeiro da MaxFinance Latina, concluíram que a análise financeira obtida naquela data, não seria a mais favorável para considerarem a venda do v/imóvel e a aquisição de um novo imóvel.
- Um ano volvido, em Outubro de 2018, V.Exa. terão contactado novamente a nossa consultora, motivados pela venda do imóvel do v/vizinho, rigorosamente igual, por um preço que consideraram bastante apelativo.
- Na mesma altura, informaram a consultora que as anteriores condicionantes financeiras se haviam alterado e que a venda do imóvel por um valor próximo dos €xxxxxxx, permitia-vos avançar para a compra da moradia que pretendiam. Nesse sentido, foi sugerido pela consultora Maria do Céu que deviam ter uma nova uma reunião com a Max-Finance. Entretanto, após a celebração do respectivo contrato de mediação imobiliária em 29/11/2018, a consultora deu início às diligências necessárias para a promoção do imóvel.
- Quanto à questão da procura de um outro imóvel para compra, não dependia em exclusivo da Sold, foi referido pela consultora que apenas conseguiu mostrar-vos dois imóveis, dada a indisponibilidade de horários do Sr. Sérgio para a marcação de visitas, dado que começaram de imediato a contactar com outras imobiliárias, e a agendar vistas com as mesmas, tornando a gestão de tempo da nossa consultora substancialmente complicada.
- Na sequência das visitas ao imóvel, foram apresentadas duas propostas para a sua aquisição, uma delas em 30/12/2018, que V.Exas. aceitaram no dia seguinte (31/12/2018).
Assim, após ter sido enviada a minuta para v/análise e aceite o seu clausulado, nomeadamente o prazo de 60 dias+30 de opção para outorgarem a escritura, foi o mesmo outorgado em 09/01/2019. Independentemente de a consultora ter ou não referido que o prazo de 60+30 seria suficiente para encontrarem uma outra casa, competia sempre aos interessados (vendedores) e não à mediadora, aceitarem ou não a proposta dos compradores, podendo até sugerir um novo prazo ou uma alteração da cláusula do contrato promessa quanto ao prazo previsto para a outorga da escritura, e caso fosse necessário, propor mais tarde uma Adenda para alteração desse prazo.
Segundo a consultora imobiliária da Remax Latina, nunca existiu urgência em celebrar um contrato de mediação para a venda da moradia anteriormente, por entender que não estavam reunidas as condições para concretizar o negócio de venda e de compra.
Aliás, na sequencia dos contactos efectuados no ano de 2016 e 2017, a consultora encaminhou sempre o assunto para a área financeira da Max Finance, não tendo celebrado qualquer contrato de Mediação Imobiliária. Só em 2018, após o terceiro contacto, e informação de que as condições financeiras estariam alteradas, é que propôs a celebração de um contrato de mediação, mas não o fez sem aconselhar uma nova consulta com um analista financeiro.
Como já referido, a Remax Latina apresentou através da sua consultora várias soluções na sequencia de visitas efectuadas, para a aquisição e nova habitação, que não tiveram melhor seguimento atenta a indisponibilidade de agenda do Sr. Sergio, tendo por fim sido referido que tinham várias mediadoras a tratar do assunto e não necessitavam mais da ajuda profissional da consultora Maria do Céu para encontrar uma nova casa para compra.

Quanto à questão do acompanhamento efectuado pela MaxFinance Latina
Aproveito para reencaminhar os esclarecimentos com o cronograma enviados do consultor financeiro Luis Paixão e que são os seguintes:

• 07/01: Reunião na Loja Remax Latina/Mafra, onde analisei as possibilidades e hipóteses de financiamento com base na análise à capacidade financeira dos clientes
• 09/01: (4ªfeira) o cliente enviou os doc. para estudo e análise à real capacidade financeira.
• 10/01: (5ª feira)Dada a complexidade dos rendimentos auferidos, dos que inicialmente informaram auferir, os encargos em vigor e os realmente declarados em sede de IRS, houve a necessidade de apurar melhor os rendimentos e encargos para poder submeter aos Bancos a consultar. Numa 1ª fase aos Bancos que actualmente praticam no mercado um LTV 85%, que para os 200.000€ pretendidos pudesse acomodar o financiamento solicitado.
• 16/01: passados 4 dias, submeti a proposta de crédito aos Bancos consultados: BPI, CGD e Santander
• 17/01: (5ª feira) Obtivemos decisão do BPI (desfavorável), ficando aguardar as decisões dos restante Bancos a fim de enviar ao cliente todas as Soluções obtidas
• 22/01: (3ª feira) enviei mail ao cliente fazendo Ponto Situação, informando não ser possível o montante pretendido de 200.000€ (informação obtida dos Bancos via telefone), no entanto ainda aguardar decisão do Santander e CGD quanto aos montantes passíveis de serem financiados. Informei igualmente nesse mail “Ainda de acordo com a reunião havida na n/ Loja na qual informámos que a aprovação só possível mediante decisão bancária, logo que obtenha as referidas decisões informarei de imediato.”
• 23/01: (4ª feira) Santander enviou decisão comercial
• 24/01: (5ª feira) CGD enviou decisão comercial bem como Novo Banco e UCI consultados como recurso, no entanto a praticar LTV diferentes.
• 24/01: Enviei mail ao cliente a informar as decisões comerciais dos Bancos consultados. No mesmo mail respondi à reclamação do cliente, onde informei e expliquei o teor da nossa reunião do passado dia 07/01.

COMENTÁRIO:
Este processo demorou cerca de 2 semanas (dias úteis), tal se deveu inicialmente à necessidade de apuramento dos valores envolvidos e a envolver e à demora de alguns parceiros financeiros na decisão. Esta demora foi-nos igualmente justificada, pelo scoring dar “rejeitado” num dos Bancos e noutro no limite da classificação para os montantes pretendidos pelos clientes, ainda assim e para poderem dar apoio, os Bancos consultados tiveram que reformular a proposta no sentido de apurarem os montantes exequíveis de financiamento, sendo estes do desagrado dos clientes.
Não sendo minha prática e porque actualmente não sou decisor de crédito bancário, nunca foi afirmado aos clientes que o financiamento seria aprovado ou que o mesmo estaria garantido, mas sim, caberia que aos Bancos a consultar quais os montantes que poderiam ser elegíveis para crédito à habitação.

Em face do ora exposto, não vislumbra qualquer irregularidade em todo o processo, não restando dúvidas que foram cumpridos todos os procedimentos da empresa.
De facto, compete apenas aos proprietários, decidir e escolher livremente aceitando ou não os termos e condições das propostas recebidas, uma vez que às agências e aos seus consultores apenas cabe a mediação e aproximação das partes interessadas em cada negócio.
- Com efeito, a postura da consultora imobiliária e o consultor financeiro, em todo este negócio foi pautada pela transparência, tendo sempre prestado de forma detalhada, rigorosa e exacta todas as informações relacionadas com o negócio.
- Quem negoceia com outrem para conclusão de um negócio deve, tanto nos preliminares como na sua formação, proceder segundo as regras da boa-fé. É manifesto que quer a angariadora Remax Latina, quer a MaxFinance Latina, sempre agiram de boa-fé em toda a negociação, cumprindo todas as suas obrigações, prestando as informações necessárias, diligenciando pela promoção do negócio e envidando todos os esforços no sentido de se concretizar o negócio nos termos acordados.
Estaremos contudo, à inteira disposição de V.Exas. para qualquer questão que entenda pertinente, através do seguinte endereço: qualidade.latina@remax.pt
Sem mais, apresentamos Exmos. Senhores os nossos melhores cumprimentos,
Atentamente,

Departamento de qualidade
Grupo Remax Latina
Jorge Simões

De: Maria João Reis Enviado: 18 de março de 2019 15:11
Para: Olga Costa - RE/MAX Portugal Cc: 'Sandra Baptista'; 'Cátia Ribeiro - RE/MAX Portugal'; Sérgio Belo
Assunto: RE: Reclamação de serviços prestados

Exma. Senhora D. Olga Costa,

Antes de mais, agradecemos a resposta célere ao nosso contacto, bem como o envio do esclarecimento por parte do vosso franchisado Remax Latina Mafra.
Desde já, informamos que não recebemos, em momento algum, o esclarecimento que supostamente a Remax Latina Mafra refere ter-nos enviado a 11/02/2019.
Assim, e uma vez que a mesma é possuidora da nossa morada de residência, email’s pessoais, telefones pessoais, EXIGIMOS que a Remax Latina Mafra faça prova do envio do referido esclarecimento.
Posto isto, apesar de nunca ter sido nosso propósito entrar em conflitos pessoais, não podemos, perante o chorrilho de mentiras invocadas, deixar passar esta situação em claro, pelo que iremos abaixo, DESMENTIR e PROVAR algumas das considerações feitas pelos intervenientes neste processo, a saber:

- Consultora Sra. Maria do Céu Ayiku (Remax Latina Mafra):

De facto, mesmo não entendendo a relevância do histórico de contactos anteriormente efectuados com esta senhora, não podemos deixar de confirmar que nesses contactos, a mesma sempre se mostrou disponível e profissional, pelo que obviamente foi a primeira escolha quando decidimos colocar o nosso imóvel à venda.
Relativamente à venda do imóvel e aceitação da proposta de compra do mesmo nada há a declarar, pois era nosso propósito fazê-lo. Já relativamente à assinatura do CPCV, é importante salientar:
1º) sabia a consultora que a venda do nosso imóvel, não tendo qualquer carácter de urgência, dependia sempre de aquisição de nova habitação, uma vez que temos a cargo dois filhos menores, como sempre foi do conhecimento da senhora consultora;
2º) fomos informados de marcação de data de assinatura do CPCV para o dia 09/01/2019, alegando a referida consultora que a compradora tinha urgência na assinatura do mesmo;
3º) em nenhum momento nos foi dito pela consultora que poderíamos ser nós a escolher o prazo do CPCV ou sequer que poderia ser efetuada uma adenda ao mesmo, informando a consultora que o prazo “normal e habitual” nestas situações seria de 60 dias + 30 dias, sendo o mesmo suficiente para que encontrássemos, com o seu empenho e ajuda, a nossa nova habitação;
4º) - pergunto: apesar de utilizarem o argumento de que nós, enquanto clientes, poderíamos estipular o prazo para o CPCV, não deveria a consultora, sabendo da nossa situação, aconselhar-nos a estipular um prazo mais alargado para que tudo corresse dentro da normalidade?;
5º) - ficou igualmente combinado, embora apenas verbalmente, e por iniciativa da consultora, que o pagamento da comissão seria integralmente feito por nós após a realização da escritura de venda do nosso imóvel, tendo esta situação sido ainda ressalvada pela consultora no dia da assinatura do CPCV, nas instalações da Remax Latina Mafra.
Marcação de visitas:
Desde o início deste processo, foram apenas propostas e efetuadas 2 visitas (ambas no mesmo dia, 13/01/2019): 2 moradias na Encarnação.
Para além destas visitas, a consultora agendou connosco a visita a uma moradia em Montesouros para o dia 15/01/2019, que entretanto foi desmarcada, remarcada e voltada a desmarcar. Numa terceira tentativa de remarcação, tendo receio que mesma voltasse a ser desmarcada, e uma vez que não nos parece razoável que se desmarquem visitas a pouco mais de 30 minutos da concretização da mesma, resolvemos não aceitar mais agendamentos para a visita a essa moradia.
Mais tarde, surgiu informação por via da consultora, que existiria uma boa opção para nós: uma moradia na zona da Carapinheira, imóvel de banco, estando a mesma em execução judicial, e que a consultora estaria a reunir informação, fotos e valores para que pudéssemos visitar. Até hoje, não sabemos qual é a moradia, para que valores, se já foi vendida ou não, nem sequer se existe…
Refere a senhora consultora que não conseguiu agendar mais visitas a outros imóveis devido à “indisponibilidade de horários do Sr. Sérgio (meu marido), dado que começaram de imediato a contactar com outras imobiliárias, e a agendar visitas com as mesmas”.
Relativamente a este assunto, não podemos deixar de nos congratular pela mais valia que as novas tecnologias nos oferecem, dando a possibilidade a quem é honesto, sério e age de boa fé, de demonstrar que, para certas pessoas, os meios justificam os fins e a mentira tem perna curta.
Assim, seguem em anexo email’s, SMS, mensagens de WhatsApp, que desmentem categoricamente a argumentação da consultora para justificar o fracasso da sua actuação neste triste processo.
Solicito que tirem as devidas conclusões acerca de quem está de facto a agir de boa fé e que dêem o seguimento que acharem conveniente.
Em todo este processo, e conforme podem comprovar nos anexos, estivemos sempre disponíveis para efectuar visitas, tendo inclusive remetido um sem número de links de imóveis pertencentes a outras agências imobiliárias para que a consultora pudesse solicitar partilha dos mesmos e marcar as correspondentes visitas.
Acresce dizer que não tínhamos qualquer obrigação de o fazer, pois não assinámos qualquer contrato de exclusividade com a Remax Latina Mafra para a compra de nova habitação.
Ao contrário do que diz a senhora consultora, apenas quendo tivemos a resposta do consultor financeiro relativamente à análise de crédito e, face à inoperância da consultora em nos apresentar soluções, informámos a mesma que dispensávamos a intervenção dela e da Remax Latina Mafra neste processo, tendo a consultora, num laivo de boa samaritana, dito exactamente com estas palavras que “não vou desistir de vocês”.
Não queremos deixar ainda de referir que, durante este processo, solicitámos à consultora cópia do nosso contrato de mediação imobiliária assinado com a Remax Latina Mafra, sendo que a mesma nunca nos remeteu o documento solicitado, ignorando por completo o nosso pedido.
Relativamente à escritura de venda da nossa casa, foi a mesma marcada para o próximo dia 22/03/2019.
Não foi a consultora capaz de fazer um contacto prévio connosco para saber a nossa disponibilidade para comparecer na data referida e à hora escolhida.
Sabemos que é da responsabilidade do comprador a marcação da data da escritura, mas mandam as regras do civismo e boa educação que se confirme com as partes envolvidas a data pretendida.
Face a tudo o referido anteriormente, não posso deixar de lamentar o facto de a venda do meu imóvel feita nos moldes que relatei, contribua para engrossar o valor de comissões e prémios que a consultora não tem qualquer pejo em divulgar nas redes sociais…

- Consultor Financeiro Sr. Luís Paixão (Max-Finance Latina):

Conhecemos o Sr. Luís Paixão em 2017, por intermédio da consultora, Maria do Céu Ayiku, tendo nós ficado com excelente impressão do mesmo, uma vez que consideramos que a sua abordagem, prestação e conhecimentos nos ajudou a tomar, na altura, as melhores decisões.
Assim, foi com naturalidade que, agora, durante o processo de venda da nossa casa, tenhamos recorrido novamente à mesma pessoa no sentido de nos dar uma orientação acerca da nossa actual situação financeira, bem como da realidade bancária no que diz respeito a concessão de crédito, essencial na aquisição de nova habitação.
Para tal, reunimos com o Sr. Luís Paixão no dia 07/01/2019, pelas 15h, nas instalações da Remax Latina Mafra.
Nessa reunião foi feita uma primeira análise tendo por base as informações por nós fornecidas e que correspondiam à verdade.
Temos consciência que as simulações efetuadas pelo Sr. Luís Paixão não tinham qualquer carácter vinculativo, uma vez que estariam sempre sujeitas a apreciação e aceitação das entidades bancárias.
No entanto, face aos dados que apresentámos, o Sr. Luís Paixão apresentou simulações (cujas fotos anexo e que foram tiradas a pedido do próprio) que nos transmitiu como sendo viáveis – penso, que se não fossem, nem sequer seriam apresentadas… - o que nos deixou, totalmente tranquilos em relação à pré-aprovação de crédito para os valores que entendíamos ser necessários para a aquisição de nova habitação, uma vez que estávamos a lidar com um profissional da área com larga experiência e boas relações bancárias.
Sabia o Sr. Luís Paixão que tínhamos assinatura do CPCV marcada para dia 09/01/2019.
Nesse mesmo dia, logo pela manhã, enviámos para o Sr. Luís Paixão toda a documentação por ele solicitada e necessária para remeter aos bancos.
Nunca o Sr. Luís Paixão acusou a recepção da documentação nem tão pouco nos solicitou documentação adicional.
Refere o Sr. Luís Paixão que, no dia 10/01/2019, “houve necessidade de apurar melhor rendimentos e encargos uma vez que os rendimentos são complexos e que diferiam do que foi informado por nós na reunião”…
Relativamente a este tema, cumpre ressalvar:
- Os rendimentos por nós indicados são os reais, não tendo qualquer complexidade, de tal forma que, com a mesma documentação e informação, num prazo de 48 horas conseguimos pré-aprovação de crédito para os valores que necessitávamos através de uma entidade bancária não consultada pelo Sr. Luís Paixão (quem sabe se por esta instituição bancária não pagar comissão a consultores financeiros…);
- A interpretação do meu recibo de ordenado foi tão bem feita que nem considerou para efeitos de rendimento o subsídio de refeição que aufiro (se calhar, por receber em cartão refeição…);
- Até à presente data ninguém nos soube responder como é que se tem um processo de pré-aprovação de crédito “na gaveta” durante 1 semana, sabendo da urgência dos clientes em obter informações acerca do mesmo, estando já a decorrer o prazo de cumprimento do CPCV;
- Temos conhecimento das datas em que foram enviados os pedidos de pré-aprovação, bem como as datas de resposta das entidades bancárias, sendo que estas foram dadas em 24h/48h…
Informamos que esta informação foi obtida presencialmente nas entidades bancárias envolvidas.
Temos em nossa posse todos os email’s remetidos, bem como a nossa insistência na procura de respostas aos processos remetidos aos bancos que podemos facultar caso pretendam.
Pergunto:
Não deveria a consultora imobiliária, bem como o consultor financeiro, usando da sua boa fé, profissionalismo, transparência, experiência, alertar-nos para adiar a assinatura do CPCV até que tivéssemos na nossa posse as soluções de crédito dadas pelos bancos e o crédito não estivesse pré-aprovado?
Afinal de contas, foi esta a razão que nos levou a procurar um consultor financeiro…

Remax Latina Mafra:

Relativamente a estes senhores, são estes os factos:
1º) temos conhecimento, por mera casualidade, e por termos consultado o estado do processo com o Departamento da Qualidade da Remax, do suposto envio, a 11/02/2019, de uma resposta a uma nossa reclamação;
2º) até à data não recebemos rigorosamente nada e exigimos que nos seja demonstrado o envio da mesma;
3º) em nenhum momento, procurou a Remax Latina Mafra, dialogar connosco tendo em vista a possível resolução de todo este imbróglio;
4º) posteriormente à reclamação, fizemos envio de uma carta registada com aviso de recepção (recebida pela Remax Latina Mafra, a 13/02/2019, a informar que ainda não tínhamos, à data, qualquer solução para a aquisição de nova habitação);
5º) à nossa carta, responde a Remax Latina, a 14/02/2019, com o envio de factura relativa a 50% do valor da comissão de venda do nosso imóvel (devo acrescentar que no envelope constava apenas a factura, sem sequer juntar uma normal carta de acompanhamento… será este o “modus operandi” habitual da Remax Latina Mafra no contacto com os seus clientes?...;
6ª) a esta comunicação respondemos (igualmente em carta registada com aviso de recepção) que, tal como sempre ficara acordado com a consultora Maria do Céu Ayiku, poderíamos proceder ao pagamento integral da comissão após a escritura.

Conclusão:

Julgamos assim, que com todas estes explicações e com as provas que juntamos em anexo e que lamentamos ser a única forma de repor a verdade dos factos, fica por demais evidente a nossa boa fé em todo este processo.
Importa ainda referir que nunca foi nosso propósito conseguir qualquer tipo de contrapartida financeira apesar da conduta pouco profissional da Remax Latina Mafra, Max-Finance, e correspondentes colaboradores envolvidos neste processo.
No entanto, damos a conhecer todas estas situações para que este processo tenha um efeito positivo em situações futuras com outras famílias que procuram a ajuda de profissionais da área quando decidem comprar/vender uma habitação.
Só nós sabemos o que passámos nestes últimos 2 meses e, acreditem, não há nada que pague isso… Conseguiram estes senhores transformar o sonho de uma família que apenas queria dar um passo qualitativo na sua vida, num pesadelo diário, repleto de artimanhas, mentiras, má fé, preocupações, stress!
Brincaram com os valores da nossa família e isso não admitimos!
Como clientes, fomos mal tratados, humilhados, desprezados e alvo de comentários que aqui provamos não corresponderem à verdade.
Para finalizar, hoje podemos dizer que, felizmente, encontrámos uma casa dentro daquilo que sempre procurámos e que esperamos nos faça esquecer este pesadelo que vivemos!
Ficamos ao dispor para qualquer esclarecimento que julguem necessário.

Atentamente,
Maria João Reis
Sérgio Belo

De: Maria João Reis Enviado: 22 de março de 2019 00:46
Para: Olga Costa - RE/MAX Portugal Cc: 'Sandra Baptista'; 'Cátia Ribeiro - RE/MAX Portugal'; belosergio@gmail.com
Assunto: RE: Reclamação de serviços prestados

Ex.ma Srª Olga Costa

No seguimento da exposição por nós efectuada na passada segunda-feira, vimos por este meio dar a conhecer os factos ocorridos após essa data e directamente relacionados com a Escritura de venda do nosso imóvel.
Como já era do conhecimento da Remax Latina, estamos em processo de compra de nova habitação, a qual apenas está disponível para habitarmos a partir da segunda semana de Abril. Por assim ser, sempre foi nossa preocupação acautelar a saída do nosso imóvel com a entrada na nova casa, dado o facto já várias vezes referenciado de termos dois filhos menores.
Até ao passado dia 18/03/2019, estávamos na disposição de comparecer na Escritura, que se encontrava marcada para 22/03/2019, uma vez que nos era dado “feedback” de que seria viável a compradora facilitar a nossa permanência durante as 2 semanas que precisávamos para efectuar a mudança.
No final desse dia, recebemos a informação que a compradora afinal se mostrava intransigente e quereria ocupar a casa logo no dia da Escritura.
Tendo sido apanhados de surpresa com esta tomada de posição e não conseguindo encontrar uma solução que se afigurasse viável em tão pouco tempo, decidimos, com base no que o CPCV nos permitia, accionar a prorrogação do prazo para a realização da Escritura pelos 30 dias nele previstos, dando a devida justificação e sugerindo, inclusive, uma nova data para realização da Escritura: 8 de Abril de 2019.
Assim, disso demos conta através de envio de carta registada com aviso de recepção, a 19/03/2019, para as partes intervenientes (Remax Latina Mafra e a compradora).
Esta situação originou o envio de vários emails da consultora Maria do Céu Ayiku, os quais juntamos em anexo.
Não podemos, no entanto, deixar de realçar, que a nossa posição se encontra perfeitamente dentro da legalidade que o CPCV (que juntamos em anexo) nos confere.
Assim, juntamos em anexo toda a documentação relativa a esta situação, não deixando de lamentar, uma vez mais, a posição da Remax Latina Mafra, que configura mais um acto de má fé ao informar-nos que, ainda assim, irão comparecer na Escritura, ignorando a nossa carta enviada atempadamente a informar da nossa não comparência da mesma.
Ficamos, mais uma vez, ao dispor para qualquer explicação que julgue necessária.

Sem outro assunto,
Maria João Reis
Sérgio Belo

No seguimento de todo este processo e pelo facto de não termos estado presentes na escritura, fomos, mais uma vez, vitimas de má fé (pois sabemos terem estado alguns intervenientes presentes na referida escritura, tendo nessa data efectuado a remarcação da mesma, não nos dando nota da nova data) e de pressão psicológica através de uma carta remetida pelo advogado da promitente compradora que nos apelida de egoístas, de termos tido uma atitude pouco digna e de termos faltado à escritura sem explicação. Relembro que apenas tomámos esta posição pois não tínhamos casa para onde ir, com os nossos dois filhos…
Fomos obrigados, pois somos pessoas cumpridoras, a contactar novamente a consultora imobiliária, questionando sobre a data da escritura, dado que no dia 25/03 ainda não tínhamos qualquer comunicação do advogado da promitente compradora, ao que esta srª responde que receberíamos a carta dentro dos “prazos normais”… que não seriam cumpridos perante o nosso banco, para efeitos de solicitar o distrate de hipoteca, para que a escritura se possa realizar. Este prazo foi salvaguardado por nós, pois contactámos directamente o Crtório Notarial, que nos informou da data da escritura.

Para terminar, informo que temos em nossa posse sms´s, msg whatsapp e e-mails que desmentem categoricamente toda a argumentação cobarde por parte da Remax Latina de Mafra para tentar responsabilizar um cliente da falta de zelo, de profissionalismo, de salvaguarda de um bem maior de uma familia. Foi e é desta forma que a Remax Latina de Mafra e todos os intervenientes referidos nos tratam como clientes. Nós pagamos um serviço que de tão mau podemos dizer que nem existe, pois neste momento somos tratados absolutamente como inimigos e alvos a abater (não sem antes pagarmos a tão ambicionada comissão, que é a única coisa que move esta "gente")

08 Abr2019
Remax adicionou uma resposta

Exma. Senhora,

Para qualquer reclamação e/ou esclarecimento, solicitamos contacto para:

qualidade@remax.pt

Melhores cumprimentos.
RE/MAX PORTUGAL
Departamento de Qualidade

09 Abr2019
Maria Reis adicionou uma resposta

Exmos Srs

Se se deram ao trabalho de ler a minha reclamação, verificam que o departamento de qualidade da remax já tem esta mesma reclamação desde o dia 4 de fevereiro de 2019 e até agora sem resposta...

09 Abr2019
Maria Reis adicionou uma resposta

Exmos Srs

Se se deram ao trabalho de ler a minha reclamação, verificam que o departamento de qualidade da remax já tem esta mesma reclamação desde o dia 4 de fevereiro de 2019 e até agora sem resposta...

07 Mai2019
Maria Reis adicionou uma resposta

Boa tarde,

Seja qual for o canal, a resposta da Remax é sempre a mesma... ignorar o cliente!

14 Mai2019
Maria Reis adicionou uma resposta

Boa tarde

Afinal a Remax não ignora, mas goza com os clientes, que é mais grave... depois de ter colocado o comentário acima, recebo e-mail do departamento de qualidade da Remax Latina a enviar a resposta que a nós nunca enviaram, mas que deram a conhecer ao departamento de qualidade da Remax Portugal como o tendo feito. É deste tipo de tratamento que um cliente da Remax Latina tem quando reclama! Fomos e continuamos a ser tratados como lixo. De nós só interessou receber a comissão para poder gozar umas belas férias no estrangeiro....
A actuação destas pessoas pouco ou nada profissionais continua a pautar-se pela má fé.
Continuamos a exigir resposta formal a todas as questões colocadas,bem como prova do envio da resposta à nossa reclamação à data que indicaram à Qualidade da Remax Portugal.

Maria Reis está a aguardar resolução da marca

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