Saúde CUF

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José de Mello Saúde, SGPS
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CUF - Situações perfeitamente surreais!!

Resolvida
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Eva Silva apresentou a reclamação

CUF Cascais com convenção com a ADSE? Será?
Duas situações perfeitamente surreais, no mesmo atendimento, neste caso, Atendimento Permanente.
No site da CUF Cascais, vem mencionado nos acordos e convenções o seguinte, e passo a imagem:
Resultados da pesquisa de Acordos e convenções:


ADSE

Análises, Consultas, Ecografia, Medicina Física e Reabilitação, Exames Especiais, Internamento, Mamografia, Medicina Dentária, Raio-X, TAC, Osteodensitometria, Ressonância Magnética, Atendimento Permanente

1ª Situação
Eu, Eva Maria Rocha Moreira da Silva, nrº contribuinte 199 166 927, na passada 3ª feira, dia 06 de Setembro dirigi-me ao Hospital da CUF Cascais, para o serviço de Atendimento Permanente, visto não estar a sentir-me bem, sentia fortes dores no peito e no corpo, a minha entrada foi pelas 13h06, apresentei o meu cartão da ADSE, para ser atendida e assistida por esse mesmo sistema de saúde.
Após algum tempo de espera, fui atendida pela médica de serviço Dr.ª Eliana Fonseca, examinou-me e solicitou um RX ao Tórax e Pulmões.
Fiquei a aguardar na sala de espera, pelo RX, passado algum tempo de espera, fui chamada novamente ao gabinete da médica, que solicitou análises clínicas.
A médica, solicitou novamente que aguarda-se na sala de espera, perguntei o que se passava comigo? o que suspeitava? Pois sentia-me muito mal e estava com grandes receios, sem saber ou suspeitar o que se passava. A qual respondeu literalmente “arranjou aqui a bonita, lindo serviço, aguarde lá fora que depois falamos”.
É mais do que obvio que depois deste tipo de comentário, fiquei ainda mais preocupada e praticamente em pânico, pois imaginei logo uma situação de extrema gravidade.
Continuei a aguardar na sala de espera.
Entretanto dirigiu-se a mim uma assistente a pedido da médica, que me informou que a Dr.ª estava a espera do médico de medicina interna, para falarmos, mas não adiantou mais nada.
E eu continuei a aguardar na sala de espera, sem ter a mínima informação do que suspeitavam ou qual o diagnóstico.
É claro que então fiquei mesmo em pânico e achando que tinha alguma doença extremamente grave.
Entretanto no vai e vem de entrar no gabinete, sair e voltar a entrar, RX, analises e esperas sem saber a situação clínica, com comentários e situações como se eu tivesse 3 anos, sem a mínima informação já tinha passado cerca de 3 horas.
Passado mais algum tempo voltei a ser chamada ao gabinete da médica, e o meu marido acompanhou-me visto já estarmos bastante preocupados e ansiosos a qual finalmente me informou, passo a citar “o problema que tem é uma infecção respiratória e vai ter de ficar internada”, a qual respondi, passo a citar “Desculpe Dr.ª mas não fico”, sem mais nenhuma explicação a médica respondeu, passo a citar “então, vou comunicar a sua atitude ao meu colega de medicina interna e pode ser que ele lhe consiga dar a volta, aguarde no gabinete ao lado, que ele já a chama”.
É obvio que já estava mais stressada e irritada, mas tentei manter a calma e educação sem qualquer tipo de má resposta da minha parte, aguardei na sala.
Fui então chamada pelo Dr. Manuel Costa Matos de Medicina Interna.
Informei o médico que não era minha intenção ficar internada, pondo-lhe a questão que se pudesse ficar em casa e fazer o respectivo tratamento preferia.
Colocamos a questão se era estritamente indispensável para uma normal recuperação ficar internada, o qual o médico respondeu encolhendo os ombros e passo a citar “Não, não é necessário, reforçamos a medicação e fica em casa sem sair, vou-lhe passar a receita e a marcação de um TAC, e quero que venha cá para consulta, na próxima 2ª Feira”.
Informei o médico, que cumpria todas as orientações dadas e que necessitava de um atestado médico para a função pública, visto eu pertencer.
O qual respondeu que sim, mas como não conseguia aceder ao meu processo, para eu passar ao gabinete da Dr.ª, o qual fiz de imediato.
NOTA: Pois bem, depois desta situação toda, perfeitamente surreal, não tendo informação nenhuma da minha situação clínica, fui tratada como se tivesse 3 anos, não me informando de nada, colocam a questão para eu ficar internada, mas afinal não era assim muito necessário, se não era, porquê por essa questão? Ou seria para fazer parte das estatísticas e a ADSE pagar mais um internamento a um Hospital da CUF.

2ª Situação
Dirigi-me ao gabinete da Dr.ª, conforme o médico solicitou.
A médica passou a receita e eu solicitei o atestado médico para a função pública, o qual a médica respondeu e passo a citar ”eu não passo esses atestados, só declaração médica, tem de ir à sua médica de família”
NOTA1:Pois bem, se eu me dirigi ao Hospital da CUF Cascais, foi exactamente por ter convenção com a ADSE e poder usufruir de todas as questões da ADSE, assim como, se necessário o respectivo Atestado Médico.
NOTA2: Se fui recomendada para não sair de casa, ainda tinha de ir para o Centro de Saúde, a espera que a medica de serviço me atendesse, pois como todas pessoas sabem, nem todos tem Médico de Família, que é o meu caso, e não se marcam consultas num Centro de Saúde, tão rapidamente como eu necessitava, assim teria de estar horas á espera que um médico me atendesse.
Sai do gabinete, marquei o respectivo TAC e consulta que só foi possível para 4ª feira dia 14 de Setembro, o TAC ficou marcado para 5ª feira dia 08 de Setembro.
Já em casa, em recuperação, não me sentindo muito bem durante o dia de 3ª feira e 4ª feira, na 5ª feira já me sentia com forças e visto que tinha de me dirigir ao Hospital da CUF Cascais, para realizar o TAC, liguei de manhã para o Hospital CUF Cascais, para ver a possibilidade de marcar uma consulta para um médico que me pudesse passar o respectivo atestado, para esse dia e expos toda a situação, não foi possível e só seria possível 2ª feira dia 12 de Setembro, pelas 21h40, tenho como prazo limite a entrega do meu atestado, no meu local de trabalho, até 3ª Feira dia 13 de Setembro.
Expos toda a situação e expliquei que tinha como recomendação médica não sair de casa, e como todo o meu processo está nesse mesmo Hospital, se o meu marido levando os exames que eu tinha feito, mais a declaração médica que me passaram, mas para mim não servia, se podia ser ele a falar com o médico, para eu não sair de casa e muito menos aquela hora, quando está mais frio.
Tive como resposta de imediato e passo a citar “nem pense, o médico só passa se estiver presente”, respondi se não posso sair de casa, como é que resolvo o problema, passo a citar “não sei, mas o médico só passa se estiver presente”
Se eu estiver presente o médico acredita em tudo o que vê, e passa o respectivo Atestado.
Em contra partida o médico no Centro de Saúde, não tem acesso ao meu processo do Hospital CUF Cascais e tem de acreditar na minha palavra, na minha situação, na declaração passada pela médica, mesmo não tendo acompanhado nem conhecendo o meu historial clínico.
Pois bem, após estas duas situações completamente surreal, tendo sido tratada como fui e toda a situação durante o Atendimento Permanente.
Quando decidi dirigi-me ao Hospital CUF Cascais, foi exactamente por ter convenção com a ADSE, e por ser sempre bem atendida quando necessitava de utilizar os serviços, mas afinal não serviu de nada.
Para que serve a convenção com a ADSE, no Atendimento Permanente?
Só para termos um desconto no atendimento e exames? É só isso?
Não resolveram situação nenhuma e tive de me dirigir ao Centro de Saúde, pondo em risco a minha própria Saúde e não cumprindo o recomendado pelo médico, mas não por vontade própria ou por negligencia minha, mas sim por situações criadas pelo próprio Hospital da CUF Cascais.
É obvio que da próxima vez que necessitar, dirijo-me ao Hospital de Cascais, onde sempre fui muito bem atendida, e mesmo numa situação de urgência com o meu marido, ao fim de mais ou menos 30 minutos chamaram-me e puseram-me ao corrente de toda a situação que suspeitavam e como iriam proceder. Situação que não aconteceu no Hospital CUF Cascais.
Peço desculpa por insistir, mas estas duas situações são perfeitamente bizarras, pela forma como fui atendida e tratada no Atendimento Permanente, que nem sequer se deram ao trabalho de explicar o que era uma Infecção Respiratória e como deveria proceder, etc., por outro lado, utilizo o sistema de Saúde da ADSE, mas não resolveu a minha situação, bem pelo contrário, só complicou.

Desde já, agradeço a vossa atenção.

Cumprimentos,
Eva Silva

Nota: Junto envio este texto em documento para um melhor entendimento


Esta reclamação tem um anexo privado
10 jan 2013
Saúde CUF adicionou uma resposta

Exma. Senhora

Segue em anexo carta da Directora Clínica da Clínica Cuf Cascais Prof. ª Piedade Sande Lemos.

Com os nossos melhores cumprimentos.
Lurdes Simões


Lurdes Simões - maria.simoes@jmellosaude.ptl
Gabinete do Cliente – Clínica CUF Cascais– José de Mello Saúde
Rua Fernão Lopes, 60, Piso 1- Cobre –- 2750-663 Cascais
Tel.: 351 211141400 – www.saudecuf.pt

Esta reclamação foi considerada resolvida

Comentários (1)

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miguel

Nao aconselho a ninguém ir aos hospitais cuf, so pensam em dnheiro e nao assumem as respnsabilidades dos seus actos, meu filho nasceu no cuf descobertas e deram lhe suplementos de leite fora do prazo e esqueceram se do kit de celulasestaminais. E assumirem as responsabilidades nada,, tou ha 3 anos a tentar apurar responsabilidades