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SOS Caldeiras - Uma "empresa" perigosa

Resolvida
1/10
Pedro Esquivel
Pedro Esquivel apresentou a reclamação
8 de setembro 2020 (editada a 14 de setembro 2020)
Em primeiro lugar, é preciso dizer que eu fui educado para não fazer denúncias e custa-me bastante publicar este texto.

Em segundo lugar, escrevi o texto evitando juízos e descrevendo apenas o que observei. É claro que em alguns casos são colocadas hipóteses que possam explicar o sucedido.

A minha experiência com esta empresa é um filme de horror, que não faz bem a ninguém. Espero que o leitor fique informado dos “riscos” que corre com esta "empresa".

Os factos ocorreram na minha casa situada perto no concelho de Viana do Castelo. A caldeira em causa é uma Roca Gavina, já com alguns anos, mas com pouco uso. Tenho alguma experiência com as intervenções anteriores da assistência oficial da marca.

No dia 13 de Agosto, eu tinha a casa cheia de gente (miúdos, adultos, etc), quando fiquei sem água quente pela manhã. Como a assistência oficial da marca não podia vir no próprio dia, eu fui à internet tentar arranjar um serviço de urgência que me resolvesse o problema. Assim, apareceu o contacto da “SOS Caldeiras” e estabeleci o contacto com o Sr. (*) que se mostrou logo disponível para resolver o problema.

Primeira Intervenção - 13 de Agosto

- É preciso dizer aqui que a minha impressão inicial do Sr. (*) foi excelente. Parecia estar muito à vontade com o equipamento, e ao fim de pouco tempo, a caldeira lá arrancou, sem problemas aparentes. Além disso, disse-me que a sua empresa tinha 8 funcionários e disse-me que tinha estudos superiores de engenharia. Apenas fiquei um pouco desconfiado, quando comparou a caldeira com um motor a diesel…achei uma comparação estranha para um técnico fazer….

- A intervenção consistiu essencialmente na limpeza dos órgãos do queimador. Como eu disse, a operação pareceu bem realizada. A afinação foi feita “a olho” porque o Sr. (*) não trazia o equipamento. Também não trazia um aspirador de cinzas, mas foi dizendo que as cinzas iriam desaparecer “todas” com o funcionamento normal da caldeira.

- No final da intervenção resolveu substituir o “bico” (ou seja, o ejetor de gasóleo). Mais tarde veio a verificar-se esta substituição foi um erro grave. O novo “bico” instalado tinha o ângulo de 80 graus em vez dos 60 graus recomendados pela marca. Também se verificou mais tarde que não era novo ou pelo menos tinha andado aos “tombos”.

- O resultado desta intervenção foi péssimo. A caldeira teve nova avaria no dia 25 de Agosto, apagando-se com códigos de erro. Os hóspedes da habitação ficaram sem água quente depois de queixarem previamente do cheiro a gasóleo no exterior. Sobre esta ocorrência, o Sr (*) justificou-se dizendo pela primeira vez que a caldeira tinha ficado a funcionar por isso estava bem reparada. Voltei a ficar com uma impressão má porque o ficar a funcionar não significa boa reparação para ninguém neste mundo.

Segunda Intervenção - 25 de Agosto

- O Sr. (*) voltou a ser chamado, veio, embora a horas muito tardias. Desta vez, a intervenção não foi acompanhada por mim no local (a casa estava com hóspedes que lhe abriram a porta). O Sr. (*) trabalhou assim completamente sozinho.

- Mais tarde, o Sr. (*) ligou-me e disse que tinha substituído a caixa de controlo Riello 531 SE por uma nova. Ora veio a verificar-se mais tarde, que caixa instalada não era nova e que parecia não ter havido qualquer substituição. Com efeito, tinha um aspeto usado, tinha o led partido e tinha a resistência de aquecimento desligada (posição por defeito do fabricante). O Sr. (*) disse-me também que tinha de fazer uma limpeza que ficou marcada para o dia 29.

- O Sr. (*) pediu o pagamento com urgência. A quantia pedida que continha o custo da caixa de controlo foi paga de imediato por transferência bancária. A situação era de emergência porque a casa estava alugada e a responsabilidade era minha.

- O Sr. (*) alega que a caldeira ficou a funcionar depois da sua intervenção, o que é verdade, só que voltou a parar logo no dia seguinte (26 de Agosto). Os hóspedes queixaram-se de intenso cheiro a gasóleo, libertação de fumos dentro de casa, desligaram a caldeira do quadro para poder cozinhar e comer, e quando voltaram a ligar o quadro, a caldeira não arrancou e deu erro.

- A partir daí, o Sr. (*) deixou de atender chamadas, dando apenas algumas respostas por SMS, situação que se manteve nos dias seguintes apesar de saber que os meus hóspedes continuavam sem água quente. No dia 27 de Agosto o Sr. (*) informou-me que estava em Lisboa e que não poderia reparar a caldeira. Quando lhe pedi para arranjar outro técnico da empresa (tinha-me dito anteriormente que havia 8), acabou por dizer que isso só seria possível no dia 28 ou 29.

- Logo de manhã cedo, seguindo a pista da limpeza necessária que o Sr. (*) me tinha dito como sendo necessária, desloquei-me ao local para aspirar a exaustão da caldeira, uma operação que conhecia e que já tinha feito várias vezes. Comprei um aspirador de cinzas para poder fazer a operação o mais eficiente possível. Foi então detetei mais uma situação completamente anormal: a falta de uma porca de aperto da tampa.

- A falta de porca e uma má combustão explicam porque razão os hóspedes tiveram de desligar a caldeira devido ao fumo no interior de casa. À semelhança da situação do bico já referida, trata-se de algo negligente e que não devia ter acontecido.

- Entretanto, ainda no dia 27, o Sr. (*) diz-me para limpar a célula fotoelétrica e limpá-la. Seguindo as instruções dele, tirei a caixa de controlo já referida algo que não custou nada tanto mais que estava desapertada (!). Nessa altura observei melhor a caixa de controlo e mantive a opinião de que a caixa de controlo era usada. O Sr. (*) alegou de imediato que eu teria partido a caixa (!), só que para além de não ser rigorosamente verdade, é muita coincidência a nova caixa ter o led também partido como já tinha a anterior. No dia seguinte, confrontado com questão da caixa de controlo, viria a dizer que a caixa de controlo "substituída" teria sido deixada em cima da caldeira. Essa caixa nunca apareceu e assim não parece ter havido qualquer substituição.

- Os hóspedes continuavam sem água quente, e eu tentei que então que viesse um técnico de um serviço de assistência 24 horas. Não consegui.

- No dia 28, tentei novamente que o Sr. (*) fosse lá casa. Também por SMS, acabou por dizer que ía "depois de passar por Braga". Mais tarde, muito mais tarde, disse-me que só chegaria às 20 horas. A essa hora quando tentei contactá-lo disse que "estava a caminho". Mais tarde, pelas 22:30 disse-me que não ía porque tinha tido um problema na viagem com a família e que isso também o impediria de ir no Sábado tal como estava marcado.

- Finalmente interessa referir que tive de pagar uma indemnização de 2,5 dias aos hóspedes por não terem tido água quente e contratar uma outra empresa para reparar a caldeira.

As situações anormais e as respostas da SOS Caldeiras

- Tal como é referido no texto, eu próprio detetei a falta da porca na exaustão e o facto da caixa de controlo parecer ser usada. Porém existem também outras situações que foram detetadas pelo técnico que finalmente reparou a caldeira no dia 29.

- Antes de falar noutras situações interessa referir que o técnico observou a caixa de controlo e confirmou a ideia de que era usada. O diagrama da parte de trás da caixa tinha manchas de gasóleo também na superfície não exposta. Durante a reparação a caixa de controlo não funcionou, e quando se observou o seu interior, verificou-se que estava completamente queimada. A caixa teve controlo teve de ser substituída por uma nova, o que foi muito difícil de conseguir. Nos Sábados, as lojas da especialidade estão fechadas.

- Confrontado com a fotografia da caixa de controlo que estava instalada e não podia ser nova, o Sr. (*) você a dizer que tinha instalado uma caixa nova e que até tinha um vídeo como “prova”.

- Confrontado com o uso de um bico não recomendado, o Sr. (*) disse-me que se podiam usar outros bicos desde que a caldeira fosse afinada para isso (!).

- O técnico que reparou a caldeira detetou um outro “erro” que provavelmente poderá ser o mais grave de todos e que poderia ter como consequência a destruição da caldeira. A pressão do gasóleo estava no dobro do valor recomendado pelo fabricante. Esse erro explica também a razão pela qual os elétrodos derreteram e tiveram posteriormente de serem substituídos.

- A reparação pelo novo técnico terminou com a afinação da caldeira para a qual se usou equipamento adequado. A duração da intervenção foi de 4 horas embora só tenha pago 3.

- O facto do Sr. (*) não atender telefones durante vários dias é também uma situação muito anormal. Nunca se quis defender de viva voz nem devolveu os montantes pagos indevidamente.

- Claro que o Sr. (*) nega tudo isto. Mas, para além daquilo que eu próprio observei há as observações do técnico. Observou, é uma testemunha, mas nunca criticou o colega.

- Confrontado com um pedido de recibos, o Sr. (*) pediu o pagamento de um IVA, que em grande parte diz respeito a uma peça não substituída.

- Uma cópia do detalhe da factura que descreve a reparação efectuada foi enviada ao Sr. (*) mostrando a substituição dos vários componentes, que incluem os componentes que o Sr. (*) diz ter substituído.

- O Sr. (*) afirmou duas vezes que pagaria a intervenção de outro técnico (quando me informou que não ía aparecer). Quando questionado sobre isso recusou-se a pagar.

Em resumo: a SOS Caldeiras pode-lhe causar muitos prejuízos. Não parecem saber reparar caldeiras. Verifique sempre se as peças são mesmo substituídas. Não deixe o técnico trabalhar sozinho. Na internet não é fácil encontrar dados sobre a empresa. Há um site mas só tem os números de telefone usados pelo Sr. (*). Finalmente, não se pode confiar naquilo que o Sr. (*) promete.

Uma última nota para chamar a atenção que o técnico da SOS Caldeiras envolvido na minha reclamação e nas outras (até ao momento) é o mesmo. É sempre o mesmo senhor que dá a cara por esta empresa.
Data de ocorrência: 8 de setembro 2020
Pedro Esquivel
25 de dezembro 2020
Como era de esperar face à natureza desta reclamação, e a natureza das outras reclamações - problemas de absoluta falta de ética e vergonha - continuo sem receber o dinheiro que foi pago indevidamente por peças não (ou mal) substituídas e por uma reparação absolutamente amadora. Desde que a caldeira foi intervencionada por um técnico competente, nunca mais parou, nunca deito cheiros nenhuns, nem fumos dentro ou fora.
Pedro Esquivel
5 de janeiro 2021
Aguardo devolução do dinheiro recebido indevidamente.
Pedro Esquivel
19 de janeiro 2021
Aguardo devolução do dinheiro recebido indevidamente.
Pedro Esquivel
3 de fevereiro 2021
Aguardo devolução do dinheiro recebido indevidamente.
Pedro Esquivel
Pedro Esquivel avaliou a marca
3 de fevereiro 2021

O Sr. desta marca (Bruno Maciel) devia ter vergonha das coisas que faz. Inventa substituição de peças e de equipamentos e não percebe nada de caldeiras.

Esta reclamação foi considerada resolvida
Comentários

Fiz uma queixa contra esse senhor, não sei se irá dar alguma coisa, só quero reaver o dinheiro que me pediu para a instalação de uma caldeira de condensação e até hoje, nem caldeira nem os 50% que ele me pediu. Caso alguém se queira juntar a mim contra esse senhor que diga. Estas situações devem ser denunciadas para que ele não engane mais ninguém.

7 de novembro 2020

Susana qual é a sua ideia? Acho que ele não devolve dinheiro nenhum.

Eu tenho todos os e-mails onde ele dá o valor da instalação, o NIB dele, comprovativo da minha transferência, etc. Eu fiz uma queixa crime por burla na sexta onde anexei á mesma todas as provas que tenho. A morada dessa empresa é no porto mas o Sr. Bruno é de Barcelos e é um prestador de serviços e foi essa morada que dei na queixa. Como sabem burla é um crime público, qualquer pessoa o pode denunciar basta ter conhecimento de tal, e vocês têm 6 meses para apresentar queixa.

Alguém aqui fez queixa desse senhor ao Ministério público? Para além da queixa que fiz ao ministério público, provavelmente vou fazer ao banco de Portugal e às finanças para ver como ele vai justificar os 1000€.

9 de novembro 2020

No meu caso, eu não tenho recibos e ele já disse não os passa a não ser que eu mais (IVA) por uma peça que nunca substituiu (é grande parte dos 301 euros - é para aí 230 euros). Ele pediu o dinheiro com urgência, e eu que estava com pressa, fiz duas transferências imediatas. As duas contas foram pagas pelo banco. No meu caso, é mais difícil porque ele destruiu posteriormente (com a afinação) a peça que não substituiu e eu depois tive que colocar uma nova. Ele pode argumentar que eu estraguei a peça...., que trabalhou muito, etc. Eu não sei como é que posso provar que ele não substituiu a peça e que depois a afinação que ele deixou destruiu a peça.

Boa tarde, pois no meu caso tenho os e-mails, onde ele pede a transferência, dá o NIB dele e depois inventa a morte do próprio pai como desculpa para não vir fazer a instalação e que até devolve o adiantamento, que nunca chegou a fazer. Mas no e-mail ele confirma que eu fiz o adiantamento do montante e tenho a transferência como prova. No seu caso e como ele não passou fatura você pode exigir a mesma, existe a prova da transferência mas ele não tem a fatura que corresponde ao valor recebido. Eu só acho que ele tem e deve ser denunciado, isto não vai parar até que alguém o faça parar, que segundo me parece ninguém ainda o fez porque ele continua. A queixa crime eu já fiz, vou falar com o meu advogado para ver o que mais posso fazer contra esse senhor, acredite que neste momento está luta se tornou pessoal, sei que posso não reaver o meu dinheiro, mas vou tentar por todos os lados que esse senhor pague pelos atos que tem cometido.

Alguma vez tentou saber se pode fazer queixa nas finanças? Ele é prestador de serviço e você com o comprovativo de transferência pode dizer que ele recebeu o valor mas não passou fatura, no mínimo fica com a fatura e ele com uma multa para pagar às finanças.

Boa noite Sr. Pedro Esquivel, foi me proposto por vários queixosos neste portal inclusive um Sr. que trabalha num escritório de advogados que também recebeu uma queixa contra esse senhor, juntar todos os queixosos para se tentar fazer alguma coisa, tem interesse?
Caso tenha interesse envie me um e-mail para este contato. susanapvl@hotmail.com

25 de dezembro 2020

Boa noite. Só agora li a sua mensagem. Vou enviar email.

Infelizmente não li estes comentários antes de contactar a SOS caldeiras. Quando a minha caldeira a gás avariou, e a casa ficou sem água quente contactei com esta empresa . Quem veio ver o assunto foi o Sr Bruno Maciel que disse que tinha queimado a placa electrónica, estando toda molhada. Paguei nova placa ( 307,50 euros inc IVA) mais deslocação, reparação, etc. O Sr Maciel disse que a nova placa tinha 2 anos de garantia. Nesta sexta feira passada, fiquei sem água quente de novo. Para não estar a acionar o numero de emergência, acabei por falar com o senhor na segunda feira e quando lhe disse que ele me tinha informado que a placa tinha 2 anos de garantia, ele retorquiu que as placas só têm 6 meses de garantia. Fiquei de combinar com ele uma visita tecnica . Na terça feira depois de tentar ligar inúmeras vezes, finalmente marquei para hoje, quarta feira ás 10 h. O Sr Bruno Maciel abriu a caldeira, mexeu para lá e disse que a placa estava toda húmida e que a marca não ia cobrir esse estrago. Mexeu e remexeu e comentou que um selante da sonda estava a pingar e a isso se devia a humidade. Disse-lhe que ele foi a última pessoa mexer na caldeira, tinha cobrado quase 400 euros da outra vez e não era aceitável que não verificasse que a caldeira estava toda sem problemas. Aliás, se água havia , ele deveria ter averiguado de onde vinha e sanado o problema antes de instalar nova placa electronica. Então disse ele que eu estava a duvidar do trabalho dele e que para não ficar mal , ele iria trazer nova placa. Perguntou se eu iria estar em casa e disse que voltaria uma hora e meia depois. Até agora não apareceu, não atende o telefone, nem responde a mensagens.

Caldeira desmontada e do Sr Bruno Maciel, nem sombra...

Soube hoje que uma placa electrónica para a caldeira custa 119 euros +IVA. O " técnico", além do preço da visita e reparação cobrou-me 249 euros +IVA pela tal placa ( 307 euros). Já dá para ver o nível de honestidade deste indivíduo...

Boa Tarde , só agora vi os vossos comentários e resolvi intervir para realmente ver se era possível fazer qualquer coisa contra esta Pessoa, (bruno maciel) com letra pequena , o meu caso pelo que li é muito mais grave eu entreguei ao fulano , cerca de 4.700 € através de transferência bancária e até hoje nem dinheiro nem máquina, eu estou no estrangeiro e para mim é difícil tratar deste assunto e nem sequer sei como tratar já que estou fora de Portugal á 36 anos, podem pensar que sou burro, mas não sou eu estava muito aflito e confiei no indivíduo, aliás já fis alguns negócios em Portugal á distância e é a primeira vez que sou enganado, este caso foi em Março de 2020 não sei se terá resolução,eu tenho em meu poder muitos documentos com ameças de ambas as partes mas minha ameaças são piores já que esse Traste ameaçava me ao telemóvel, depois desliga va e não atendia mais o telemóvel e eu estupido mandava lhe mensagens através do waths App a chamar lhe nomes ( como por exemplo * PROIBIDO * e Ladrãozinho, quero lembrar que ele trabalhou muito bem ao ponto de me enervar e fazer com que que disse se coisas que não devia e normalmente não costumo dizer , obrigados por me ouvirem

Em cima proibido é * PROIBIDO *

Atenção!!! Este senhor trabalha agora com o nome de empresa Best Assistência 24.
Continua a atuar conforme descrito aqui.
Chegou a existir alguma ação conjunta?
Obrigada