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TAP - Turbulência aérea devido a falha técnica

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Érica Correia apresentou a reclamação

O voo TP1689 Lisboa-Funchal do dia 6 de dezembro de 2019 terá partido de Lisboa por volta das 12h10 ainda que a sua partida estivesse prevista para as 11h40, sendo que os passageiros já se encontravam dentro da aeronave há cerca de 30 minutos, com vários atrasos para a descolagem.
A aeronave sobrevoou a ilha da Madeira por volta das 13h45 e tentou efetuar a aterragem. Surgiram largos minutos de turbulências fortes que levaram os passageiros a níveis elevados de stress fazendo com que alguns se tivessem manifestado através de gritos.
O comandante vem, mais tarde, justificar o sucedido com falhas de energia na aeronave que determinaram a aplicação de um mecanismo de emergência. O mesmo referiu, ainda, que este acontecimento não foi uma consequência de fortes rajadas de vento, uma vez que o vento se encontrava dentro dos limites legais, necessários para aterragens em segurança. E, além disso, que ao longo da viagem as condições metereológicas teriam melhorado além do previsto, pelo que seria, de todo, espectável uma aterragem.
Aplicado o programa de emergência, o comandante informa os passageiros que, por falta de combustível, teriam, necessariamente, de regressar a Lisboa, e assim foi. Não pondo sequer a hipótese de abastecer na Ilha do Porto Santo (pertencente ao arquipélago da Madeira).
Voltámos a aterrar em Lisboa por volta das 15h15.
Aos passageiros apenas foi dada a orientação para se dirigirem a uma nova porta de embarque. Aí viemos a aperceber-nos de que ali apenas poderíamos agendar novo voo e/ou nos ser atribuído um hotel. Não foi dado qualquer acompanhamento aos passageiros ou qualquer auxílio.
Além do mais, os passageiros foram informados na porta de embarque, de agendamento de novo voo, que poderiam dirigir-se à recolha de bagagem e requerer a sua bagagem.
O que, na verdade, não foi permitido uma vez que as bagagens de Porão ficam retidas pela companhia que segue para o novo voo, apenas. Desta forma, os passageiros não podem ter acesso aos seus bens, nem aos seus produtos de higiene íntima ou qualquer peça de vestuário, mantendo-se exclusivamente com aquilo que seguiu com cada um para o interior do avião (bagagem de cabine).
Não foi atribuído qualquer voucher de transporte para aqueles que não tiveram voucher hotel por terem começado a sua viagem em Lisboa.
Depois de todo este procedimento apenas conseguimos sair do aeroporto por volta das 17h40. Tendo, neste momento, um voo para o dia 17 de dezembro de 2019, pelas 11h40.
O atendimento terá sido lastimável e questiona-se se, de facto, a aeronave estaria capaz de efetuar aquele trajeto, incluindo a aterragem, não encontrando qualquer justificação meteorológica para o sucedido uma vez que todos os outros voos terão aterrado na Ilha da Madeira.

Esta reclamação tem um anexo privado
17 Dez2019
Érica Correia editou a reclamação
Érica Correia está a aguardar resolução da marca

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