Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à falta de resolução do problema com o fogão da minha residência, que se encontra avariado desde sábado (18.01.2025), possivelmente devido a um pico de corrente elétrica que afetou o prédio.
Enviei um e-mail no dia de ontem (20.01.2025) à Sra. Lurdes Gonçalves e, não tendo obtido resposta, voltei a contactar hoje para o número geral onde me atendeu o Sr. Vitor. Durante o contacto telefónico o Sr. Vítor, com quem já falei anteriormente noutras situações foi sempre, muito atencioso, apresentando-me várias possíveis soluções e demonstrando verdadeiro empenho em ajudar.
Foi também o Sr. Vítor quem, pela primeira vez, me forneceu o contacto da Sra. Carla, identificada como uma das gestoras deste imóvel, sendo que, até à data, ninguém havia fornecido esta informação fundamental.
Contactei, por e-mail e telefone, a Sra. Carla Cardoso sobre o problema da avaria e nesta ocasião, fui surpreendida com a resposta de que deveria contactar a E-Redes para solucionar o problema. Inicialmente presumi que esta orientação tivesse sido fornecida pela proprietária, mas fui informada de que esta resposta foi, de facto, dada de forma independente pela Sra. Carla Cardoso. Como é do conhecimento geral, a E-Redes não é responsável pela reparação de fogões, tornando essa orientação inadequada e sem sentido.
Quando insisti na necessidade urgente de enviar um técnico para reparar ou substituir o fogão – uma vez que a falta deste equipamento essencial me impossibilita de preparar refeições em casa e eu estou em teletrabalho –, a Sra. Carla Cardoso respondeu de forma completamente inadequada, afirmando: “Não recebo ordens de arrendatárias.” Esta falta de sensibilidade, juntamente com a recusa em contactar diretamente a proprietária para intervir na questão, deixou-me extremamente desconfortável, frustrada e desesperada perante a gravidade da situação.
Gostaria de reforçar que o valor mensal pago de renda inclui a garantia de que todos os eletrodomésticos na residência estejam em pleno funcionamento, o que atualmente não ocorre. Sendo arrendatária, não tenho autonomia para reparar ou substituir um fogão que não me pertence, sendo essa responsabilidade inteiramente da proprietária ou de quem a representa.
Destaco que este tipo de situações, aliado à evidente falta de comunicação entre mim, enquanto arrendatária, e a Associação Lisbonense de Proprietários, já ocorreu variadas vezes. Principalmente no início do contrato de arrendamento, quando me deparei com infiltrações na parede, tinta a cair e bolor noutra parede, problemas que até hoje ainda não foram solucionados.
Data de ocorrência: 21 de janeiro 2025
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