Exma. Sra. D. Vera Felisberto,
Após análise dos factos e devida ponderação, resolvemos fazer um breve resumo do que se passou para esclarecer devidamente a Exma. Sra. D. Vera.
Dia 04 de novembro de 2019, a equipa da Vision Vitro fez a colocação de uma guarda de vidro nas escadas da sua habitação, tendo o trabalho ficado finalizado sem nenhuma reclamação da sua parte. Posteriormente, pelo que nos foi transmitido, existiu um problema na habitação que iria levar à retirada de painéis de vidro da guarda que tinha sido colocada pela equipa da Vision Vitro e foi solicitado à nossa empresa que fizesse o orçamento para este trabalho, ao qual nós respondemos. Este mesmo orçamento, foi aceite pela Exma. Sra. D. Vera através de um email, que revelou desconhecimento e até desrespeito pelo trabalho a efetuar, tendo inclusive utilizado o termo "assalto" referindo-se ao valor em causa, (relembramos que existem várias empresas a operar no mercado e que cada uma tem os seus valores, tendo em conta vários custos associados e que, só a própria empresa sabe quais são. Relembramos, também, que pode e deve consultar várias empresas do mercado e escolher a empresa mais adequada para si em vários aspetos). Uma vez que vários fatores, num ano para todos atípico e difícil, afetaram a nossa capacidade de trabalho, este trabalho acabou por ser recusado pela Vision Vitro, por falta de mão de obra. A partir deste momento, existiram uma série de queixas infundadas e que, mais uma vez, revelam desconhecimento do trabalho em causa e falta de aceitar algo simples como a empresa, naquele momento, não poder aceitar este trabalho sob pena de não ser possível realizá-lo, em tempo considerado justo, comportamento que não seria aceitável para os padrões de qualidade da Vision Vitro. Após uma reclamação no nosso facebook, um membro da nossa equipa telefonou para a Exma. Sra. D. Vera Felisberto, para explicar que, de facto, devido à falta de pessoal não foi possível aceitar o trabalho, explicação que não aceitou e que questionou.
Após o recebimento da sua carta, mais concretamente no dia 25 de setembro foi contactada, novamente, por um membro da nossa equipa, no sentido de lhe oferecer uma solução, para a reclamação que constava da carta: o passa
mãos colocado na guarda de vidro teria uma “aresta viva”, onde se teria cortado - reclamação esta que para nós não faria sentido, mas que não contestamos e que pretendíamos resolver de imediato para satisfazer o cliente. A solução passaria pela devolução do valor do passa mãos, na totalidade, oferta essa que foi recusada.
Uma vez que só após quase um ano é que refere este defeito, que não existem arestas vivas no produto que fornecemos e que rejeitou a nossa tentativa de encontrar uma forma de satisfazer a questão colocada, consideramos o assunto devidamente encerrado.
Os nossos melhores cumprimentos,
A equipa Vision Vitro
O quanto exposto não corresponde à verdade dos factos. Apenas se admite o inicio do descritivo: prestado um trabalho de fornecimento e aplicação de guarda de vidro com passa mãos, bem como o pedido de novo orçamento para retirar a guarda de vidro. Este orçamento foi aceite por mim, pese embora tenha manifestado insatisfação. Na sequência da minha insatisfação, a empresa rejeita o trabalho. Em simultâneo, cortei o meu dedo no passa mãos. Esse corte foi presenciado pelo pessoal que estava em obra e foi devidamente registado fotograficamente. A empresa que estava em obra comunicou-me que todo o passa-mãos não se encontrava polido. Ora, tal considera-se um defeito oculto porquanto não tenho conhecimentos técnicos para avaliar o polimento de um passa-mãos. Aliás, tal devia ter sido apurado pela VISION Vitro e não por mim. Só me foi possível apurar a falta de polimento aquando do ferimento e por ter sido alertada por pessoal especializado. Entrei em contacto com a empresa e pedi o polimento do passa-mãos. Defeito oculto, devidamente reportado aquando da deteção. Nos termos legais, cabe à empresa proceder à reparação do defeito. Ora, ao ser contactada pela empresa foi-me proposto o pagamento de um novo passa-mãos. Esta proposta demonstra, uma vez mais, o amadorismo desta empresa e provavelmente a falta de conhecimento técnico sobre o serviço que prestam. Portanto, o passa-mãos existente está colado com silicone, é totalmente impossível a sua remoção sem comprometer os vidros. Logo, esta empresa "especializada" o que propõe é que coloque em risco os vidros ao tentar tirar uma passa mãos - que não sai! - e pagam-me um passa mãos novo???? E o trabalho de remoção do passa-mãos com defeito, quem paga? E o risco de tirar o passa mãos anterior e colocar um novo, quem o suporta? Naturalmente que a proposta apresentada tinha que ser rejeitada. Referi telefonicamente, perante testemunhas, que o que pretendo é o POLIMENTO do passa-mãos existente, não é a sua substituição. Conclusão dão este assunto por encerrado uma vez que são incompetentes, daí merecerem esta queixa pública e todas que farei questão de fazer. Vou recorrer às vias judicias para resolver esta questão e publicarei o resultado da decisão final que me será totalmente favorável.
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