À data de hoje o meu marido deslocou-se à Finiclasse Viseu, com o intuito de deixar o meu veiculo (Mercedes GLA, matricula 18-PS-32) para realização de revisão agendada. Cerca das 8h30 entregou o veiculo e pelas 15h procedemos ao levantamento do mesmo nas Instalações da Finiclasse. Nesse momento e enquanto o meu Marido paulatinamente esperava para ser atendido eu tentava, a algum custo entreter o nosso bebé de 20 meses numa "zona de espera" das Instalações da Finiclasse (uma "área contigua à entrada principal, com sofás individuais e uma mesa baixinha, junto a uma escadaria de acesso a um nível superior"). Sobre essa mesa encontravam-se varias revistas, um pequeno vaso de varro com planta artificial de cerca de 20 cm de altura e um livro intitulado "Mercedes-Benz Portugal ". Como demoramos cerca de 37 minutos a ser atendidos (e apesar de supostamente termos atendimento prioritário pela presença do nosso bebé) o Simãozinho ficou impaciente e numa das suas muitas brincadeiras inadvertidamente tocou com uma revista no vaso que caiu ao chão e se partiu. Imediatamente peguei nos "cacos do vaso" e dirigi-me à receção (onde o meu Marido aguardava em fila para ser atendido) pedi desculpa à Sra. Funcionária e referi querer pagar o prejuízo. A Funcionária com atitude aberta e sorriso referiu "não faz mal" e guardou o vaso quebrado. Eu voltei para os sofás da zona de espera com o Simãozinho, ele começou a brincar com o livro "Mercedes-Benz Portugal" e com as revistas. Posteriormente levantou-se levando o referido livro e andava com ele a brincar junto a uma estante da zona "livraria". Ai sou abordada por um Sr. que me diz "a sua criança está a estragar um livro muito caro. A Sra. deveria ter cuidado". Ao que respondo "boa tarde, o livro estava sobre a mesa e se é assim tão especial não deveria estar ao alcance das crianças" ao que o Sr. me responde que o livro está lá não para crianças, só para Clientes. Eu referi ser Cliente e pedi o nome do Sr. e o Livro de Reclamações para proceder a reclamação. Ao que o Sr. me diz que é o Diretor da Secção Finiclasse Viseu e que não existem livros de reclamação físicos pelo que todas as reclamações terão de ser feitas via Internet. Insisto e o Sr. lá me escreve o seu nome [Rui Paulo Silva] a lápis num papel e mo entrega. Nesse momento chamo o meu Marido para junto de Nós (que entretanto já se encontrava sentado a pagar a revisão automóvel). Quando confrontado pelo meu Marido se aquela seria uma “zona de espera” apenas para adultos o mesmo considerou que sim, pelo que ironicamente referi que para a próxima teria de deixar a criança sozinha em casa se quisesse ir à Finiclasse. Ao que o Sr. me responde que se trata de um livro muito caro e que só teria um exemplar na Delegação e que se a filha Dele viesse a minha casa certamente eu teria o cuidado de acautelar tudo o que de valor tivesse em minha casa para ela não me estragar. Eu retorqui que se tivesse algo tão valioso certamente não estaria ao alcance de crianças e sugeri ainda que assim sendo não deveria estar numa mesa baixinha no meio de revistas, mas sim que guardasse o livro no Gabinete dele já que as crianças não lhe podiam tocar.
Data de ocorrência: 16 de agosto 2019
Compete-lhe a si controlar os movimentos do seu filho, por forma a impedir que ele cause estragoa.
Como foi o caso.
O seu filho ainda não tem consciência do que faz. Compete a si educá-lo.
A Arménio Resende e a daniel3x apenas me apraz dizer que tento educar o melhor possível o meu Filho, estabelecendo limites. Ensino o melhor que sei e posso que os direitos dele acabam onde começam os do Outro. Porem compreendo perfeitamente que na sua faixa etária ainda não tenha completa noção dos limites.
Agradeço muito desde já ambas as opiniões, peço por favor se forem pais e/ou educadores ou quiça até modelos educativos que por favor partilhem o Vosso imenso saber comigo na forma correta de como eu educar o meu filho.
Deixo disponível o meu mail (sophieines@gmail.com) e por favor, já que são tão disponíveis a opinar por favor sejam também a partilhar as Vossas Competências Educativas. O que temos de melhor devemos colocar ao dispor do Outro. Grata desde já por tudo o que me derem.
Viseu, 17/09/2019
No meio de uma reclamação num contexto em que está implicito o desrespeito pelos direitos das crianças é preciso ser muito perspicaz para pensar num partir de jarra que os pais prontamente se disponibilizaram a pagar. Realmente estes dois senhores devem ser uns modelos de educação que nao partilham com os outros pais. Era bom que pudessem ler os direitos das crianças e depois fossem vocês também mais instruídos no sentido de terem uma opinião de encontro a um estado de direito e nao de um estado das bananas. A não ser que o vosso modelo seja colocar um colete de forças numa criança de 21 meses!! Pensem antes de escrever e leiam tudo e não o que vos interessa.
Reclamação cheia de arrogância....
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