Foi atribuído ao meu filho um manual de Matemática (7º ano) com os exercícios resolvidos a lápis. Por mais que se apague, as soluções ficam sempre perceptíveis, o que condiciona o raciocínio do aluno. Na escola, foi-me dito que era o que estava em melhor estado. Não é razoável que numa disciplina como esta os alunos tenham de ver a sua aprendizagem condicionada desta forma.
Ana Pires,
Mas que raio de resposta é essa? Sendo contribuinte, fazendo os descontos que fazemos, pagando os impostos que pagamos e atendendo que o GOVERNO informou que seria algo que entregariam ao povo, de forma a todos terem direito a receber gratuitamente até ao 12º ano, acha que essa resposta é inteligente?
Isso já todas as pessoas sabem agora se prometem que fazem, ao menos que cumpram.
Cara Marlene,
não se dê ao trabalho de responder ao comentário de Ana Pires, se verificar através do perfil dela, é extremamente activa a comentar as reclamações postadas pelos outros utilizadores não acrescentando qualquer valor ao conteúdo e resolução das mesmas. Em contrapartida a reclamação efetuada pela mesma é privada, porque será?! Enfim, Marlene compreendo a sua reclamação, aconteceu também com o meu sobrinho, acabei por apagar grande parte sem grande stress mas sei de casos em que não dava mesmo para apagar.
Livros danificados: como reclamar
Face ao elevado número de situações em que os livros são entregues com problemas, o Ministério da Educação esclareceu que,
quando os danos “possam comprometer as finalidades pedagógicas a que se destinam, devem os encarregados de educação dirigir-se às escolas
e solicitar que este tipo de situações sejam corrigidas”. Ou seja, se os livros não estiverem realmente em condições de serem reutilizados,
apresente o caso à escola.
Caso não haja abertura do estabelecimento de ensino para substituir os manuais, pode recorrer à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
O contacto é feito pessoalmente (entre as 9 e as 17 horas), por correio (morada: Praça de Alvalade, n.º 12, 1749-070 Lisboa) ou por via eletrónica.
Aconselhamos a expor o caso por escrito, para haver registo da queixa. Pode até anexar fotografias das páginas danificadas.
Note, no entanto, que a escola e a DGEstE não estão obrigadas a cumprir um prazo para dar resposta à reclamação
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Comentários (4)
Marlene Peters •
Ana Pires,
Mas que raio de resposta é essa? Sendo contribuinte, fazendo os descontos que fazemos, pagando os impostos que pagamos e atendendo que o GOVERNO informou que seria algo que entregariam ao povo, de forma a todos terem direito a receber gratuitamente até ao 12º ano, acha que essa resposta é inteligente?
Isso já todas as pessoas sabem agora se prometem que fazem, ao menos que cumpram.
Lucia Coelho •
Cara Marlene,
não se dê ao trabalho de responder ao comentário de Ana Pires, se verificar através do perfil dela, é extremamente activa a comentar as reclamações postadas pelos outros utilizadores não acrescentando qualquer valor ao conteúdo e resolução das mesmas. Em contrapartida a reclamação efetuada pela mesma é privada, porque será?! Enfim, Marlene compreendo a sua reclamação, aconteceu também com o meu sobrinho, acabei por apagar grande parte sem grande stress mas sei de casos em que não dava mesmo para apagar.
Marlene Peters •
Lucia Coelho,
Muito obrigada pelo seu feedback. Não achei muito normal. "Pensei, a sra. não deve bater bem da cabeça, só pode."
Tânia Lopes •
A DECO explica:
Livros danificados: como reclamar
Face ao elevado número de situações em que os livros são entregues com problemas, o Ministério da Educação esclareceu que,
quando os danos “possam comprometer as finalidades pedagógicas a que se destinam, devem os encarregados de educação dirigir-se às escolas
e solicitar que este tipo de situações sejam corrigidas”. Ou seja, se os livros não estiverem realmente em condições de serem reutilizados,
apresente o caso à escola.
Caso não haja abertura do estabelecimento de ensino para substituir os manuais, pode recorrer à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
O contacto é feito pessoalmente (entre as 9 e as 17 horas), por correio (morada: Praça de Alvalade, n.º 12, 1749-070 Lisboa) ou por via eletrónica.
Aconselhamos a expor o caso por escrito, para haver registo da queixa. Pode até anexar fotografias das páginas danificadas.
Note, no entanto, que a escola e a DGEstE não estão obrigadas a cumprir um prazo para dar resposta à reclamação
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