Desloquei-me no presente dia 16 de julho de 2025 pelas 08:30 ás bombas de combustíveis da Alves Bandeira, mais precisamente as que ficam na Estrada Nacional 1 – Norte / Sul – Lourosa.
Estavam duas viaturas nas bombas do lado direito, estando o lado esquerdo livre, pelo que utilizei a bomba vaga.
Ao tentar começar a abastecer, o aparelho estava bloqueado pelo que solicitei ao colaborador para abrir a bomba, respondendo o mesmo “tem de aguardar”. Saliento que neste momento o colaborador estava a abastecer o primeiro veículo do lado direito.
Em seguida o colaborador deslocou-se á caixa, e podendo abrir a minha bomba para adiantar o trabalho, preferiu fechar a venda do primeiro veículo, tendo eu que continuar a aguardar.
Coloquei, portanto, combustível no meu veículo tendo parado e verificado que a conta marcava 15,01€.
Desloquei-me á caixa e fiquei á espera do colaborador para fechar a minha conta.
O colaborador continuou a abastecer o segundo veículo do lado direito ignorando a minha presença na caixa.
Quando terminou, veio até á caixa com a condutora do segundo veículo do lado direito, pelo que começou o fecho da conta da mesma (não sendo aparentemente uma pessoa com deficiência ou fraca mobilidade, gravidez nem idosa para passar á minha frente), não respeitando a “vez de chegada” para comigo.
Quando finalmente fui atendido o colaborador informou que a conta era 15,03€, valor este que estranhei, pois quando pousei a mangueira na bomba, o valor marcado era 15,01€, mas como não tenho forma de comprovar, esta parte fica sem efeito á data.
Finalizo que a minha reclamação é unicamente para manifestar o meu desagrado pelo atendimento prestado pelo colaborador que ali estava a trabalhar na forma de atendimento do mesmo, desde o facto de escolher quem quer atender primeiro, pelo tom de gozo ao responder “tem de aguardar” e no final, quando mostrei a minha insatisfação, pelo tom rude que falou comigo.
Data de ocorrência: 16 de julho 2025
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