adquiri um veículo semi-novo no stand car7 em Ovar constando no documento de declaração de compra e venda o sinal, entrada, quantia financiada pelo banco e saldo em dívida: 0 €.
O negócio ficou concluído há cerca de quatro meses, o carro foi entregue e o Documento Único Automóvel está em meu nome.
No entanto, passados estes meses, comecei a receber contactos insistentes e abusivos de antigos e atuais representantes do stand:
João Ferreira, que segundo fui informado já não trabalha no stand, tem-me contactado por telefone e WhatsApp, e chegou mesmo a ligar para o meu local de trabalho de forma insistente e fora de qualquer via formal.
Rafael Cruz, também do stand, apareceu hoje, 10 de novembro, no meu local de trabalho à minha procura; ao saber que estou de férias, informou colegas de que voltará lá na próxima semana, o que considero completamente inaceitável.
Já solicitei que qualquer contacto fosse feito apenas por escrito (email ou carta), mas o comportamento mantém-se.
Este tipo de conduta configura assédio, pressão e violação da minha privacidade, sendo totalmente desproporcionado e injustificado, tanto mais que a declaração indica nenhum saldo em dívida. O número do meu local de trabalho foi provavelmente retirado dos recibos de vencimento apresentados única exclusivamente para pedido de empréstimo bancário, o que constitui violação de direito de privacidade.
Data de ocorrência: 10 de novembro 2025
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