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Car7.pt - Assédio e contactos abusivos após compra de veículo

Em tratamento
Joel Costa
Joel Costa apresentou a reclamação
10 de novembro 2025 (editada a 8 de janeiro 2026)
adquiri um veículo semi-novo no stand car7 em Ovar constando no documento de declaração de compra e venda o sinal, entrada, quantia financiada pelo banco e saldo em dívida: 0 €.
O negócio ficou concluído há cerca de quatro meses, o carro foi entregue e o Documento Único Automóvel está em meu nome.
No entanto, passados estes meses, comecei a receber contactos insistentes e abusivos de antigos e atuais representantes do stand:
João Ferreira, que segundo fui informado já não trabalha no stand, tem-me contactado por telefone e WhatsApp, e chegou mesmo a ligar para o meu local de trabalho de forma insistente e fora de qualquer via formal.
Rafael Cruz, também do stand, apareceu hoje, 10 de novembro, no meu local de trabalho à minha procura; ao saber que estou de férias, informou colegas de que voltará lá na próxima semana, o que considero completamente inaceitável.
Já solicitei que qualquer contacto fosse feito apenas por escrito (email ou carta), mas o comportamento mantém-se.
Este tipo de conduta configura assédio, pressão e violação da minha privacidade, sendo totalmente desproporcionado e injustificado, tanto mais que a declaração indica nenhum saldo em dívida. O número do meu local de trabalho foi provavelmente retirado dos recibos de vencimento apresentados única exclusivamente para pedido de empréstimo bancário, o que constitui violação de direito de privacidade.
Data de ocorrência: 10 de novembro 2025
Joel Costa
5 de dezembro 2025
Hoje, 5 de dezembro, durante o período da tarde, o Sr. Rafael Cruz voltou a aparecer no meu local de trabalho. Bateu à porta e ao perceber que era eu que a estava a abrir, entrou sem autorização dentro do escritório, que é propriedade privada, recusando-se a sair. Tinha comigo dois colegas que foram testemunhas do sucedido. Após alguma tensão, em que chegou a apertar-me o ombro com força quando me sentei na minha cadeira e ele se dirigiu na minha direção, em que eu estava a ligar à GNR para fazerem a identificação do Sr. Rafael Cruz, liguei também para o advogado da empresa para dissuadir o Sr. Rafael Cruz a abandonar o meu local de trabalho, o que acabou por fazer após muita insistência. O indivíduo acabou por se ir embora quando confrontado com os termos "invasão de propriedade privada" e "crime". Quando os elementos da GNR chegaram e perguntaram pelo nome do sujeito, disseram que estava mais do que identificado porque aparentemente existem mais queixas contra este stand por más práticas (numa outra queixa aqui no Portal da Queixa falo num arranjo de mais de 600 euros que tive de fazer pago por mim, que não foi coberto pela garantia, em que a marca me disse que o carro (com matrícula de 2024 e apenas 15.500kms) já havia sido mexido, que as peças não eram originais. O Sr. Rafael Cruz, que alega que lhe devo dinheiro, num tom de voz alto, pediu-me que retirasse esta queixa online e que ele próprio me pagaria os mais de 600 euros que gastei com o arranjo não coberto pela garantia e que esquecia a suposta dívida que tenho com ele.
Car7.pt
17 de dezembro 2025
Exmos. Senhores,

Na sequência da reclamação apresentada, importa referir que o veículo adquirido pelo cliente não apresenta qualquer problema, defeito ou anomalia, aliás, o que nunca foi, sequer, reportado pelo cliente, pelo que a nossa empresa não aceita a existência de qualquer tipo de problema na viatura.

Com efeito, o cliente foi devidamente informado em relação a todas as características do veículo automóvel, tendo-o aceite no estado em que se encontrava, na medida em que o veículo automóvel estava em perfeito estado de conservação, quer relativamente ao seu estado exterior, quer relativamente a todos os seus componentes mecânicos, elétricos e electrónicos.

O único incumprimento existente no negócio é exclusivamente imputável ao cliente, uma vez que se encontra pendente o pagamento da quantia remanescente de € 5.000,00, acrescido de juros de mora e que não foi regularizado junto da nossa empresa, apesar das devidas interpelações efectuadas junto do cliente.

Nesse sentido, lamentamos constatar que a apresentação da reclamação que se responde visa, apenas e tão só, para além do claro intuito de difamar a nossa empresa, procurar subterfúgios para protelar a cobrança judicial do remanescente da dívida.

Como tal, os factos alegados pelo reclamante não correspondem à realidade e configuram o crime de difamação em relação à nossa empresa, motivo pelo qual a nossa empresa se reserva no direito de apresentar a respectiva queixa-crime, sendo certo que se encontram já encetados os mecanismos judiciais para a cobrança coerciva do montante devido pelo reclamante.

Por último, importa referir que a nossa empresa, nas relações com os clientes, sempre pautou pelo respeito e consideração dos respectivos interesses e direitos, incluindo os direitos legalmente estipulados para a defesa dos consumidores.

Face ao exposto, no caso em apreço, é forçoso concluir que o comportamento da nossa empresa não é censurável não tendo, em qualquer momento, violado ou desrespeitado os direitos do consumidor nosso cliente, muito menos praticado qualquer acto de assédio, pressão ou violação da privacidade do reclamante, o que é falso e não corresponde à realidade, como este bem sabe, motivo pelo qual a reclamação que se responde é totalmente infundada e deve ser eliminada.

Com os melhores cumprimentos,
Joel Costa
9 de janeiro 2026
Exmos. Senhores,

Registo que a minha reclamação foi reportada como “difamação”, numa tentativa de impedir que se mantivesse publicamente acessível. Reitero que o que aqui está relatado é suportado por documentos e testemunhas.

A vossa resposta imputa-me também a prática de difmação, afirmando que ajo com “claro intuito” de difamar, que afeta a minha honra e consideração. Quanto ao estado/intervenções do veículo, reitero que não inventei quaisquer “queixas”: foi a Citroën (a marca) que me informou e descreveu esses elementos em documento escrito que se encontra anexado numa outra reclamação no Portal da Queixa em modo privado por conter dados pessoais. Se continuar a tentativa de me descredibilizar e de me imputar ilícitos, reservo-me o direito de tornar esse documento público com a devida salvaguarda/expurgo de dados pessoais, por ser prova relevante da minha boa-fé e da factualidade do que foi relatado.

Mantenho integralmente o que descrevi quanto a contactos insistentes e deslocações ao meu local de trabalho, incluindo entrada e permanência sem autorização, e agressão.

Adicionalmente, o uso de contactos obtidos no âmbito do processo de financiamento (p. ex., dados constantes de documentação entregue para crédito) para fins alheios ao propósito inicial suscita questões de proteção de dados, designadamente quanto à limitação das finalidades e à necessidade de um fundamento de licitude para esse tratamento.

Tenho documentação do negócio onde consta saldo em dívida: 0 €. Qualquer divergência deverá ser tratada pelas vias formais e judiciais próprias, com contraditório e prova, e não através de pressão pessoal, contactos ao local de trabalho ou exigências para remover uma reclamação pública.

Por fim, não irei alimentar guerras online. A matéria relevante já está (e continuará a ser) tratada nos autos e perante as autoridades competentes, incluindo no âmbito da queixa-crime já apresentada.
Joel Costa
Joel Costa está a aguardar resolução da marca
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