Bom dia, no decorrer da pandemia COVID, a minha filha, sobre a qual possuo procuração para diversos efeitos, incluindo litígios, ações bancárias, etc, encontrava-se a viver e a trabalhar em meio hospitalar em Lisboa, a residir em apartamento alugado e com serviços da MEO, tendo, antes do términos do COVID por motivos profissionais relacionados à atividade do Ministério da Saúde, sido transferida para a Zona Centro do pais, nessa altura, foram efetuados todos os contactos com a MEO e entregue no términos dos contactos, os aparelhos da Meo, no Leiria Shopping, ficando tudo registado e à época o assunto foi dado pela MEO como resolvido cordialmente, tendo em conta a mudança de residência por imposição da atividade profissional. De referir que após vir viver para a Zona Centro, a mesma foi viver para a residência dos progenitores. Em Fevereiro de 2025, a mesma foi para o estrangeiro, onde se encontra a exercer a atividade profissional, até à presente data. Posteriormente e desde 2024/2025, até à presente data, a empresa INTRUM, sistematicamente, tem-me vindo a contactar por mail cordialmente, e por telefonemas com abordagem agressiva e cujo conteúdo é desqualificavel e de má educação, com dialogo agressivo, em relação ao que pretendem, uma cobrança coerciva, algo que não pode existir, uma vez que à época ficou o assunto cordialmente e justificadamente resolvido. Devido à situação solicito apoio na resolução do caso e terminar com esta situação. Obrigado. Cumprimentos.
Data de ocorrência: 24 de março 2026
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