Sou acompanhada à anos pelo oncologista Paulo Cortes, em início de novembro sugeriu-me biopsiar uma lesão na mama, pelo que lhe perguntei se seria pelo seguro e ele assegurou que sim e que as assistentes tratariam internamente da situação (pedido de autorização à minha seguradora..). Não tive acesso à prescrição do exame porque foi tudo tratado internamente.
Dois dias depois ligaram-me das marcações da biopsia e agilizaram a marcação, trataram do processo de autorização com a minha seguradora e segundo as colegas, foi autorizado e validado por mim com o serviço do hospital aquando o exame. Exame esse, informado desde início que seria pelo seguro, não era e não foi urgente, foi agilizado passadas quatro semanas, ou seja, daria-me tempo de o realizar noutra instituição privada ou pública, até porque tenho processo e sou seguida igualmente pelo Diretor de senologia do Hospital Garcia de Orta, cirurgião Dr Daniel Travancinha.
Resumindo, no dia após o exame, paguei uma fatura (minha parte cerca de 90 eur e o restante pago pela minha seguradora, total de cerca de 500 eur), recebi posteriormente uma factura de 1105 eur com a observação que o código da biopsia não está previsto pela seguradora. Deste modo, estou a aguardar desde janeiro a retificação da fatura, o prazo para a sua resolução desta situação, fiz dezenas de pedidos de resolução, telefonemas e emails. Já fiz reclamação no livre de reclamações e continuo à quase seis meses sem ver a minha situação resolvida, o prazo para poder submeter alguma despesa à minha seguradora está a terminar (a 10 de junho).
Uma enorme falta de respeito que a entidade está prestar ao cliente!
Esta reclamação tem um anexo privado
Data de ocorrência: 15 de maio 2026
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