Boa tarde Caros,
Venho por este meio demonstrar o meu desagrado e indignação perante a forma como a minha filha foi abordada por três indivíduos trabalhadores da MTS, com intuito de fiscalizar a validade do título de transporte.
O facto ocorreu ontem (08/06/2018) de manhã, aproximadamente entre as 8h32 e as 8h40, entre as estações do Pragal e do Monte da Caparica, respectivamente.
Foi solicitada a apresentação do passe, após a apresentação do mesmo, a máquina deu o título de transporte como não válido. A minha filha argumentou, explicou que tinha validado, disseram que era mentira e que só tinha validado o título após a entrada dos mesmos no transporte, FACTO QUE NÃO CORRESPONDE À VERDADE. Acto imediato e numa atitude misógina, humilhante, vergonhosa e insultuosa, retiram-lhe o passe da mão, ameaçaram autuá-la. Foi obrigada a sair na estação seguinte, tratada como uma criminosa, só após sair perante a vergonha, humilhação e embaraço é que lhe foi devolvido o passe, não tendo sido autuada. Entrou no transporte seguinte tendo chegado um pouco atrasada às aulas na Faculdade.
Este mês como há poucos dias de aulas, o passe foi carregado através do Zapping, de salientar que esta situação é reincidente porque já ocorreu também em Fevereiro, época de exames, e com o carregamento também a ser efectuado através do Zapping, na primeira situação não foi obrigada a sair do transporte, mas a abordagem também não foi correcta por parte dos fiscais da MTS.
Não sei se existe, ou não, alguma dificuldade de fiscalização pelo facto do carregamento ser feito através do Zapping, esse facto não legitima um comportamento impróprio por parte dos fiscais.
Pelo que percebi, houve apenas um dos indivíduos teve uma atitude mais benevolente com a minha filha, facto que não impediu de ser expulsa, humilhada e envergonhada perante os restantes utentes, o "valentão" será identificado no devido tempo.
A minha filha está com receio de ir de metro para a faculdade na próxima semana, porque o passe foi carregado através do Zapping. Está instruída para que em situação análoga solicite a presença de um agente da PSP e identifique os fiscais da MTS.
Obviamente que será apresentada queixa crime por calunia, injúria e difamação.
Como se deve proteger um utente neste tipo de abuso de fiscalização?
Que protecção assiste ao utente, indevidamente acusado?
Quem assumiria a responsabilidade se o atraso provocado a impedisse de realizar uma prova escrita?
Aproveito para informar que esta missiva será enviada para o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa.
Anexo foto do passe (frente).
Já tentei enviar a reclamação através do site da MTS, no apoio de cliente, que não se encontra a funcionar.
* PROIBIDO *://www.mts.pt/apoio-ao-cliente/
Subscrevo-me, na expectativa que o ocorrido não se repita,
Falta de respeito pelos utentes e equipamento (ou software) deficiente para efetuar a validação dos títulos de viagem.
Voltaria a fazer negócio? Não
A minha filha entrou este ano na faculdade com 17 anos, qual é o seu problema, tem complexo de Édipo?
Corrijo de Eletra
Devias ter vergonha, espero que seja tratada da mesma forma que a minha filha foi!
O teu homem trabalha na MTS? Se tiveres filhas, espero que sejam tratadas da mesma forma misógina que a minha filha foi, mas em dobro!!!
O teu homem não quer saber da tua filha? Tens uma vida muito triste, foi por isso que emigraste?
Sou um pai presente e pago todas as despesas académicas da minha filha, se for autuada, sou eu que vou pagar a multa. Nunca abandonarei os meus filhos, ainda menos quando são acusados injustamente.
"A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar." Martin Luther King Jr.
Não foi multada porque não tinham a certeza. A reclamação é um direito que assiste ao utente, tem deveres e direitos. Volto a reforçar para os mais néscios:
"A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar." Martin Luther King Jr.
Os utentes em vez de se defenderem, vêm insultar quem se queixa com razão. A reclamação é um direito que assiste ao consumidor que se sente lesado.
Há gente muito ignóbil, e com vidas muito infelizes, que ao invés de reclamarem onde devem vêm reclamar com quem reclama com razão.
Tenho todo o prazer a responder a todas as senhoras, que sofrem de complexo de Eletra.
Sempre que tenha disponibilidade venho aqui responder às ignóbeis, que têm não mais que fazer que intrometerem-se na vida de outros.
Nuno, quando a sua flha valida o passe não dá sinal verde? Ela é que tem que tomar atenção a isso. Se deu, dá para confirmar que foi validado. Pelo menos com o lisboa viva dá.
Obrigado pela informação, João. A máquina deu sinal verde efectivamente. Mas retiraram-lhe o passe da mão e obrigaram a sair, porque a máquina de fiscalização deve ter dado uma informação ambígua. Como não tinham a certeza não autuaram.
Nesse caso, arranje um daqueles leitores de cartões de chip (tipo cartão de cidadão) e confirme. Caso tenha validado corretamente nesse dia e o leitor não acuse, é entrar com uma acção em tribunal contra eles! Porque se o leitor não está a ler corretamente, imagine quantas pessoas não foram injustamente mal tratadas e multadas.
Grato pela indicação, João. Vou tentar perceber como se podem verificar as validações.
Sim senhor... olha só que belo exemplo!!!
Continue a ser mal educado para os outros, a não respeitar ninguém, e exija respeito para a sua matrafona, que anda na faculdade, e não é capaz de fazer uma reclamação!!!
Já agora, qual é o mal de emigrar? Não seja preconceituoso! A sua filha tem bons exemplos a seguir, tá visto!!!
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