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Bureau Veritas - Empresa cobra de clientes pelo erro de seus técnicos

Sem resolução
Nathalia Macedo Barreto
Nathalia Barreto apresentou a reclamação
26 de outubro 2017

A EDP junto a sua empresa terceirizada denominada Bureau Veritas - esta última sem registro ao livro de reclamações, enviaram um técnico em minha residência no dia 21/09 para inspeção das instalações do gás. O técnico chamado MÁRIO conduziu incorretamente a inspeção, emitindo o relatório com status "PENDENTE", sendo que não haviam avarias no local. Após receber um técnico particular em minha residência, foi constatado que o senhor Mário esqueceu-se de ligar a válvula de fornecimento de gás, e por esta razão, o fogão não funcionava. Contactei diretamente o Sr. Mário para que retornasse em mnha residência e concluísse com a inspeção, e o mesmo concordou em fazê-lo no dia seguinte, assumindo ainda a responsabilidade pelo erro originalmente cometido. No entanto, o mesmo não compareceu.Dentro de algumas semanas e após algumas tentativas mal sucedidas, contactei a empresa BUREAU VERITAS e a mesma me informou que o referido técnico não trabalhava mais na empresa e que para que uma nova inspeção acontecesse, eu teria que pagar 50 euros. Constatei o pagamento deste valor, já que a primeira inspeção não foi concluída com êxito por falha do próprio técnico, e não por avarias no local. A referida empresa BUREAU VERITAS recusa-se de enviar um novo técnico e não responde mais aos meus e-mails. Em contato com a EDP, a mesma também informa que devo assumir com o prejuízo causado por um erro do técnico contratado pela empresa. Sendo assim, concluo que ambas as empresas não possuem compromisso ético com a verdade, tem zero comprometimento com seus clientes e empurram serviços como o "FUNCIONA" com a falsa promessa de oferecer uma inspeção "gratuita", contudo claramente não foi o que me ocorreu. Expresso abertamente a minha insatisfação e recomendo fortemente que evitem esta empresa EDP que não se importa com seus clientes. Expresso ainda meu descontentamento com a empresa BUREAU VERITAS e sugiro a criação de um canal público para submetermos reclamações desta última.

Data de ocorrência: 26 de outubro 2017
Esta reclamação foi considerada sem resolução
Comentários

TENHO UM CASO PARECIDO:
No passado dia 25 de outubro esteve presente na minha morada o inspector Filipe Pedro com a Lic. TG nº 20181/R1 representante da firma BUREAU VERITAS RINAVE que foi a firma que a EDP enviou para fazer a inspecção do gás.
A inspecção foi chumbada pois o inspector alegou que os níveis de monóxido de carbono eram elevados de tal forma que até embaciavam o vidro da cozinha onde está instalado o esquentador.
Eu respondi que o monóxido de carbono não embacia vidros e o que estava a embaciar o vidro era a água quente que estava a cair na pia da cozinha que o inspector ligou para fazer a inspecção.
Este não gostou da resposta e perguntou-me de forma agressiva: "A senhora é que sabe?"
Respondi que sim, pois sou projectista de gás e sei perfeitamente que o monóxido de carbono não embacia vidros, essa propriedade não tem.
Perante tal, então disse ser da conduta de exaustão do esquentador que deveria ser um arranjo mal feito e estava a evacuar mal os produtos da combustão.
Voltei a responder que estava devidamente instalada e com a curvatura adequada o que não poderia ser.
Então disse que o colega que estava lá fora junto do contador e que nunca tinha entrado no apartamento tinha detectado uma fuga.
Nesse momento as lágrimas já me corriam pelo rosto, pois senti que tudo era justificação para chumbar a inspecção e que nada o iria fazer recuar e que apesar de ser sexta feira iria mesmo cortar o fornecimento de gás que se encontrava ligado ainda no nome da antiga titular Catarina Alexandra Ferreira Antunes Sousa.
Moro na morada acima indicada já há 3 semanas e cortam-me o gás sem justificação válida e porque já tinham essa intenção desde que chegaram.
Devo ainda referir que o aparelho de medição de monóxido de carbono foi encostado sobre o esquentador junto ao inicio da conduta de evacuação de gases pelo inspector de modo a conseguir atingir níveis elevados em p.p.m. e assim chumbar a inspecção.
Quando o inspector estava a fazer a medição nesse local eu olhei directamente para o que ele estava a fazer com ar de reprovação e ele então diz-me: "Está a olhar assim! O aparelho está calibrado!" Respondi-lhe: "Não disse nada".
Antes de sair o inspector disse-me que não era o fim do mundo pois não era nada que uns panelões de água quente não resolvessem a situação.
Hoje por telefone agendaram nova inspecção para dia 4 de novembro pelas 12h30, o que significa que vou ficar outro fim de semana sem gás e impossibilitada de tomar um duche quente o que nos dias de hoje é inadmíssivel.

TENHO UM CASO PARECIDO:
No passado dia 25 de outubro esteve presente na minha morada o inspector Filipe Pedro com a Lic. TG nº 20181/R1 representante da firma BUREAU VERITAS RINAVE que foi a firma que a EDP enviou para fazer a inspecção do gás.
A inspecção foi chumbada pois o inspector alegou que os níveis de monóxido de carbono eram elevados de tal forma que até embaciavam o vidro da cozinha onde está instalado o esquentador.
Eu respondi que o monóxido de carbono não embacia vidros e o que estava a embaciar o vidro era a água quente que estava a cair na pia da cozinha que o inspector ligou para fazer a inspecção.
Este não gostou da resposta e perguntou-me de forma agressiva: "A senhora é que sabe?"
Respondi que sim, pois sou projectista de gás e sei perfeitamente que o monóxido de carbono não embacia vidros, essa propriedade não tem.
Perante tal, então disse ser da conduta de exaustão do esquentador que deveria ser um arranjo mal feito e estava a evacuar mal os produtos da combustão.
Voltei a responder que estava devidamente instalada e com a curvatura adequada o que não poderia ser.
Então disse que o colega que estava lá fora junto do contador e que nunca tinha entrado no apartamento tinha detectado uma fuga.
Nesse momento as lágrimas já me corriam pelo rosto, pois senti que tudo era justificação para chumbar a inspecção e que nada o iria fazer recuar e que apesar de ser sexta feira iria mesmo cortar o fornecimento de gás que se encontrava ligado ainda no nome da antiga titular Catarina Alexandra Ferreira Antunes Sousa.
Moro na morada acima indicada já há 3 semanas e cortam-me o gás sem justificação válida e porque já tinham essa intenção desde que chegaram.
Devo ainda referir que o aparelho de medição de monóxido de carbono foi encostado sobre o esquentador junto ao inicio da conduta de evacuação de gases pelo inspector de modo a conseguir atingir níveis elevados em p.p.m. e assim chumbar a inspecção.
Quando o inspector estava a fazer a medição nesse local eu olhei directamente para o que ele estava a fazer com ar de reprovação e ele então diz-me: "Está a olhar assim! O aparelho está calibrado!" Respondi-lhe: "Não disse nada".
Antes de sair o inspector disse-me que não era o fim do mundo pois não era nada que uns panelões de água quente não resolvessem a situação.
Hoje por telefone agendaram nova inspecção para dia 4 de novembro pelas 12h30, o que significa que vou ficar outro fim de semana sem gás e impossibilitada de tomar um duche quente o que nos dias de hoje é inadmíssivel.