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Trofa Saúde Hospital
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    4400-629 Vila Nova de Gaia
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Trofa Saúde - Hospital Central Vila do Conde - alerta

Resolvida
Sílvia Mónica Alves de Sousa Monteiro
Sílvia Monteiro apresentou a reclamação
10 de outubro 2023
Vale o que vale, mas fica o alerta! Se calhar "tivemos azar"!

TROFA SAUDE - HOSPITAL CENTRAL DE VILA DO CONDE - Funciona como unidade de retaguarda para 2 hospitais! De referir que o período a que se refere este relato é entre os dias 30.08 e 08.09.
30.08.2023 (4ª Feira)
No dia 30.08.2023, o meu pai, foi considerado com condições para aguardar vaga em hospital de retaguarda para recuperação de mobilidade, neste caso, foi para Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), até ter vaga numa das unidades propostas pela assistente Social do hospital Pedro Hispano. Chamada que recebi de manhã.A minha mãe foi para o hospital na hora da visita, eu saí do trabalho e dirigi-me lá para tentar acompanhar esta mudança e de certa forma dar animo e apoio ao meu pai e acabei por falar com a médica que estava a acompanhá-lo. A médica disse que o meu pai estava orientado, que a pneumonia tinha passado e que realmente já não havia motivo clínico para estar ali internado. Verifiquei isso mesmo, o meu pai sentado no cadeirão a conversar, pareceu-me realmente que a partir dali seria um caminho longo, mas possível de recuperação. Estivemos com ele até á hora da transferência, que foi por volta das 15:15h e ficamos a aguardar informação de que tinha chegado. Recebemos por volta das 16:50h uma chamada do Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), a informar que tinha chegado, mal recebemos essa informação, dirigimo-nos ao Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), para que pudéssemos ver como estava instalado. Ao entrar no quarto 217 (A) onde supostamente o meu pai estaria confortavelmente instalado, encontramo-lo “despejado” na cama, sim, despejado! Deitado em posição fetal, com um ar assustado, a cama não estava feita, tinha apenas o lençol do colchão, sem uma almofada… sem nada, apenas ali…! Pena não ter uma fotografia! Dirigi-me as enfermeiras mostrei o meu desagrado e logo de imediato o meu pai foi posicionado e devidamente “alojado” ! Chega, entretanto, a hora de jantar e verifico com espanto que a comida que lhe foi apresentada e que ele ainda tentou comer por sua mão, era sólida …ora, para alguém que até á hora de almoço tinha disfagia, não podia beber líquidos sem espessante ou comer sólidos porque se pode engasgar, não me pareceu normal, claro que tentou comer mas que acabou por não conseguir… Como família ficamos apreensivos, mas pensamos que “ok”, é normal, ele ainda veio á pouco, ainda vão avaliar, não conhecem ainda o processo, com certeza que amanhã as coisas serão diferentes…
31.08.2023 (quinta-feira)Contactei o Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), de manhã, para saber como esteve o meu pai, a informação que deram foi que esteve bem apesar de um pouco agitado, disseram que tiveram de lhe prender uma mão por estar sempre a tentar tirar a fralda, expliquei que compreendia perfeitamente, porque sabíamos também que seria para segurança dele.Nessa mesma chamada pedi para me contactarem a informar quando lhe fizessem a suposta avaliação, que disseram que fariam e que demoraria uns 3 dias, ficamos a aguardar…até hoje!No final do dia a minha irmã foi visitar o nosso pai e dar-lhe o jantar e encontrou-o todo babado… cheio de expetoração, abandonado como no dia anterior, não tinha sequer campainha perto da mão para chamar alguém se fosse preciso, a tal campainha foi-lhe colocada sabem quando? No dia 7 á tarde e porque eu falei no assuno! Adiante, ora, se o meu pai tosse, está preso e não tem para onde cuspir, é natural que aconteça, mas, um paciente assim, não requer mais vigilância? E se se entala? Tenho a certeza que as Sras. enfermeiras que estavam de serviço nesse dia se recordam do barulho que a minha irmã fez! Foram de imediato tratar dele! Não jantou, mais uma vez comida inteira! Referimos á enfermeira que o tipo de comida que lhe estavam a levar não seria o adequado e sabemos que a enfermeira deu indicações nesse sentido.Logo nesse dia a minha irmã achou que o meu pai estava diferente! Tanto que na saída marcou de imediato reunião com o médico responsável Dr Manuel Mendes Gomes, que só tinha agenda para segunda-feira dia, dia 04.09 por volta das 15:45h;
01.09.2023 (sexta-feira)Não tenho preciso se foi mesmo neste dia que, ao almoço, serviram ao meu pai uma sopa de arroz cozido! Ou seja, água! Espessante neutro? Não têm! Então não pode beber água, mas pode comer sopa de água de arroz? Perguntei á enfermeira, claro que não! respondeu (se o espessante usado não fosse o de frutos vermelhos e que pedi para trocar por neutro mas que não tinham disponível…até podia ter comido…) Voltamos a pedir para reverem a comida, a enfermeira disse que ía reforçar a informação na cozinha! Nesse dia voltou a não comer quase nada a sopa ao jantar tinha sólidos! A consistência da comida voltou a não vir como devia! Supostamente picada…pelos vistos no Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), picado é um bife de peru vir cortado aos bocados e a esparguete vir inteira! O meu pai estava cada vez mais prostrado, sempre a dormitar, balbuciava uma coisa ou outra, mas mal se percebia o que dizia…estava ali! Fomos sempre falando com as enfermeiras que ficavam com ele como era estranho ele estar assim uma vez que não estava assim quando entrou! Começamos a questionar logo que tipo de medicação lhe estavam a dar! Não podia ser! O que diziam? Nada, não podiam dar informações, mas os olhos falam!
02.09.2023 (sábado)No dia 2, como o meu pai estava com tanta dificuldade em comer, falar, pedir água, etc, etc….e no sentido de o vermos melhorar, ao almoço a minha irmã levou uma sopa de bébé e fruta passada, com a devida autorização da enfermeira foi o que com muita dificuldade ele comeu. Sempre de olhos fechados e sem reação (foto 4 e 5), a comida que lhe enviaram era supostamente picada…pelos vistos no Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), picado é um bife de peru vir cortado aos bocados e a esparguete vir inteira (foto 3). Nessa tarde o meu pai teve a visita de uns tios e uma prima que lhe deu o lanche e ele foi comendo sem sequer abrir os olhos (sopas de leite), lá está...leite…sem espessante!Finalmente o jantar veio cremoso mas não comeu quase nada…não conseguia….sempre a dormir;
03.09.2023 (Domingo)No Domingo dia 03, esteve no cadeirão (foto 6) sempre a dormir, tentávamos acordá-lo e nada, percebíamos que nos ouvia, mas não abria os olhos, com muita dificuldade consegui que comesse a comida ao almoço e ao jantar, do género disto, igualzinho, ao almoço e ao jantar!Sempre a dormir, prostrado e nós sempre a referirmos o mesmo às enfermeiras! Se não está doente, se os diabetes estão bem…algo se passa!
04.09.2023 (Segunda-feira)Finalmente chegou 2ª feira e o Sr. Dr. Manuel Gomes, contactou como combinado, disse-lhe que estávamos um bocadinho desorientadas quanto ao processo de internamento e que gostaríamos de ter uma ideia geral de como tudo se processava, questionei sobre se já tinham efetuado avaliação e o Sr. Dr. respondeu que o meu pai já tinha sido visto pelo fisiatra e pela terapeuta da fala….estranho…da maneira como ele estava já há uns 4 dias….nem abria os olhos….de qualquer forma confiei, voltei a referir que a prostração do meu pai não era normal e que ele não tinha entrado assim, disse-me que as enfermeiras já tinham alertado para isso e que suspeitavam que ele estivesse com alguma infeção respiratória, que tinham feito análises e iriam fazer rx para validar, mal tivesse informação diria alguma coisa. Ficamos em alerta e, assim como todos os dias em que esteve internado quer em Matosinhos quer em Vila do Conde, eu e a minha irmã dirigimo-nos ao hospital. Nesse fim de dia o meu pai estava como morto! Não estava sedado, não estava a dormir, estava dopado! Chamamos de imediato a enfermeira, fizemos barulho como é obvio, como é que uma pessoa que há 4 ou 5 dias atrás tem condições de transferência, chega lúcido dentro do quadro geral e está naquele estado? Exigimos falar com o Dr. Manuel Gomes, o Sr. Dr. ao que foi nos foi dito não teria disponibilidade, mas, depois de muita insistência, de ficarmos á porta do quarto de “guarda” a ver se o víamos, conseguimos que falasse connosco “5 min” disse-nos logo! Parecia que nos estava a fazer um favor! Pedimos explicações, aí tive a clara noção de que quando falou comigo de tarde ao telefone nem sequer estava a par da medicação que lhe estavam a dar! Alias, nem tinha consciência do estado em que o meu pai estava! Só viu quando entrou no quarto.Disse que as análises e rx não indicaram infeção respiratória e referiu que o meu pai estava medicado com a prescrição que veio do hospital Pedro Hispano, eu disse-lhe que não podia ser, que ele no Pedro Hispano não estava assim porque se estivesse assim sem qualquer reação não o tinham transferido! Ele referiu que lhe estavam a dar 2 vezes por dia Haloperidol, dosagem? Não sei, mas devia ser muita, mesmo muita; Não sou médica e muito menos pretendo substituir-me a um, mas basta procurar os efeitos deste medicamento e ver que o meu pai estava com todos eles!Conclusão, o Sr. Dr. (que deve realmente ter visto que o estado do meu pai não era normal) mandou cancelar o Haloperidol! Disse que no dia seguinte 3ª feira, ainda não veríamos melhoras, mas que quarta feira já teríamos outra reação.
05.09.2023 (Terça-feira)Eu e a minha irmã fomos ao hospital na hora de almoço e o cenário era terrível! (fotos 8, 9 e tenho um vídeo que posso mostrar sem problema para verificarem o ponto de sedação ou dopagem ou o que queiram chamar), tentei dar-lhe o almoço, mas nem a enfermeira o conseguiu acordar! Nem tapando o nariz, nem nada…! Fomos embora com a esperança de que o efeito da medicação passasse rapidamente…Quando eu e a minha irmã chegamos ao fim do dia o meu pai estava acordado! Até a enfermeira estava agradada com a situação, ficamos tranquilas, afinal o tema da medicação não era de todo falso, havia sobredosagem…!
06.09.2023 (quarta-feira)Como no dia anterior ele acordou, levamos a minha mãe para o ver, infelizmente manteve-se a dormir (a minha mãe esteve tarde toda com ele e ele nem sequer abriu os olhos) Ao final do dia, eu e o meu marido trocamos com a minha mãe e a minha irmã e perto da hora de jantar acordou e até conseguiu ter uma pequena conversa com o genro! Veio então o Sr. Dr. Manuel Gomes sem eu o ter chamado sequer o que se admirou! E disse que efetivamente o problema seria da medicação, informou-me que lhe colocou o tiapridal e que em SOS lhe colocou quetiapina. Voltei a referir que sabíamos que ele precisava de medicação, Consegui que comesse alguma coisa…
(07.09.2023 (quinta-feira)Na quinta feira dia 07, cheguei pelas 13h mais ou menos com a minha irmã, decidi ir passar a tarde com ele, a essa hora já estava a dormitar no cadeirão, não sei desde que horas ele estaria lá, deduzo que desde o banho…(foto 12). Estive toda a tarde com ele, dormia, acordava dormia, foram ver se ele tinha xixi, não foram ver a fralda…com ele sentado, tiraram uma fralda e fizeram um buraco noutra e voltaram a colocar a envolver o pénis! Só esteve lá a terapeuta da fala a avaliar (afinal ainda não tinha sido feito!) foi difícil! Ele mal conseguia por a língua para fora…depois do lanche que quase não comeu, às 16,30, vi que ele estava muito desconfortável e pedi á enfermeira que o viesse deitar, porque lhe doía as costas e estava cansado de estar ali, a Sra. enfermeira estava sentada e disse-me para aguardar um bocadinho porque estava quase na hora de os posicionar e ver as fraldas, eu acedi, aguardar um bocadinho…1 hora! 1 hora para virem posicionar um doente que estava como estava e que nem sequer conseguia chamar ninguém! Depois de o deitarem foram mudaram-lhe a fralda e eu assisti, como faço sempre que me é permitido, aliás, a minha irmã também estava lá, vi então uma marca de lado e perguntei o que era á Sra. enfermeira, respondeu-me, é normal, está vermelho e com marcas, mas foi de ter estado no cadeirão, não se preocupe...assim fiz! Muito me admirei, entretanto, quando vejo 2 enfermeiras com uma balança na mão para o pesarem, eu disse, mas ele não se segura, como é que o vão pesar? E ainda tentaram! Tentaram!!!!!! E disseram, pois, realmente não dá! Então não tem o processo dele? Então não sabem que ele não anda????? Ainda por cima depois de horas de ele estar sentado no cadeirão! Está tudo louco?? Antes de vir embora, referi e pedi á enfermeira que falasse com o médico por causa da inflamação na cara, conforme fui alertando todos os dias desde o dia 05! Neste dia foi-lhe feita a barba, nota-se uma lesão;
08.09.2023 (sexta-feira)No dia 08.09, recebo uma chamada do Sr. Dr. Miguel Santos a dizer que efetivamente a inflamação na cara do meu pai estava com mau aspeto e que o meu pai teria de ser avaliado no Hospital Pedro Hispano, levá-lo-iam para ser avaliado pela pequena cirurgia. Assim fizeram. Até pedi ao Dr (não sendo responsabilidade dele) para que o agasalhassem e que ele tinha robe e calçado…!Assim estava a cara do meu pai á chegada ao hospital, mal me viu disse logo que “alguém” tinha estado a espremer-lhe a cara!! E que lhe doeu muito! Chegou sem comer (porque parece que não quis e eu acredito) cerca das 12:50 mais coisa menos coisa.Quem é que teve a ousadia de espremer aquilo? Vejam! As dores que deve ter tido! Têm noção???? tenho fotos com a evolução da infeçção! O médico e as enfermeiras deviam ter agido mais cedo!E como é que o meu pai chega ao hospital Pedro Hispano? Não sei! Bombeiro não me pareceu que fosse! Eu estava á porta da urgência á espera dele, não sei se conhecem o espaço, só vejo o desgraçado do meu pai vindo do lado esquerdo, sei lá de onde saiu, com um jovem a empurrar a cadeira de rodas! Não sei se veio do parque de estacionamento! Não saiu sequer á porta da urgência! Se veio de carro, camioneta, ambulância, não faço ideia! O meu pai chegou assustadíssimo, ele não estava a perceber o que estava a acontecer! Cheio de medo de cair! Todo desgrenhado! isto é procedimento normal??Fiquei furiosa, mas, como a prioridade era tratar dele, dei eu entrada dele no Hospital Pedro Hispano, na triagem expliquei porque estava ali e de onde ele tinha vindo, encaminharam-me primeiro para uma sala de tratamentos, depois um enfermeiro achou que não podia ser e reviram, fomos encaminhados para a cirurgia/pequena cirurgia!Depois de alguma espera, chamaram-no (15:00 +-) já eu tinha pedido para o deitarem numa maca porque ele já não aguentava estar na cadeira, e pedem-me “a carta”! A carta? Que carta pergunto eu! Os médicos logo me dizem que ele devia ir acompanhado por alguma nota dos médicos de V. Conde, ora eu, que o recebi e ninguém me entregou nada contactei o hospital que me respondeu que quem o trouxe “supostamente” levou! Eu afirmei que não tinha nada e voltei a falar com os médicos! Até um dos médicos que estava de serviço ligou para o hospital Vila do Conde (15:20+-)! Às tantas ligam-me e dizem-me que a médica de serviço estava a fazer um relatório qualquer e que iria enviar para a enfermeira responsável, depois de outras peripécias a informação acabou por chegar á urgência! Finalmente foi visto em cirurgia, trataram o que puderam, fizeram mais uma serie de exames e ficamos a guardar resultados.Como ele estava todo suado, por ter febre, a enfermeira disse-me que já que lhe ia recolher sangue, que lhe mudava a fralda e lhe tirava a roupa vestindo-lhe uma bata do hospital ficando ele assim mais confortável…agradeci como é obvio, ora eu estava á porta e a enfermeira pediu para eu entrar, eu não queria acreditar no que estava a ver! Aliás, nem eu, nem a enfermeira nem as auxiliares ! No relatório da urgência ficou registado! Tenho fotos! O estado em que estavam as "partes baixas" do meu pai é inexplicável! No sábado quando fomos buscar os pertences do meu pai ao Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), deixei com uma enfermeira, impressão das fotos para que pudessem ver!Conseguem explicar? Há explicação possível para uma situação destas?Há alguma explicação que não tenha sido a V/ falta de brio?Há alguma explicação para a V/ desumanidade com alguém mais fraco?Há alguma explicação para eu no dia anterior, com a minha irmã presente e uma auxiliar, ter perguntado é enfermeira se a marca que vi era ferida e ter recebido como resposta que era marca de estar muito tempo no cadeirão? Há explicação para os arranhões que o meu pai tem no tronco? Eu tinha contactado o hospital V. Conde para saber como proceder quando o meu pai tivesse alta para retornar, ficaram de ligar, ora quando ligam eu já não quis saber de retorno nenhum! Pedi para falar com alguém responsável e puseram-me em contacto com a Sra. Dra. Helena (peço desculpa, mas não me recordo do sobrenome, mas com certeza conseguirão lá chegar porque era a médica que estava de serviço nos crónicos) e falei com ela, exaltada como é obvio, quem não estaria? Não são animais! São pessoas! Resposta? A Sra. Dra. disse-me que no hospital havia sítios próprios para reclamar! Assim faremos respondi!Há explicação para o meu pai ter estado dopado dias? Sim dopado é o termo correto e terem demorado dias a ver que se passava e só o fizeram porque eu e a minha irmã fizemos “barulho”?Há explicação para uma pessoa que só não entra pelo próprio pé no V/ hospital porque não consegue andar, ter regredido sei lá quanto tempo em apenas 9 dias em que esteve convosco? E não digam que foi assim do Hospital porque não é verdade, aliás, se ele não estivesse capaz, nunca vos teria sido encaminhado! Perguntem ao Hospital como é que ele entrou! Até desidratado estava! E nós íamos a Vila do Conde todos os dias....
Temos aqui, infelizmente, vários temas, alertas, chamadas de atenção, reclamações, o que queiram chamar, mas para os quais temos de ter explicação!O curioso era o meu pai estar sempre “reativo” de manhã (claro, a mexerem-lhe para o banho quem não estaria) e por azar sempre que chegávamos, a que hora fosse estava profundamente dopado, com isto tudo regrediu, perdeu agilidade, nem água conseguia beber sozinho! Não levantava braços e pernas sozinho! Até as enfermeiras viam o que se estava a passar!O meu pai ficou internado! Afinal sempre havia ali uma infeção respiratória! Tinha febre, será que já não tinha quando saiu de Vila do Conde? Não sabemos não é…?Esteve internado no Pedo Hispano cerca de 3 semanas e acompanhamos tudo de muito perto quer a nível de saúde quer a nível de alguma necessidade extra. No Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), não tinham por exemplo espessante neutro, ele odiava o espessante de frutos vermelhos! Sem problemas e ao fim de falar no assunto 2 ou 3 vezes sem resolução, no dia 05.09 a família comprou uma lata, da Nestlé, pediram que lhe levássemos pijamas de manga curta porque lá era muito quente e assim fizemos…na quinta-feira ao falar com a Terapeuta da fala ela disse-me que não gostava do espessante neutro da Nestlé que compramos e que preferia o outro da marca do usado no Trofa Saúde Hospital Central (Vila do Conde), assim fiz, comprei uma lata que não cheguei a levar porque na sexta-feira ele ficou internado em Matosinhos! Todos os dias o meu pai teve visitas, dentro do que nos foi possível portanto, o meu pai não está nem nunca estará abandonado! Tem uma família que quer que ele recupere! Ficamos a aguardar explicações e apuramento de responsabilidades!
Alguém não fez o seu trabalho como devia, a instituição falhou!
Temos fotos, videos tudo a documentar. Lido até parece pouco....mas foi muito para um idoso de 78 anos e sabemos que há mais reclamações!
Data de ocorrência: 30 de agosto 2023
Trofa Saúde
10 de outubro 2023
Exmo(a). Sr(a).,

Agradecemos desde já o facto de ter registado esta ocorrência, que mereceu a nossa melhor atenção e que é também útil para monitorizar a qualidade dos nossos serviços.

Tendo em conta que o Portal da Queixa não é um canal oficial para apresentação de reclamações, e para salvaguarda da privacidade da informação prestada, consideramos mais conveniente dar tratamento à mesma através do contacto direto entre a Unidade Hospitalar e o cliente. Informamos assim que a situação que nos reporta foi reencaminhada para a unidade Hospitalar do Grupo Trofa Saúde responsável pela prestação dos serviços médicos.

Solicitamos, por isso, que aguarde um contacto da nossa parte, o qual será enviado para o endereço de email que nos indicou.

Com os nossos melhores cumprimentos,
Grupo Trofa Saúde
Sílvia Monteiro
17 de outubro 2023
Ex.mo Sr. Dr. Nelson Brito e/ou
Ex.mo Sr. ou Sra que averiguou e escreveu a resposta á reclamação efetuada nº
ROR00000000044872506. (V/ refª ADM SF 0127-2023)
Permitam-me tecer alguns comentários á vossa curta invesƟgação…!
1. Dieta!
a. Se a dieta indicada pelo Pedro Hispano era de “dieta ligeira” e líquidos em
“pequenos goles”, não sei então por que moƟvo deram ao meu pai, na nossa
presença, a possibilidade de escolha no sabor do espessante…estranho não? Se
a pessoa pode beber líquidos então não precisa de espessante! Curioso que o
meu pai, tendo Ɵdo alta ontem, veio para casa, esteve e estará sempre com
disfagia para líquidos e indicação de comida cremosa! Mas não conseguirei
provar a indicação que o Pedro Hispano deu, não é??? Ficamos assim…!
2. Cuidados prestados!
a. Ora então no dia 07 viram que o meu pai Ɵnha um ligeiro rubor na zona sacro….e
puseram creme….no dia 08 de manhã (dia em que foi ao Pedro Hispano)
também voltaram a ver um ligeiro rubor…e voltaram a colocar creme….quer
dizer que então entre a hora que tomou banho e a hora a que é observado no
Pedro Hispano esse rubor se transformou miraculosamente em feridas
horríveis! Viram as fotos? Viram o tronco do meu pai? Se as fotos não são
esclarecedoras terei todo o gosto em imprimir e fazer-vos chegar! Ficamos
assim…!
b. No dia 07 eu cheguei ao V/ hospital às 13h, o meu pai já estava no
cadeirão…ficou lá até ás 17,30h mesmo quando eu pedi á enfermeira ás 16,30
para o deitar… não era suposto fazer a suposta “alternância de decúbito” de 3
em 3 horas?? Ficamos assim…!
3. Sobre a prescrição de Haloperidol (supostamente prescrita pelo Hospital Pedro Hispano)
que só reƟraram depois de muito barulho!
a. O V/ parágrafo (…quando constatamos a maior prostração do doente …e que
Ɵveram o cuidado de ligar á filha…) meus senhores! Eu não estou a brincar! A
cronologia foi esta que indico e com certeza devem ter as chamadas registadas!
i. No dia 31.08 a minha irmã ao ver que o meu pai já não estava bem, quis
falar com o médico, a resposta foi que teríamos de agendar e que seria
o médico a contactar, assim fizemos, ficou agendado para dia 04.09 ás
15h;
ii. No dia 04.09, há hora combinada, não por iniciaƟva do Dr, volto a
referir! não por iniciaƟva do Dr, mas sim porque estava marcado, o Sr Dr
Manuel Gomes contatou, perguntou em que podia ajudar e eu disse-lhe
que, como a situação do hospital de retaguarda era nova para nós que
gostaríamos de saber como seriam os procedimentos, quando é que ele
seria avaliado para ver que terapias podia precisar etc e que estávamos
extremamente preocupadas, e que as enfermeiras eram testemunhas,
que a prostração do meu pai não era normal! Foi aí que o dr disse que
lhe Ɵnham feito exames e que ele poderia estar com uma infeção e que
diria alguma coisa…ok…confiei, ele é que é o médico! Desafio o dr a
dizer na minha cara que eu estou a menƟr! Aqui não ficamos assim, não
admito!
iii. Nesse fim de dia eu e a minha irmã dirigimo-nos como de costume ao
hospital e o meu pai está pior do que nunca! De imediato, e a enfermeira
que estava de serviço é testemunha, pedimos para falar com o dr
Manuel Gomes! Ameaçamos que levávamos o nosso pai embora sob
nossa responsabilidade, que ligaríamos para o inem, que chamaríamos
meios de comunicação social, que o médico Ɵnha de vir falar connosco
a bem ou a mal! A primeira resposta foi que o sr dr não podia…a segunda
foi também que não podia…ficamos de guarda na porta do quarto! Até
que o sr se dignou a vir ter connosco “5 minutos”! Cheio de pressa! Foi
só aí que o sr dr tomou consciência do estado do meu pai! Deve ter siso
aí a primeira vez que o viu! Só aí Explicou que afinal não havia infeção e
que devia ser então da medicação e aí sim, no dia 4 por volta das 20h
foi dada a ordem para suspender o medicamento! E isso eu ouvi!
Ninguém me contou! Só voltamos a ver o sr dr quando no dia 6 entra
todo sorridente no quarto a dizer-nos algo que nós já sabíamos desde o
dia 31! A prostração (que deveria chamar-se dopagem...) era da
medicação!
iv. Eu não devo saber o que é uma avaliação! A única avaliação a que assisƟ
e que foi de um cuidado incrível foi da terapeuta da fala no dia 07!
Avaliar o doente é olhar para ele? Ver que está acordado??
4. Lesão na face!
a. Em relação às fotos que enviei e que dizem não serem esclarecedoras, posso
enviar impressas se pretenderem! Todos vimos a infeção a começar e a
desenvolver ao longo dos dias…no dia 7 eu chamei á atenção porque estava pior,
tudo inchado, vermelho, quente…a enfermeira disse que realmente Ɵnham de
ver o que se passava! Foi então que no dia 08 o Sr Dr Miguel, liga a informar que
o meu pai vai ao Pedro Hispano para ser visto na pequena cirurgia. Sentem-se
difamados por eu afirmar que espremeram a cara do meu pai no dia 08 antes
de ir ao hospital????? Lamento! Não se sintam! É a verdade! Foi a primeira coisa
que o meu pai me disse mal chegou ao pé de mim na urgência! Permitam-me a
linguagem que ele uƟlizou “foram duas *FDP* que me esƟveram a espremer a
cara!” E sim, tem evidências! O Dr Miguel no telefonema que fez não referiu
sequer que ele Ɵnha febre! Foi sem uma carta, bilhete, nada… deviam ter
vergonha….até um dos médico da pequena cirurgia ligou para o hospital para
saber da “carta” que devia ter acompanhado o meu pai! Que nunca
chegou…mas, através desse telefonema parece que houve uma médica
qualquer que enviou alguma coisa para o Pedro Hispano…não sei se é verdade
porque não vi…! É ridículo!
Portanto dizem os senhores que prestaram os melhores cuidados ao doente e que manƟveram
sempre a família a par da evolução…! Graças a Deus o meu pai tem família, jamais o deixamos
sozinho, todos os dias esƟvemos 1 ou 2 vezes no v/ hospital e ainda bem! Se o não Ɵvéssemos
feito iriamos chegar um dia e o meu pai já não estaria connosco!
O Hospital Pedro Hispano internou o meu pai na mesma enfermaria de onde Ɵnha saído uma
semana antes! A equipa de enfermagem e até de auxiliares não queria acreditar que era a
mesma pessoa! Até desidratado estava!
Os senhores mencionam que foi uma situação excecional…! É triste! Enquanto por lá esƟvemos
ouvimos outras famílias a reclamarem que os familiares estavam piores do que quando lá
entraram…ninguém nos contou! Nós ouvimos!
Posto isto, só me resta realmente lamentar a superficialidade com que responderam às questões
colocadas!
Resta-me lamentar que não tenham explicado o estado em que encontramos o meu pai no dia
do internamento após ter chegado á vossa unidade;
Fica por explicar a dificuldade em conseguirem um espessante neutro para que o meu pai
conseguisse beber pelo menos água e ter sido eu a comprar;
Fica por explicar a forma de mudar fraldas a pessoas sentadas e cheias de feridas;
Fica por explicar as lesões que o meu pai Ɵnha no tronco;
Fica por explicar as lesões na zona sacro;
Fica por explicar como é que veem um doente quase sem comer e beber e nem um soro, levou
a desidratação…
Fica por explicar como é que é possível que uma médica, essa tal que esteve de serviço no dia
08 às 19h, possa ter sido tão cruel, para não usar vernáculo!
Se a insƟtuição Trofa Saude Hospital Central V. Conde, quer ser reconhecida pela qualidade e
bom atendimento deviam focar-se em contratarem bons profissionais e acima de tudo boas
pessoas! Sim, para vocês o meu pai foi uma coisa!
Como é obvio, este episódio será completamente impediƟvo de confiarmos nos vossos serviços
clínicos!
Sabem que os anos passam para todos…! Pois é… nunca se saberá o que o futuro nos reserva!
Pensem nisso quando esƟverem a tomar decisões nos vossos gabinetes!
Cumprimentos,
Sílvia de Sousa Monteiro
Esta reclamação foi considerada resolvida pela marca, e aceite pelo utilizador
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