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El Corte Inglés - Humilhada pelos funcionários do El Corte Inglés


Aguarda resposta
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sábado, dia 13 de Janeiro fui à tarde ao El Corte Inglês com a minha irmã e uma sobrinha, e vivi uma situação verdadeiramente inacreditável. Após várias compras, a primeira das quais no ponto de venda da Kipling, ao sair do armazém pela porta da Av. António Augusto de Aguiar (junto à secção de lingerie), fui retida por um segurança que exigiu que lhe mostrasse a minha carteira. Apresentei-lha. Imediatamente a abriu, remexeu todos os compartimentos, e ordenou que o seguisse.

Fomos escoltadas pelo segurança ao longo de vários corredores até à sala dos seguranças no piso menos 4. Ao longo do percurso, atónitas com o que se estava a passar, pedimos uma explicação para este procedimento, mas só obtivemos silêncio como resposta. No decurso do percurso, a segurança foi reforçada por um outro funcionário que se identificou como "chefe dos seguranças". Só à chegada

à sala (onde estava um outro segurança), me explicaram o motivo: a vendedora da Kippling tinha-me acusado de furtar uma carteira preta (estava acusada de crime, e a ser tratada como criminosa). Apercebi-me que durante mais de uma hora, eu, a minha irmã e a minha sobrinha, tínhamos sido seguidas por seguranças.

Chega então à sala um outro homem, que se identificou apenas como representante do El Corte Inglés, e que, num tom acusatório, exigiu novamente que lhe apresentassea minha carteira. Referi-lhe que este modelo nem sequer estava à venda na marca e que tinha mostrado a minha carteira à vendedora quando lhe perguntei se tinha carteiras daquele tamanho.Verificou que a carteira tinha marcas de uso e, em vez de dar por terminado o assunto, mandou-nos aguardar na sala. Ausentou-se durante meia hora. Entretanto pedi à minha sobrinha para subir ao piso menos 1 e identificar o nome da funcionária da Kippling que me tinha acusado - Célia Fidalgo.

Passada essa meia hora, o funcionário do El Corte Inglés (não identificado pelo nome) regressou à sala, explicou que tinha esclarecido a questão com o responsável da seção de marroquinaria e que poderíamos sair (como se nada se tivesse passado de errado). Perguntámos então se não seria normal que a vendedora (Célia Fidalgo) apresentasse um pedido de desculpas pela acusação infundada de crime, o qual deveria ser igualmente apresentado pelo representante do El Corte Ingles (não identificado) pelo enorme transtorno e grave perturbação que esta situação nos causou. Com modo descortês, disse que pedia desculpa. E acrescentou que a vendedora não podia estar presente porque corria o risco de ser agredida, por nós - 2ª acusação, absolutamente patética (vendedora agredida por 2 mulheres de meia idade e uma adolescente, na presença de 3 seguranças e dele próprio).

Perguntámos então porque é que antes de me acusarem de furto, não tinham verificado as câmaras de vigilância ou contado os artigos para verem se teria havido efetivamente algum furto, uma vez que tinha decorrido mais de uma hora entre a saída da Kippling e a “retenção”. Como única resposta o funcionário (não identificado) disse que nos acompanharia para fazermos uma queixa no Livro de Reclamações e acrescentou que o procedimento de segurança não tinha sido respeitado pelo funcionário da empresa da Securitas.

Em defesa do segurança Filipe Catarrim refiro que lhe deram uma informação de furto, sem a necessária verificação (disseram-lhe que eu roubara uma carteira preta, que no momento não existia à venda na loja, a qual no regresso do representante não identificado do El Corte Ingles passou a ser designada como "carteira escura”).

Refiro ainda que nunca me perguntaram o meu nome. Considero que um pedido de desculpas pela acusação de crime e pelo tempo que me retiveram deveria ser nominal, ou pelo menos utilizando a forma cortês de Senhora e não com um “já lhe pedi desculpa”.

Por último importa referir que o Vosso estabelecimento está situado na minha freguesia e como tal frequentado por outros vizinhos que, de certo, ao verificarem que estava a ser escoltada por seguranças, deverão ter questionado a minha idoneidade.

Esta situação, humilhante e perturbadora para mim e para a minha irmã e sobrinha, impõe à vossa empresa:

1. Um pedido de desculpa digno

2. Maior atenção à formação dos Vossos funcionários, assegurando que respeitam a dignidade dos clientes, e que antes de alertarem os seguranças para uma prática de crime, os respectivos serviços deverão verificar por todos os meios disponíveis (video-vigilância, contagem de stocks) se efectivamente houve a prática de um ilícito.
Aguardado que os funcionários envolvidos (vendedora Célia Fidalgo, o responsável pela secção de marroquinaria, e o representante não identificado do El Corte Ingles) se retractem e apresentem um pedido de desculpa formal pela situação descrita.
Na sequência do envio da descrição da situação descrita enviei email para o El Corte Inglés. Recebi uma resposta lamentável:
Estimada Cliente,

Na sequência do assunto mencionado no email que nos remeteu, agradecemos que nos indique um telefone de contacto.

Estamos à sua disposição e ficamos aguardar as indicações solicitadas.

Com os melhores cumprimentos,
 

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