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Centro de Emprego de Gondomar - Comete erro na inscrição do utente

Resolvida
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Dr. Gomes apresentou a reclamação

Venho por este meio reclamar que o centro de emprego de Gondomar esta a cometer um erro que poderá originar a que família perca o único rendimento que tem para sobreviver! Acontece que no dia 19 de Abril me desloquei ao centro de emprego de Gondomar reencaminhado pela assistente social a fim de me inscrever a mais a minha esposa em cursos adequados a nossa escolaridade e pedir o comprovativo de inscrição das mesmas, aproveitei questionei a funcionaria que já havia algum tempo passado que não me chamavam para saber se tinham algum emprego para mim ou para a minha esposa, quando a funcionaria deixando-me incrédulo me responde que a minha inscrição no centro de emprego estava anulada desde o dia 2013/02/28 porque supostamente tinha recebido uma carta de uma convocatória a qual não apareci a convocatória para procura de emprego! Respondi imediatamente que deveria estar haver algum equivoco porque até a data não tinha recebido qualquer carta por parte daquela identidade até pedi para me confirmar a morada e que era injusto pois que me iria prejudicar com segurança social acerca do rsi verificamos a morada a ver se estaria correta e sim estava correta e a funcionaria ainda me disse que se eu tivesse alguma reclamação a fazer acerca da tal carta que não recebi para me queixar aos correios ora a pois muito bem as culpas nunca é de ninguém e nada nem ninguém assume a responsabilidade! Acontece que com esta brincadeira a segurança social do porto enviou-me e recebi-a hoje, dia 17/06/2013 uma carta com uma notificação de decisão em tom de ameaça dizendo o seguinte; Informamos que haverá lugar a cessação do direito a prestação de rendimento social de inserção se no prazo de 10 dias úteis a contar da data de recepção deste ofício, não der entrada nestes serviços, resposta por escrito, da qual constem elementos que possam impedir a referida cessação, juntando meios de prova se for caso disso. Os fundamentos para a cessação são os a seguir assinalados: Ter-se verificado que deixou de estar inscrito num centro de emprego, o titular tem inscrição no cento de emprego anulada desde o dia 2013/02/28 etc... Bem isto é profundamente injusto eu não recebi a tal carta e ainda por cima eu quis reclamar no livro de reclamações no dia em que me desloquei ao centro de emprego de Gondomar e não me deixaram a funcionaria do centro de emprego arranjou uma forma de eu esquecer a dita reclamação de tal maneira que chegou ao ponto de me passar uma declaração carimbada para eu entregar que eu pensava que dizia que estava inscrito quando reparo agora no mesmo não passou nada mais nada menos que uma declaração a dizer que esteve inscrito até 2013/02/28 Hoje estou muito preocupado, revoltado e indignado com toda esta situação pois somos um jovem casal desempregado com um bebe de um aninho que não tem culpa de nada! Sobrevive-mos ate a data com um único subsidio de rsi no valor de 267 euros para pagar uma renda de casa de 230 euros, ultimamente temos passado fome e temos contas de agua luz e gás em atrasos e já com cortes previstos não temos mais ninguém a quem recorrer e nem quem nos ajude até já chegamos apresentar neste site do portal da queixa reclamações contra a assistente social que sabe de toda a nossa miséria e nunca mostrou interesse em ajudar esta família nem encontrar soluções praticas de nos ajudar! O meu filho nasceu no dia 22/05/2012 e meti os papeis para juntar o menor ao subsidio de rsi no mês corrente, passa agora um ano e tal e o menor ainda não foi incluído no agregado do rsi e nem os retroactivos recebeu ate hoje, questionada a assistente soçial diz que os atrasos são da responsabilidade da segurança social segundo o que assistente nos informa diz que já enviou um email fazendo referência a tal situação mesmo eu já reclamei aqui no site do portal da queixa e nada de respostas concretas! Começo a desesperar pois não sei mais a quem recorrer nem o que fazer começo achar que querem que esta família vá para debaixo da ponte e sejam mais uns sem abrigos a juntar a desgraça em que esta a nossa vida social se meteu! AJUDEM-NOS POR FAVOR! CONTACTO: 910219983

25 Jun2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

VENHO POR ESTE MEIO REPORTAR QUE A SITUACAO ESTA RESOLVIDA E A MESMA JA SE ENCONTRA REGULARIZADA! OBRIGADO PELA ATENCAO

01 Jul2013
Dr. Gomes avaliou a marca

1/10

Sim

Voltaria a fazer negócio?

NOTO UM PEQUENO ATRASO NA PUBLICAÇÃO DAS NOSSAS QUEIXAS!

26 Jul2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

Caros amigos pensava eu que a situação se iria resolver com a regularização no centro de emprego mas não aconteceu! Por causa do erro tecnico no centro de emprego tenho a vida toda prejudicada e neste sentido a minha familia esta a passar muitas dificuldades. Obrigado centro de emprego de gondomar neste momentos somos mais uma familia em vias de perder a casa e alimentação!

28 Jul2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

Visto que no Portal da segurança social direta ninguém me responde aos meus esclarecimentos e já lá vão muitos meses de pedidos e nada de respostas, venho por este meio ver se tenho melhor sorte no sentido de me esclarecerem quanto a situação do RSI deste meu agregado familiar! Acontece que fiquei de responder a um ofício que me tinha sido remetido por parte da segurança social no sentido de que teria que responder ao mesmo com a declaração do centro de emprego em que estou efetivamente inscrito, foi o que fiz e aproveitei para juntar uma carta com uma reclamação em que desejava ser esclarecido sobre o que tinha acontecido para o meu filho e este agregado estar a mais de um ano sem receber os retroativos de rendimento social de inserção!! Em 2013-06-18 pelas 13:37h. desloquei-me a segurança social de Gondomar e em resposta ao oficio que me tinha sido remetido, foi entregue ao funcionário Rui Fernando Pinto daquela delegação a carta oficiosa da segurança social e anexada a mesma a declaração do centro de emprego em que comprova a minha inscrição com carimbo branco e ainda uma carta reclamação escrita por mim, ficando eu com um recibo de entrega de documentos em minha posse! Desde o dia 18 de junho de 2013 que não me é dada nenhuma resposta por parte da segurança social, nem tão pouco por parte da assistente social desta família, técnica essa que se chama Cátia Neves, é que tantas vezes a questionamos o que ela fez ou faz por este casal que tem um bebe para criar! Aproveito para pedir que nos seja atribuída de futuro uma técnica que realmente se preocupe em colaborar e ajudar com ajudas dentro dos possíveis e soluções credíveis a esta família! A muito tempo que queremos ver uma luz ao fundo do túnel para que esta família saía da crise em que a vida profissional nos deixou! O requerente; HELDER RICARDO PEREIRA GOMES, NºSegSocial. 11325756059, Contacto: 934667183, em anexo vai igualmente o ficheiro do recibo de entrega de documentos na segurança social de Gondomar! Sem mais me despeço com os melhores cumprimentos

23 Ago2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

A situação infelizmente ainda não se encontra 100% resolvida, espera-se e desespera-se por um desfecho positivo visto eu utente não ter culpa dos correios não se entenderem com o centro de emprego de gondomar!

02 Set2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

Rendimento Social de Inserção

O maior paradoxo destes tempos é o enfraquecimento da política social num período de crise, quando ela é mais necessária. Estamos a deixar milhares de portugueses a deixar milhares de portugueses ao abandono, quanto muito apenas com o apoio das instituições de solidariedade social. Todos os indicadores mostram que há um aumento do número de cidadãos em dificuldade.

Concordo com o controlo de recursos e o rigor na atribuição, mas a verdade é que o RSI sempre foi a medida mais vigiada na Segurança Social. Certamente que há fraudes, mas acredito que menos do que noutras medidas com intervenção do Estado, porque o controlo tem sido muito grande. Há opções que são inócuas em termos de efeitos práticos e apenas servem para desprestigiar a medida. Ainda estou para saber quantas pessoas foram excluídas do RSI por terem mais de 25 mil euros no banco, por exemplo. Foi uma medida inócua na concretização, mas passou a imagem que há uns bandidos com fortunas no banco que estão a viver à custa do Estado.

Penso que sim [que há preconceitos em relação ao RSI]. Há muitos dados que não são evidenciados. A nossa taxa de pobreza tem andado à volta de 19%, mas o número de beneficiários de RSI nunca passou os 4% da população. Isto significa que é uma medida dirigida aos mais pobres entre os pobres. Outra questão interessante é que o RSI nunca foi concebido para tirar pessoas da pobreza, porque o montante deste apoio fica abaixo da linha de pobreza. Em sentido estrito, ninguém deixa de ser pobre por estar no RSI. Se tivermos um indivíduo com 400 euros por mês e outro com 100 euros, ambos são pobres, mas o segundo vive pior do que o primeiro. O RSI é uma medida para combater a intensidade da pobreza. A redução do número de beneficiários é razão para nos sentirmos envergonhados. Significa que estamos a falhar no nosso dever de cidadãos de promover o mínimo de condições aos indivíduos mais desfavorecidos na sociedade.

Todos os estudos indicam que [o RSI] é extremamente eficaz naquilo que é o seu objectivo: reduzir a intensidade da pobreza. Não deixa de ser curioso que o próprio FMI tenha analisado as várias medidas de apoio social e concluído que não se ganha nada com o corte do RSI. Mais: o relatório diz que não há grandes questões sobre a quem se dirige a medida.

Talvez devêssemos ter uma política específica para crianças, semelhante ao Complemento Solidário para Idosos. Mas o que tem sido feito vai no sentido oposto. Um relatório recente da Cáritas mostra que quem está a sofrer mais com a crise são as crianças.

É um dos sistemas mais baratos a nível europeu [o RSI representa 1,6% da despesa da Segurança Social]. Quando se olha para uma família e ela recebe 50% da linha de pobreza, temos noção de como os valores são baixos. E o que geralmente acontece noutros países, em que há uma despesa tão baixa como a nossa, é que há outros programas mais generosos a montante, que não existem em Portugal. No Reino Unido, o valor do equivalente ao RSI até pode ser baixo, mas há uma série de programas sociais antes do RSI que resolvem uma parte significativa dos problemas.

Quando falamos no RSI, o valor médio por beneficiário não chega a 100 euros por mês. Não é com isto que se resolve o problema do défice, o contributo insignificante. O que mais temo, com as novas medidas, é que haja uma redução do acesso a serviços públicos para pessoas que não têm alternativa. Basta pensar nas taxas moderadoras, no acesso aos medicamentos. Receio que possa haver um aumento da pobreza por essa via, pelas restrições no acesso a bens e serviços públicos de primeira necessidade. Já temos muitas pessoas a não ir ao médico porque não tem dinheiro, ou a tomar os medicamentos apenas dia sim, dia não.

Carlos Farinha Rodrigues, em entrevista a João Madeira, Ninguém deixa de ser pobre por receber o RSI, Sol, nº340, p.39, 08/03/13.

10 Dez2013
Dr. Gomes adicionou uma resposta

VENHO POR ESTE MEIO REPORTAR QUE A ENTIDADE RESOLVEU O PROBLEMA!

Esta reclamação foi considerada resolvida

Comentários (3)

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Dr. Gomes Autor

Rendimento Social de Inserção

O maior paradoxo destes tempos é o enfraquecimento da política social num período de crise, quando ela é mais necessária. Estamos a deixar milhares de portugueses a deixar milhares de portugueses ao abandono, quanto muito apenas com o apoio das instituições de solidariedade social. Todos os indicadores mostram que há um aumento do número de cidadãos em dificuldade.

Concordo com o controlo de recursos e o rigor na atribuição, mas a verdade é que o RSI sempre foi a medida mais vigiada na Segurança Social. Certamente que há fraudes, mas acredito que menos do que noutras medidas com intervenção do Estado, porque o controlo tem sido muito grande. Há opções que são inócuas em termos de efeitos práticos e apenas servem para desprestigiar a medida. Ainda estou para saber quantas pessoas foram excluídas do RSI por terem mais de 25 mil euros no banco, por exemplo. Foi uma medida inócua na concretização, mas passou a imagem que há uns bandidos com fortunas no banco que estão a viver à custa do Estado.

Penso que sim [que há preconceitos em relação ao RSI]. Há muitos dados que não são evidenciados. A nossa taxa de pobreza tem andado à volta de 19%, mas o número de beneficiários de RSI nunca passou os 4% da população. Isto significa que é uma medida dirigida aos mais pobres entre os pobres. Outra questão interessante é que o RSI nunca foi concebido para tirar pessoas da pobreza, porque o montante deste apoio fica abaixo da linha de pobreza. Em sentido estrito, ninguém deixa de ser pobre por estar no RSI. Se tivermos um indivíduo com 400 euros por mês e outro com 100 euros, ambos são pobres, mas o segundo vive pior do que o primeiro. O RSI é uma medida para combater a intensidade da pobreza. A redução do número de beneficiários é razão para nos sentirmos envergonhados. Significa que estamos a falhar no nosso dever de cidadãos de promover o mínimo de condições aos indivíduos mais desfavorecidos na sociedade.

Todos os estudos indicam que [o RSI] é extremamente eficaz naquilo que é o seu objectivo: reduzir a intensidade da pobreza. Não deixa de ser curioso que o próprio FMI tenha analisado as várias medidas de apoio social e concluído que não se ganha nada com o corte do RSI. Mais: o relatório diz que não há grandes questões sobre a quem se dirige a medida.

Talvez devêssemos ter uma política específica para crianças, semelhante ao Complemento Solidário para Idosos. Mas o que tem sido feito vai no sentido oposto. Um relatório recente da Cáritas mostra que quem está a sofrer mais com a crise são as crianças.

É um dos sistemas mais baratos a nível europeu [o RSI representa 1,6% da despesa da Segurança Social]. Quando se olha para uma família e ela recebe 50% da linha de pobreza, temos noção de como os valores são baixos. E o que geralmente acontece noutros países, em que há uma despesa tão baixa como a nossa, é que há outros programas mais generosos a montante, que não existem em Portugal. No Reino Unido, o valor do equivalente ao RSI até pode ser baixo, mas há uma série de programas sociais antes do RSI que resolvem uma parte significativa dos problemas.

Quando falamos no RSI, o valor médio por beneficiário não chega a 100 euros por mês. Não é com isto que se resolve o problema do défice, o contributo insignificante. O que mais temo, com as novas medidas, é que haja uma redução do acesso a serviços públicos para pessoas que não têm alternativa. Basta pensar nas taxas moderadoras, no acesso aos medicamentos. Receio que possa haver um aumento da pobreza por essa via, pelas restrições no acesso a bens e serviços públicos de primeira necessidade. Já temos muitas pessoas a não ir ao médico porque não tem dinheiro, ou a tomar os medicamentos apenas dia sim, dia não.

Carlos Farinha Rodrigues, em entrevista a João Madeira, Ninguém deixa de ser pobre por receber o RSI, Sol, nº340, p.39, 08/03/13.

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VENHO POR ESTE MEIO REPORTAR QUE A ENTIDADE RESOLVEU O PROBLEMA!

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