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Rafadi Auto - Automóvel vendido com defeito

Sem resolução
Carmo Taveira
Carmo Taveira apresentou a reclamação
22 de novembro 2022
No dia 5 de Julho de 2021 comprei um carro no Stand Rafadi Auto para usufruto da minha filha enquanto condutora principal. A Fevereiro de 2022 o carro começou a dar problemas. O carro esteve um mês numa oficina, foi-me entregue a dia 8 de Março de 2022 sem gasolina, vinha no fundo do depósito e tivemos que levar um jarrican para a minha filha conseguir levar o carro. No próprio mês o carro apareceu com novos problemas, tais como o comando deixar de funcionar por falha no sistema. Em Abril o carro voltou para o stand com problemas agravados e voltou a estar mais de um mês no stand. Em Junho voltamos a ter o carro, mas a 25 de Junho de 2022 o carro volta a dar os mesmos problemas. Nessa altura já tínhamos solicitado a substituição do carro sem termos que perder o valor pago. No entanto, todo o processo de substituição foi pouco claro e só no dia em que íamos assinar os documentos para substituição do carro é que foi dito de forma transparente que iriamos perder todo o valor pago pelo nosso carro até à data e que o carro substituto teria que ser pago integralmente. Recusamos e o senhor Dinu Crismaru, proprietário do stand, recusou-se a devolver-nos o dinheiro pago pelo carro através de uma devolução. Indicou que iria arranjar o carro, mais uma vez. Só no dia 6 de Julho é que indicaram uma oficina para enviarmos o carro, que para que conste, foi uma entre várias. Solicitamos uma extensão da garantia. O carro voltou a estar cerca de dois meses no stand. No dia 11 de Outubro 2022, pouco tempo depois de ter ido buscar o carro com extensão de garantia, o carro voltou a dar problemas, e voltou a ser levado para o stand. Nessa altura a minha filha entregou o carro ao meu esposo para experimentar, e passados cerca de dois dias o meu esposo foi deixar o carro no stand para arranjar novamente. No dia 21 de Outubro de 2022 o senhor Dinu Crismaru disse que o carro estaria arranjado, fomos buscá-lo na semana seguinte. Após essa data, o carro apresentou algumas melhorias, embora não totais. A minha filha indicou que o carro ainda deitava cheiro a gasolina e indicaram que ela deveria andar mais tempo com o carro porque era devido a estar muito tempo parado, por isso tentou ignorar alguns dos problemas presentes no carro, como os gases, eventualidades em que ia abaixo e o comando que não funcionava devidamente, na esperança que com o uso ficasse resolvido. No dia 19 de Novembro de 2022 fomos com o carro à inspecção e o carro chumbou, além de ter níveis de gases bastante superiores aos que deveria no final da inspecção deixou de pegar inúmeras vezes. Contactamos o senhor Dinu Crismaru a informar a situação e a indicar que iriamos passar no stand pois o carro esteve meses numa oficina e nem sequer passava numa inspecção. O senhor Dinu Crismaru disse que aquilo não lhe dizia nada e que só arranjava se pagássemos uns pneus para um carro que me tinha cedido como substituto.* A minha filha argumentou que nunca tinha sido solicitado qualquer valor e que se mostrou aberta a pagar os mesmos na altura devida, tendo sido recusado. O senhor Dinu Crismaru, num tom ofensivo, chamou-lhe de “espertalhona” e, durante o período de extensão da garantia, recusou-se a responsabilizar-se pelo arranjo e expulsou-nos a todas do stand. Além do tom ofensivo insinuou que a minha filha estaria a aguardar pela inspecção para voltar propositadamente lá com o carro. Creio que o mínimo para um carro que passa meses numa oficina é passar na inspecção ao invés de chumbar com problemas anteriormente diagnosticados e obviamente ignorados. Na presente data o carro apresenta mais do que os problemas com que tinha sido entregue inicialmente: luz do motor acesa, rateres no escape, emissão de gases de escape anormais, fecho central que não funciona devidamente.
*A minha filha andou com um carro de substituição inúmeras vezes e numa delas a teve o infortúnio de furar um pneu. Contactou o senhor Dinu Crismaru a explicar o sucedido e a perguntar se tinha conhecimento de alguém que vendesse pneus e quais eram os valores do mercado, disse inclusive que se responsabilizava, mas o senhor indicou-me que não era necessário se preocupar. É importante também indicar que na última vez que levou o carro de substituição, na altura em que trocaram pelos pneus que acabaram por furar, o carro vinha com a direção completamente desalinhada e tornava-se perigoso em velocidades mais elevadas. Nessa altura a minha filha também contactou a indicar essa situação e referiu inclusivamente que foi numa curta viagem a Venda do Pinheiro que se deparou com a situação. Disse também que iria no final de Outubro ao Algarve e que precisava de ter o carro dela pronto para poder viajar de forma segura. Nunca viajou com nenhum carro de substituição para tal distância. No entanto, por lapso ou não chegaram a solicitar-me o valor de scouts do Algarve, que acabámos por entender que pertenciam a familiares do proprietário e naturalmente não pagámos.
Embora não consiga precisar todas as datas, deixo em anexo alguns documentos importantes e algumas das mensagens que a minha filha enviou ao senhor Dinu Crismaru e ao senhor Hugo Parracho, empregado do stand. Afirmo também que houve uma falta de clareza na comunicação e passagem de informação por parte deste senhor e palavras que este senhor colocou na boca da minha filha que não correspondiam à realidade, tendo eu dito de forma frontal que era mentiroso e que a partir daquele momento só falava com o proprietário.
Esta reclamação tem um anexo privado
Data de ocorrência: 22 de novembro 2022
Esta reclamação foi considerada sem resolução
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