Registo duas falhas graves da Azul em fevereiro de 2026, que resultaram num prejuízo combinado superior a EUR 3.200,00.
INCIDENTE 1 — Voo AD8755 | Madrid–São Paulo | 05/02/2026
A aeronave permaneceu em solo por mais de 4 horas após o início do embarque. Durante todo esse período, a Azul não forneceu qualquer alimento, água ou assistência — violação direta do artigo 9.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004 e do artigo 21 da Resolução ANAC n.º 400, ambos exigindo assistência a partir de 2 horas de atraso. O atraso precedeu qualquer menção a condições meteorológicas, o que fragiliza a alegação de circunstância extraordinária.
INCIDENTE 2 — Voo AD4087 (GIG–VCP) + Conexão AD8754 (VCP–MAD) | 20/02/2026
O voo AD4087 acumulou mais de 2h15 de atraso por falha operacional da Azul. Antes do embarque, um funcionário do serviço de solo no Rio de Janeiro prestou garantia verbal explícita de que o voo de ligação seria retido. Essa garantia era falsa. Ao chegar a Campinas, o voo já havia partido. A Azul recusou-se a fornecer acomodação, transporte ou refeições conforme exigido pela Resolução ANAC n.º 400 (artigos 21 e 27). Às 3h da madrugada, custeámos táxi e hotel por conta própria. O pedido de acesso a um supervisor foi categoricamente recusado — violação do CDC.
CONSEQUÊNCIA DIRECTA: A chegada a Madrid com um dia de atraso originou a perda do voo de ligação para Londres e a aquisição de passagem substituta pela British Airways ao custo de EUR 3.234,00 — prejuízo consequencial direto das falhas da Azul.
Valores reclamados: €600 por passageiro (Reg. CE 261/2004), EUR 3.234,00 (voo substituto), reembolso de despesas extras, indenização por danos morais e gesto de boa vontade. Reclamação formal enviada também à AESA, ao Centro Europeu do Consumidor em Espanha, e diretamente à Azul.
Esta reclamação tem um anexo privado
Data de ocorrência: 5 de fevereiro 2026
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