Ex.mos Senhores,
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. o meu desagrado por, na viagem "combinado Nova Iorque/Miami" recentemente organizada pela vossa agência, e que decorreu entre os dias 02 e 11 de agosto deste ano, não se ter dado cumprimento ao
contratualizado. Ou seja, em Nova Iorque, foi contratualizado com a Logitavel, em relação ao hotel Millennium Hilton New York One UN Plaza, o regime de Alojamento e Pequeno Almoço.
Ora qual não é o meu espanto, quando na hora do Check-out, me deparo com o pagamento no valor de 420,08 dólares, relativos aos pequenos almoços. Tentámos explicar que o pequeno almoço estava já incluído na reserva, mas a Gerente foi
irredutível. Tive, portanto, que pagar esse valor de 420,08 dólares, que estava reservado para os próximos dias que iria estar com a minha família em Miami...
Foi uma situação bastante constrangedora, pois cheguei a Miami, com os meus filhos e a minha mulher, sem dinheiro para os almoços, pois no caso de Miami o regime contratualizado foi o de Meia Pensão(o que efetivamente, neste caso, acabou por correr conforme).
Estávamos em Miami sem dinheiro para almoçar... Tive que contactar familiares em Portugal para que me emprestassem dinheiro para poder fazer face a esta situação bastante delicada, absurda e humilhante, sendo que um dos meus filhos é ainda uma criança...
Neste momento devo este valor a familiares, a viagem já não teve o resultado pretendido, pois esta situação acabou por "estragar", de certa forma, o que se pretendia uma viagem de sonho em família.
Por todos estes factos e consultado o meu Advogado e a Direção-geral do Consumidor (DGC), venho solicitar o seguinte:
- que me seja restituído o valor cobrado, indevidamente, pelos pequenos almoços em Nova Iorque, uma vez que já estava incluído na reserva;
- Indemnização/compensação pelos danos causados, quer financeiros, quer morais (valor a acordar).
Mais informo que, caso não se chegue a um acordo, pretendo avançar com uma reclamação, primeiro, ao Provedor do Cliente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) e, em segunda instância, para meios judiciais,
nomeadamente, instauração de processo judicial em Tribunal competente.
Espero, sinceramente, que se chegue a um acordo que satisfaça ambas as partes.
Com os melhores cumprimentos,
António José da Conceição Barradas
Esta reclamação tem um anexo privado
Data de ocorrência: 2 de agosto 2025
faça queixa no Canal de Denúncia do Turismo de Portugal, senão eles não fazem nada
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