Viagens e Lazer

ANTRAL - Ameaça física pelo taxi 190 no aeroporto de Lisboa


Obteve resposta
9375617

No dia 14/04/2017 às 21:00 apanhei um taxi do aeroporto de Lisboa. Após uma confusão com a escolha do taxi, entrei numa das viaturas com um motorista de sotaque estrangeiro que ficou muito insatisfeito com o facto de eu não ter malas extra e ir para o centro de Lisboa (praça Camões). Depois de ele me dar comentários bastante desagradáveis disse-lhe que após uma experiência como está iria preferir o serviço da Uber e que não me surpreendia que mais e mais pessoas escolham a Uber em vez dum taxi. Nessa altura o sr ameaçou-me de violência, disse-me que ia parar o taxi e "partir-me a cara". Eu respondi que nesse caso iria chamar a polícia. Pouco depois sai do taxi.
Considero esta situação inaceitável, espero que façam algo para que tal não se repita. Impensável algo como isto passar-se na Uber (da qual irei passar a ser cliente).

Respostas

em 2017-04-17 12:11 Boa tarde,

Pedindo desculpa pelo atraso, esclareço que as associações patronais não têm qualquer poder sancionatório sobre os motoristas de táxi.
A entidade sancionatória é a AMT (Autoridade Metropolitana de Transportes), com sede no Palácio Coimbra, Rua de Santa Apolónia, 53, 1100-468 LISBOA (reclamacoes@amt-autoridade.pt).
Assim, qualquer reclamação deverá ser feita, junto desta entidade.
Como deve calcular, num universo de mais de 16.000 motoristas de táxi, ocorrem, por vezes, situações passíveis de reclamação, que não podemos deixar de muito lamentar.
Infelizmente, porém, a intervenção das associações limita-se, praticamente, a uma actuação pedagógica que exercemos quer junto dos empregadores quer junto dos motoristas, por forma a prevenir a ocorrência de situações como esta.
Posso garantir que a Antral aproveita todas as oportunidades para sensibilizar os associados e respectivos trabalhadores nesse sentido.
Assim, quer nos cursos de formação para obtenção do certificado profissional de motorista de táxi quer nos cursos para a renovação do mesmo certificado, privilegiamos as componentes de formação sócio-cultural, como a comunicação e as relações interpessoais, visando o desenvolvimento pessoal, profissional e social.
Por outro lado, aproveitamos as inúmeras reuniões que efectuamos a nível distrital, concelhio ou outra, para prosseguir esta campanha de sensibilização do sector.
Como, nos táxis, não é obrigatória a existência do livro de reclamações, reitero o conselho para se dirigir à AMT.
Apresento os melhores cumprimentos,
José Domingos
Director


Comentários



Comentar

Apenas utilizadores registados podem fazer comentários.

Inicie sessão e regresse novamente a esta página para comentar.