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LIDL - Negada prioridade a pessoas com crianças ao colo


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No passado dia 28/08/2018 dirigi-me à loja Lidl de Santa Iria de Azóia, acompanhada pela minha mãe e a minha filha de 1 ano.
Não tenho por norma solicitar prioridade (nem tenho de a solicitar atualmente), mas naquele dia e tendo em conta a hora (hora de jantar para a minha filha) aproximei-me do funcionário da caixa de forma a solicitar prioridade, no entanto, sou abordada por um cliente que se encontrava na fila que me refere o seguinte "esta caixa não é prioritária", tal como indica o Decreto-Lei n.º 58/2016, atualmente todas as caixas são prioritárias e de forma educada respondi "atualmente, todas as caixas são prioritárias, mas qualquer outra questão pode falar com o funcionário"..
Ora, quando o funcionário termina a conta do cliente que estava a atender eu solicitei a minha prioridade, qual não é o meu espanto quando este funcionário me responde "se o senhor não lhe quiser dar prioridade, eu terei de o atender e só depois a si".. Alguém que me diga onde é que isto está escrito na lei? Num supermercado, eu tenho de solicitar prioridade aos clientes à minha frente? Não, porque desta forma não existia uma lei.
Na altura deveria ter chamado a policia, tendo em conta que o funcionário acabou por dar razão aos restantes clientes o que como é óbvio gerou "conflitos" e consequentemente o Lidl seria multado porque a prioridade me estava a ser rejeitada.
Escrevo aqui, apenas como forma de desabafo, mas numa próxima ida ao Lidl espero que a Lei da prioridade seja devidamente respeitada.

Comentários


Tony Correia

São estes os valores que estamos a passar aos nossos filhos???



CSantos

Tony Correia, os valores que passa ao seu filho de 1 ano é calar e comer? Partindo do princípio que a senhora (apesar de ser a versão apenas de um lado) está a falar verdade. É assim tão mau solicitar prioridade?



FC

Compreendo que as pessoas hoje em dia possam não conhecer a LEI por completo mas seria conveniente lerem antes de efectarem reclamações sem razões. Deixarei apenas 2 pontos e penso que entenderá o que quero dizer.

1 - Indicou no iInicio que não tinha que solicitar prioridade? Engana-se, Tem sempre de a solicitiar. Ninguem é obrigado a dar-lhe prioridade se não a pedir.

"Deverá ser o interessado que cumpra com os requisitos a solicitar este direito, uma vez que, o cidadão poderá ter de comprovar o grau de incapacidade, a idade igual ou superior a 65 anos, mesmo que apresente alterações ou limitações das funções físicas ou mentais, bem como a idade da criança de colo."

2. «Pessoa acompanhada de criança de colo», aquela que se faça acompanhar de criança até aos dois anos de idade.

Ou se não entendeu, PESSOA no SINGULAR. Quem se fizer acompanhar por mais pessoas que possam "cuidar" da criança perde essa prioridade. Tire as suas duvidas antes de achar que la por uma lei ter saido que ja sabem tudo sobre ela. A Lingua Portuguesa é matreira e acredite que se não lhe dão prioridade seja onde for é porque sabem que podem e mesmo que faça queixa os advogados fazem-se valer da Lingua Portuguesa.



CSantos

Poderá haver falhas na interpretação mas a prioridade por ter criança de colo não se prende se a mesma pode ser cuidada pelo resto da familia inteira em caso de fila de espera. Prende-se na necessidade e na dependência da mesma criança de permanecer no LOCAL, dito, público, tendo necessidades especiais sejam elas quais forem. Ora na sua perspectiva e na sua interpretação, visto que não verifiquei nenhuma "matreirice" na língua portuguesa, uma criança deixa de ser criança apenas porque tem alguém que possa cuidar dela? Deixa de fazer necessidades? Deixa de chorar? Deixa de ter fome? Deixa de ter rotinas? De que serve a prioridade? Contudo, não quero com isto dizer, que não tenha que existir veia social, como se costuma dizer "a falar é que nos entendemos", não estando no local e interpretando apenas UMA parte da história (não descartando que possa existir omissão de factos), não vejo motivos para não terem dado prioridado à Senhora em questão.



CSantos

PESSOA... no SINGULAR... Pode acompanhar a criança e pode PESSOA, estar acompanhada de mais PESSOAS. Se interpretarmos o portuguÊs correcto da legislação o contorno legal nesta afirmação seria a mãe da queixosa abandonar o local, certo?




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