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Continente - Insultos - segurança da 2045


Em tratamento
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Tendo-me dirigido hoje, dia 15 de dezembro de 2018, pelas 17h 30m ao Continente Bom Dia Areosa levei o carro até dentro do parque de estacionamento privativo aos utentes do supermercado. Não havia um único lugar disponível. Apenas 2 destinados a pessoas com deficiência. Transportava no carro uma mulher grávida e uma criança de 4 anos a dormir na sua cadeira de transporte. Estacionei num deles enquanto a minha mulher e sua amiga grávida e o meu filho de 9 anos se dirigiram ao supermercado. Fiquei no carro, pois o meu filho de 4 anos dormia e porque poderia ser necessário ceder o lugar.

Alguns minutos volvidos um carro estaciona num lugar dito normal que ficara vago naquele momento. A condutora aborda-me acenando com o dístico azul de estacionamento para pessoas com deficiência. Questionei-a porque não estacionara então no lugar reservado que ainda estava disponível. Não me respondeu nem me deixou dizer mais nada.

Passado 5 minutos voltou com o segurança do supermercado. Este senhor identificado com a farda da empresa 2045 Empresa de Segurança SA começou por bater com violência no vidro do carro. E agora passo a citar (lamentavelmente) o que me disse: " Ouve lá, oh palhaço! És deficiente? Vais tirar daqui o carro, oh boi do caralho!" Dizendo-lhe apenas que ele não podia falar com aqueles termos e que não era uma autoridade, e que havia outro lugar reservado disponível, este senhor de nada quis saber. Agarrando-me várias vezes no braço, tentando abrir a porta do meu carro, continou: "És um grande filho da puta, se não estivesse fardado fodia-te todo, meu paneleiro do caralho!" Face à ameaça física e temendo pelo meu filho retirei o carro e estacionei-o noutro lugar  que ficara disponível. Peguei no meu filho ao colo e fui ao balcão de informações onde me encontrei com a minha mulher, amiga grávida e o outro filho de 9 anos.

Vinha apresentar uma reclamação. No balcão ao lado da funcionária Joana Bernardo estava o segurança e o espetáculo teve o seu expoente máximo. "Tu vens aqui fazer o quê, oh anormal do caralho, eu vou foder-te todo lá fora, tu és um filho da puta, não vales nada!"

Isto foi dito aos berros, todo o supermercado ouviu, tudo parou. Os meus filhos encontravam-se um no meu colo e outro ao meu lado. Ouviram todos estes insultos com os punhos do homem quase encostados à minha cara, este vexame sem justificação. Eu não ofendi com qualquer palavra ou ato este senhor segurança conforme testemunhado. Todos os seus atos e palavras manifestam uma agressividade incrível a um cliente do Continente, um desequilíbrio total de uma pessoa que nunca deveria estar a prestar serviço para as vossas empresas.

Pedi à funcionária (que já foi outrora tão solícita e competente noutras questões) que chamasse a polícia pois tinha sido insultado à frente dela dentro do supermercado por um funcionário que estava a trabalhar para a superfície. Inesperadamente respondeu-me com agressividade também e que chamasse eu a polícia. Pedi o livro de reclamações, e tentando procurar um lugar no café do próprio supermercado atrás de mim para dar espaço no balcão ainda me berrou que eu tinha que preencher o livro ali no balcão.

Perante tamanha violência do segurança os funcionários do supermercado mostraram-se solidários com ele. Ninguém se preocupou comigo nem com a minha família. Uns afastaram-no e a Dona Joana Bernardo quando eu começava a preencher o livro disse-me em tom imperativo e agressivo: "O Senhor agora escreva aí que estava num lugar para deficientes!" Respondi-lhe que ela estava a falar do que não tinha visto nem presenciado e que obviamente no livro eu escrevia cf. os meus direitos.

Lá do longe ainda se ouvia a voz malcriada: "Chama a polícia, Cabrão! Chama! Quando te apanhar lá fora e vou encontrar-te, vou foder-te o corpo todo."

Ora, vamos às conclusões:

1) em todos os momentos fui educado, não proferindo uma única asneira nem insulto com uma pessoa que me insultou como ninguém, ameaçou-me física e verbalmente dentro das vossas instalações e que enquanto está a trabalhar dentro do supermercado tem o dever de cumprir os seus deveres com urbanidade e educação tal como eu fiz com os meus direitos;

2) os vossos funcionários deixaram a desejar, pondo-se do lado de um suposto amigo que perdera toda a razão que até pudesse ter, e nunca me perguntaram nada do que se passara, nunca quiseram ouvir a minha versão e explicações (onde estava a gerência desta loja?!);

3) a maior parte dos clientes que se encontrava na loja não deve lá mais voltar com medo tal foi a brutalidade que presenciou (podem assistir às filmagens das vossas câmaras);

4) segundo o Decreto de Lei que rege o Código da Estrada - e o regime de estacionamento - "Excluem-se da aplicação do presente regime os parques de estacionamento não abertos ao uso público, designadamente:
a) Aqueles a que só podem ter acesso os utentes de um determinado serviço." Ou seja a definição do parque onde estacionei.

5) nem a polícia (entidade que o segurança pretendia chamar quando ainda me insultava no parque), nem ele próprio, nem nenhum dos vossos funcionários me podia obrigar a mudar o carro de sítio, uma vez que dentro do vosso parque não vigora o Código da Estrada;

6) parece-me que há quem esteja a confundir os lugares reservados a deficientes, existentes na via pública e que são abrangidos pelo Código da Estrada com os lugares reservados a deficientes/grávidas/pessoas de mobilidade reduzida existentes em parques de estacionamento privativos;

7) não concordo com o uso indevido desses lugares reservados, mas se todos os outros estavam ocupados, havia dois de deficientes livres, eu transportava uma criança de 4 anos a dormir, uma mulher grávida, e tive o cuidado de ficar dentro do carro para precaver qualquer situação, fiz mal?

8) temo pela minha segurança, pois para além das ameaças de que fui alvo, tomaram nota da minha matrícula, inclusive faziam um registo (desconhecendo para que efeito) no PC do Balcão das Informações dos dados da Senhora portadora de deficiência e da minha matrícula;

9) o Continente não deve ter pessoas com este nível de brutalidade, de vernáculo que nem perante duas crianças (repito de 4 e 9 anos) abrandou e que só não me agrediu fisicamente pois nunca reagi nem com palavras nem com atos;

10) caso não tomem medidas urgentes, terei que deixar de frequentar o vosso supermercado e apresentar queixa na polícia onde constará obviamente o nome da vossa empresa, pois repito estando a trabalhar para o Continente este senhor não deixa de vos representar;

11) assumam uma posição perante tudo isto, pois foi vergonhoso e senti-me injustiçado - ninguém me perguntou nada nem se preocupou comigo ou família.

Respostas

Continente em 2018-12-17 08:59 Caro(a) Cliente
A situação que nos relata está, a partir deste momento, a ser acompanhada pela equipa responsável.
Informamos que sempre que necessitar de entrar em contacto connosco, poderá fazê-lo diretamente através de ajuda@continente.pt
Com os nossos cumprimentos,
Apoio ao Cliente Continente
Miguel Vidal em 2019-01-02 11:08 Aqui está a vergonhosa resposta do continente:

"Acusamos a receção da reclamação eletrónica apresentada por V. Exa. acerca do atendimento prestado na loja Continente Bom Dia da Areosa, e lamentamos desde já os eventuais transtornos causados.

No seguimento da reclamação apresentada, informamos que a mesma foi devidamente tratada nos termos do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, de 21 de junho.

Gostaríamos de informar que numa análise conjunta com a Direção de Loja, asseguramos que foram reforçados os procedimentos junto das equipas envolvidas, de modo a evitar assim que situações semelhantes ocorram de futuro.


Subscrevemo-nos com elevada estima e consideração, apresentando os nossos respeitosos cumprimentos,



Priscila Valente
Apoio ao Cliente Continente
Miguel Vidal em 2019-01-02 11:42 Assim sendo já seguiu nova reclamação.

Comentários


Oliveira

Porque não foi à Policia apresentar queixa contra esse funcionário? bastava 2 ou 3 testemunhas!



Jorge

Este pessoal da 2045 não são aqueles daquele video da agressão à colombiana na stcp? E o continente tem malta desta a fazer segurança? Isto e uma vergonha. Ponham lá a policia a guardar. O homem com as crianças ao colo. E mesmo que não tenha respondido é normal. Sei que muitos deles são malta da pesada, seguranças de discotecas e isso



Maria

So um a parte, nos parques de estacionamento vigora o código da estrada sim. Informe-se melhor... Sendo inclusive mencionado (normalmente em zona de passagem) qual a entidade responsável pela fiscalização do mesmo. PM, PSP ou GNR



Anónimo

Não é possível o que está descrito ser verdade, ou pelo menos não se terá passado da forma que expõe...



Paula Fernandes

Pois eu acredito piamente que seja tudo verdade. Infelizmente as histórias que rolam por aí desta empresa de vigilantes não são as melhores como sabemos. Algumas filmadas. Violência, racismo. Como é possível estarmos sujeitos a estas coisas. Um dia quando viajava no autocarro numa operação de vigilância esta mesma empresa entrou por lá dentro como se da polícia de intervenção se tratasse a pedir os passes e bilhetes de uma forma absurdamente agressiva. Parecíamos imigrantes ilegais. Fazem-se valer da preparação física para hostilizar pessoas de bem. É horrível o que lhe aconteceu, e ao contrário do que possa parecer teve muita coragem em não reagir e em enfrentar e expôr esta situação em vez de fugir. Para já a atitude do Continente em contratar esta empresa de segurança já foi condenável depois de tudo que se sabe e viu sobre ela. Depois, pais e mães que lá deveriam estar a trabalhar não viram o tamanho dos seus filhos? Que raio de funcionários serão estes? Por todo o lado só vejo cobardia. E essa senhora portadora de deficiência, que pediu uma licença para estacionar em lugares reservados, o que anda a fazer com parques cheios e com a distinta lata de ocupar outros lugares que não os reservados. Claro, depois ficamos nós sem lugares e geram-se confusões destas. Digo-lhe, já devem estar todos bem arrependidos por esta altura, ela, o vigilante, os funcionários. O senhor podia ter estacionado dez carros em lugares reservados, ninguém pode por isso ofender a sua honra e dignidade como foi o caso, e os trabalhadores do Continente foram cúmplices dessas ofensas. As chefias deles que vejam as filmagens então. Este mundo de seguranças privados e empresas de segurança é mal regulamentado, mal fiscalizado, se o Governo não põe mão nisto um dia destes levamos um tiro por irmos ao supermercado. Da minha parte só lhe prometo isto, vou partilhar isto com quantas pessoas eu puder. A minha solidariedade. Continente, não sei se aí volto. Mas em que mãos caiu a Sonae?!!!!



Carla Peixoto

Relativamente a esta situação tal como a Sra. Ana Sofia eu também estava presente. O que levou o Sr. Miguel a fazer a reclamação junto do balcão de informações do Continente nada teve a ver com a ocupação do lugar de deficientes. O segurança ter-se-á dirigido a ele proferindo insultos no parque de estacionamento e quando viu que ele estava diante do balcão de informaçoes do Continente continuou, proferindo insultos que passo a citar : paneleiro, boi do caralho, desaparece que eu fodo-te, azeiteiro, se te apanho lá fora dou cabo de ti, e assim sucessivamente. Não se coibiu de tratar mal o Sr. Miguel mesmo vendo que trazia uma criança ao colo e outra a seu lado, inclusivamente fazendo todo o tipo de gestos em que mostrava intenção de o agredir fisicamente. A cena foi hedionda. Sem prejuízo da razão em relação à questão da ocupação de um lugar de estacionamento para deficientes, o que aqui foi posto em causa e muito bem foi a atitude selvatica do segurança, a falta de tato a má educação e a postura nada profissional.



Paula Fernandes

É fantástico! Ninguém critica o facto da sra. portadora de deficiência não ter estacionado no lugar reservado que restava. Infelizmente já vi muitos carros com os ditos dísticos azuis estacionados em lugares não reservados e um monte deles reservados livres. E nós às voltas e voltas nos supermercados ou centros comerciais. Infelizmente esta sra. como muitas pessoas que sofrem de alguma doença pedem estes dísticos mais para andar a armar confusão com os outros do que para outras coisas. Não sei, será alguma forma de se sentirem melhor, fazendo-os esquecer por minutos alguns complexos ou sentimentos de inferioridade que tenham?
Esta senhora podia ter dado a sua opinião ao sr. e ouvir a dele tranquilamente, estacionar no lugar que ainda tinha reservado para si e ir à sua vida. Mas não. Que lhe pese na consciência.
Enfim, agora a existência destes brutamontes num supermercado onde levamos famílias às compras!
Parece-me, aliás com uma leitura atenta do texto do sr. Miguel tenho a certeza que ele próprio fez mea culpa quanto ao estacionamento que praticou (mesmo nas circunstâncias que explicou). Agora vamos pôr-nos no lugar dos outros que normalmente os portugueses que tanto opinam se esquecem. Estivéssemos nós no parque dentro do nosso carro estacionados nestas circunstâncias e viesse um Rambo (só pode ser - sem cérebro) aos murros, insultos e berros a mandar-nos sair, quantos de nós o faríamos? O que sentiriam os nossos filhos tão pequenos a ouvirem-nos a ser insultados desta forma gratuita, estúpida e inadmissível? O que faríamos nós com eles ali do lado temendo por eles e pela nossa família. Muito bem esteve e paciente foi este homem. Controlou-se e soube salvaguardar a integridade dos seus não dando uma única resposta. Só lhe disse:"O sr. não me pode insultar como fez no parque e nem aqui, não é assim que faz valer a sua opinião. Não tem direito. Quero reclamar porque me ofenderam e insultaram. "
E eu sentada numa mesinha lá atrás no Bagga assisti a isto. E à falta de formação, de sensatez, de profissionalismo da menina ao balcão. Pobre sociedade esta.
Sou frequentadora do café, não do supermercado. Já vi este vigilante a fazer coisas parecidas com estas, sempre com esta linguagem deplorável. É hediondo realmente.



Anónimo

Bom dia,

Por forma a agilizar o processo interno, deverá remeter esta informação directamente na pagina da Empresa visada, 2045.

A empresa tem pagina neste portal.

A ocorrência foi na superfície acima referida, no entanto o vigilante pertence aos quadros da empresa 2015, prestando serviço ao Continente.

Cumprimentos,



Ana

Na minha opinião (vale o que vale e quem não aceita paciência) isto tudo teria sido evitado se tivesse tirado o carro do lugar de estacionamento para deficientes e ignorava se houvesse outro lugar vago, antes tudo está o respeito e o civismo.



Paula Fernandes

Cara Ana Ferreira, a Sra. devia ter vergonha. Eu estava no supermercado. O Sr. Miguel nunca se exaltou nem foi arrogante com ninguém. Foi dum controlo fora do normal perante a situação. E por isso não acredito que no parque tenha sido doutra maneira. A senhora tinha lugar para estacionar não tinha. Que estacionasse e fosse à sua vida. E que se defendesse sozinha ou chamasse a Polícia. Agora ir chamar o segurança foi mau da sua parte e deve da maneira como se expressa ter-lhe dado um gostinho especial assistir a tudo. Com que então o segurança em causa exaltou-se um pouco? Chamar monte de merda, filho da puta, Paneleiro, etc a uma pessoa é exaltar-se pouco? Não, minha senhora! É um comportamento que tido pela pessoa que o teve no exercicio das suas funções até cadeia pode dar. Gostava que lhe chamassem monte de merda, filha da puta? Sabe, minha senhora não venha fazer-se de vítima usando a sua deficiência. A falta de carácter é pior que a deficiência que tem. Mentir é crime. Você ouviu uma pessoa a insultar outra e viu outra que se manteve calada perante isso. Viu a senhora e muitas testemunhas que lá estavam. Ninguém aqui está do lado do Sr. Miguel por ele ter estacionado num lugar reservado. Ele próprio assume isso. A reclamação é sobre um ordinário que todos os dias utiliza este tipo de linguagem quando tem que chamar a atenção a alguém. É uma pessoa intratável. Devia ser despedido agora. Eu darei os meus dados ao Sr. Miguel e irei onde ele quiser dizer o que ouvi da boca do segurança, insultos, ameaças. A senhora tem filhos? Não deve ter. Ainda bem! E vá ter com o segurança. Estão bem um para o outro. Passe também na câmara e peça o dístico para pessoas mentirosas. A senhora podia defender-se à vontade, mas devia dizer a verdade sobre o comportamento dessa besta humana que trabalha para a 2045. Devia dizer o que ouviu. Tenha vergonha.



Miguel Vidal

Uma vez que está a acabar o tempo do Continente vamos ao segundo passo. Ver o que a 2045 pensa disto.



Paula Fernandes

Parabéns ao Continente e a essa tal de Priscila Valente! Que Apoio ao Cliente super-profissional! Os Recursos Humanos do Continente apostaram no "cavalo (égua) errado!" E parabéns à loja Bom Dia da Areosa pela equipa de parolada que lá conseguiram juntar.



Daniel Rodrigues

Parabens para o segurança!!
Há certos "animais" que só compreendem à força!
E, quem deveria estar a reclamar é o Continente!!!
Então o cliente sem o mínimo de civismo estaciona no lugar reservado a dificientes, dando origem a esta confusão toda, e ainda reclama?!
Parar lá, ainda vá que não vá, agora continuar lá depois de ser chamado à atenção só mostra que foi ele o causador de tudo!!
Para a próxima veja lá se tem mais respeito, porque as regras e a boa educação não são só para os outros!



Zé Tuga

1- Após ler o 1º paragrafo, não precisei de ler o 2º paragrafo, logo percebi que quem originou esta reclamação não tem qualquer razão ou argumento de defesa para estacionar ali. Sabe quantos menores,idosos ou gravidas estariam noutros lugares do parque? Muitos certamente, e não foi por isso que estacionaram no lugar de deficientes.
2- Depois verifico que meio mundo sabe de legislação "melhor dizendo, sabe pesquisar no goolge", mas em portugal em 11 milhões de cabeças, só 40 mil cabeças aplicam a legislação sem o google 24h/dia, ou seja PSP e GNR.
3- O que resultou de toda a história, bate papo..., injurias..., feridos ou mortos é outros 500...e cada um sabe o que tem de fazer, são maiores de idade e vacinados...
4- Relativamente aos frustrados que são mais que evidente aqui, é simples, o diário da republica e os concursos quando abrem não escolhem sexo ou cor dos olhos, por isso, sejam frustrados com vocês próprios e não vão em conversa fiada só porque alguém acha que tem boa capacidade de argumentação e faz querer que tem razão ás mentes menos informadas, que desconhecem a realidade das 1001 desculpas para tudo e para nada.
Tiveram no local? Não...pois não, então abstenham-se....fica bem a qualquer pessoas não se intrometer na defesa do que está incorrecto.



Antonio Miguel Santos

Apenas um simples comentário. nada justifica um comportamento destes de um suposto "segurança". a formação destas pessoas é muito importante e ensinar-lhes a reagirem sempre com civismo e calma, seja em que situação for. quanto ao comportamento do senhor e da senhora deficiente: se a senhora ou outra pessoa com deficiência precisasse do lugar e o senhor não tivesse tirado o carro tudo seria diferente mas parece que essa senhora deficiente só queria arranjar confusão. para além disso o senhor estava acompanhado de uma grávida e de 2 crianças pequenas. qual era o problema para a senhora que armou toda a confusão ? O senhor estava no carro e não o tinha abandonado, por isso era expectável que pudesse sair se fosse preciso. mais uma vez parece que a senhora só quis criar confusão e parece que conseguiu.



Ana Isabel Duarte

Deveria ter logo chamado a polícia. Estas situações são revoltantes mesmo para quem lê. Usar-se da força e de uma farda para intimidar alguém que ainda por cima não se pode defender (refere que estava com uma criança ao colo) é de uma pequenês incrível e mais, é crime. O Continente e a referida empresa de segurança deviam ter vergonha e serem multados pelo sucedido. Todos nós sabemos que os lugares reservados a deficientes, são claros, destinados a pessoas portadoras de deficiência, no entanto, também há muitas destas pessoas que são super mal educadas e se julgam no direito de o ser só porque, infelizmente, têm alguma deficiência. Existem vários lugares reservados a deficientes que estão, em grande maioria, vagos e, por vezes, pouquissimos destinados a gravidas e crianças de colo. Ninguém se preocupa se uma grávida, com pouca locomoção tem que deixar o carro a 30m da entrada ou se uma mãe tem que carregar 7kg ou mais (peso do bebé e do ovo) durante vários metros, mas se uma grávida estaciona num lugar de reservado, já cai o Carmo e a Trindade e é uma "pessoa sem vergonha e educação"!
A verdade é que só quem não passa pelas situações é que recrimina e julga e muitos usam-se da sua condição para serem mal educados.
Deveria haver muito mais civismo e estou inteiramente do lado do Sr. Miguel, mesmo tendo estacionado num lugar reservado, pois afirmou que ficou dentro do carro, caso fosse necessário tirá-lo. E existindo outros lugares reservados, vagos, não percebo qual foi o complexo dessa senhora para não estacionar noutro lugar vago.



Miguel Santos

É contraordenação grave a paragem e o estacionamento em lugar reservado a veículos de pessoas com deficiência.
O referido parque privado é de acesso público.
O restante é irrelevante: a existência ou não de lugares, porque é que: Z chamou X ou Y em vez de estacionar em A ou B; o queixoso não foi procurar outro local uma vez que estava no veículo; etc...
É de lamentar que estes personagens, "queixoso" e "segurança", não tenham aprendido nada com o sucedido.



Aleu Fernandes Julio

Cabe aqui a cada um ser responsável, penso que o segurança não é nenhuma Autoridade Policial. Independentemente, de estacionar ou não, ao segurança apenas lhe cabe alertar e tomar medidas eficazes, onde cada caso é tratado no seu devido local.
Não podemos confundir os casos; estacionar e caluniar as pessoas, se assim podemos chamar, deve haver civismo e respeito.
De fato, Senhor Segurança errou, segundo a Reclamação, com tudo o que podia e mesmo que possa ter razão no início dos fatos, não seria necessário apresentarem queixa ou Reclamação contra ele, ele como cidadão cívico devia e deve demitir-se, pois naturalmente já o fez mais vezes e vai continuar a repetir.
Com o devido respeito




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